Rouba minha solidão lentamente
Trazendo o fulgor do teu calor
Faz de mim um balão eufórico
Correndo pelo ar rumo às nuvens
Tão confusamente perfura meu ego
Fazendo com que me exploda em caos cognitivo
Qual foi o meu erro?
Já não sei quem sou...
Estranho o método de tortura
Ao qual usa de minha carência
Para se sentir superior aos semelhantes
Mata-me, mas não me quebre mais uma vez!
Em suas sublimes e macias mãos me tornei um fantoche
Filho promissor porém sombrio
Do qual sempre foi morto aos seus olhos
Que rasgavam músculo a músculo de minha dignidade
O que me resta se não fugir?
Qual meu erro?
Jamais me disse...
Apenas me jogou ao descaso.
























