Solitária oro ao pranto de uma noite fria,
Oro na esperança de um dia encontrar um analgésico,
Que com caricia arranque essa minha dor já sem fim.
Mas ás vezes me parece que tudo ao redor é tão frio,
Tão vazio... Tão escuro...
Quando respiro esse ar,
Sinto sua amargura,
E essa amargura me coroe os olhos,
Fazendo com que lágrimas brotem de seus órbitas.
Questiono-me se este pranto é derramado em vão
Pois outrora me amava,
E neste momento presente estás a me odiar
Amaldiçoando-me mais e mais
A cada lua cheia no céu a soluçar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário