O brilho da lua pálida e nua
Satura meu espirito sem egoismo
Salpica o sereno em minhas feridas,
Cura-me por fora assim como por dentro.
Ouço os ruídos do vento farfalhando os galhos das árvores
E deparo-me com tão vil perfeita criatura
Que com os olhos arregalados me espreitavam
Enquanto eriçava suas penas aquecendo-se .
Fitando-a magnificado com tal formosura
Fui me aproximando da tal criatura
Em um grito estridente inclinou seu corpo à frente
E ávido lançou voou junto a grande e prateada lua.
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