Ame o seu coração de pedra
Não o deixe quebrar
Pois ele será o teu único abrigo
Sou uma bússola quebrada
Totalmente sem direção...
Assim como te roubam,
Te curam...
Ora! Que me quebrem
Que me iludam...
Que maltratem...
Por mais que eu ame...
Por mais que eu sofra...
Por mais que eu sangre...
Por mais que eu morra!
Antes sofrer de amores por um alguém
Do que apodrecer na desgraça
De nunca ter amado ninguém.
Ora!Que me torturem
Que cravem uma cruz em meu peito
Que arranquem meu coração com os dentes!
Antes um dia amar,
Viver na fantasia por alguns momentos
Sentir o gosto de um beijo sem amor
Do que andar se arrastando pelas ruas
Como um verme rejeitado
Com uma síndrome de solidão .
Ora! Que eu ame...
Que eu sofra...
Que eu morra...
Lutarei por amor...
Não rogarei por compaixão...
Farei por merecer o teu coração!
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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Decepção
Temo por ti, por mim, por tudo!
Temo que um dia esta estrela que brilha,
Iluminando a estrada de minha vida se apague
Deixando-me mergulhada na escuridão.
Temo que o sol não brilhe ao amanhecer do dia,
E que todos os dias sejam tristes e obscuros
Temo que a lita que outrora cantava
Seja levada aos ventos do desprezo.
Temo que um dia teu coração já não se aqueça,
Com meus carinhos e beijos
Temo que o mesmo já não bata por mim
Há muito, muito tempo e que sempre se diverte em me iludir.
Temo pelas lindas flores do verão,
Que pela falta de luz e amor virão a padecer
Todos meus dias, teus dias, os dias de todos.
Serão no frio inerte do inverno!
Ora sim penso em você!...
Em toda manhã sem sol
E até mesmo olhando o céu escuro sem lua!
Penso em ti a cada instante de agonia.
A todo momento de ira...
A todo sentimento de desprezo...
Você sempre foi o único...
Mas agora já não vale mais nada...
A estrela que brilhava no céu pluvial
Agora dorme mórbida em teu leito,
Meu coração que outrora fervia de amores por ti
Agora padece dentro de uma tumba frigida!
Temo que um dia esta estrela que brilha,
Iluminando a estrada de minha vida se apague
Deixando-me mergulhada na escuridão.
Temo que o sol não brilhe ao amanhecer do dia,
E que todos os dias sejam tristes e obscuros
Temo que a lita que outrora cantava
Seja levada aos ventos do desprezo.
Temo que um dia teu coração já não se aqueça,
Com meus carinhos e beijos
Temo que o mesmo já não bata por mim
Há muito, muito tempo e que sempre se diverte em me iludir.
Temo pelas lindas flores do verão,
Que pela falta de luz e amor virão a padecer
Todos meus dias, teus dias, os dias de todos.
Serão no frio inerte do inverno!
Ora sim penso em você!...
Em toda manhã sem sol
E até mesmo olhando o céu escuro sem lua!
Penso em ti a cada instante de agonia.
A todo momento de ira...
A todo sentimento de desprezo...
Você sempre foi o único...
Mas agora já não vale mais nada...
A estrela que brilhava no céu pluvial
Agora dorme mórbida em teu leito,
Meu coração que outrora fervia de amores por ti
Agora padece dentro de uma tumba frigida!
Diga que me ama
Quero que todos os dias do ano,
Os entediantes trezentos e sessenta e cinco dias
Com vinte e quatro horas cada um
Me digas de cinco em cinco minutos:
-Eu te amo!
Pois assim no momento...
Ouvindo-te dizer: - Eu te amo!
Creio que sou amada
E me sinto a pessoa mais feliz do planeta.
Quero que repitas até a exaustão
Quero que repitas até lhe faltar o ar
Quero que repitas,
Que me ama, que me ama, que me ama...
Do contrario...
O amor se vai aos suspiros do vento
Desmentindo...
E apagando...
Tuas palavras de amor por mim.
Quero ser amada por tuas palavras
Quero ser amada por teu corpo
Quero ser amada por teu espírito,
Amor na raiz da palavra
Feito som,
Vibração universal.
No momento em que não me dizer:
-Eu te amo!
Inexoravelmente sei,
Que deixaste de me amar,
E que nunca me amaste antes.
Os entediantes trezentos e sessenta e cinco dias
Com vinte e quatro horas cada um
Me digas de cinco em cinco minutos:
-Eu te amo!
Pois assim no momento...
Ouvindo-te dizer: - Eu te amo!
Creio que sou amada
E me sinto a pessoa mais feliz do planeta.
Quero que repitas até a exaustão
Quero que repitas até lhe faltar o ar
Quero que repitas,
Que me ama, que me ama, que me ama...
Do contrario...
O amor se vai aos suspiros do vento
Desmentindo...
E apagando...
Tuas palavras de amor por mim.
Quero ser amada por tuas palavras
Quero ser amada por teu corpo
Quero ser amada por teu espírito,
Amor na raiz da palavra
Feito som,
Vibração universal.
No momento em que não me dizer:
-Eu te amo!
Inexoravelmente sei,
Que deixaste de me amar,
E que nunca me amaste antes.
Envelhecendo e amadurecendo
Me vejo errando
E não consigo evitar
Sozinho e perdido
Sem ninguém com que amar;
Morrendo diante o espelho
Envelhecendo...
Triste aqui eu me ajoelho
Sem conseguir me encontrar;
As flores estão morrendo,
Os anos estão se passando
E estou desaparecendo
Como um grão de areia ao vento;
Toda minha vida já se passou
Estou velho e fraco
Sem que ninguém possa recordar
Do meu jovem rosto pálido;
Estou embriagado por um desejo insaciável
De voltar no tempo,
E impedir alguns erros
Para que assim alguém possa sentir amor por mim;
As pessoas estão desaparecendo
Deixando-me sozinho envelhecendo
Com meu coração cheio de buracos
Angustiado sofrendo.
E não consigo evitar
Sozinho e perdido
Sem ninguém com que amar;
Morrendo diante o espelho
Envelhecendo...
Triste aqui eu me ajoelho
Sem conseguir me encontrar;
As flores estão morrendo,
Os anos estão se passando
E estou desaparecendo
Como um grão de areia ao vento;
Toda minha vida já se passou
Estou velho e fraco
Sem que ninguém possa recordar
Do meu jovem rosto pálido;
Estou embriagado por um desejo insaciável
De voltar no tempo,
E impedir alguns erros
Para que assim alguém possa sentir amor por mim;
As pessoas estão desaparecendo
Deixando-me sozinho envelhecendo
Com meu coração cheio de buracos
Angustiado sofrendo.
Faça-me o obséquio
Tudo é perfeito...Tão parecido com um conto de fadas,
Até o livro se manchar de sangue
E as palavras profanas tomarem sentido ao seu portador.
Rosas brancas,
Amor e alegria pairam pelo ar...
Durma agora e amanheça sozinho
Noite chuvosa e soturna
Um coração em pleno voo..
Partido e destroçado.
Isso é fútil e inútil,
Coração para que te quero?
Rapaz faça-me o obséquio,
Arranca esse coração do meu peito e o jogue no mar.
Estou padecendo em frente à janela,
E as lembranças rondam minha mente
Vejo tudo mutuamente
Como em um filme em câmera lenta.
Meu nobre...
Estou envolto em meu doce pranto
Faça-me o obsequio...
Perfura minhas entranhas e arranca essa dor de mim!
Noites...E noites...
Intermináveis noites sofrendo...
Meu coração está em cacos
E estou derramando sangue ao invés de lágrimas.
Seja um cavalheiro,
Eu juro que lhe perdoarei
Basta salvar-me desse sofrimento
Que dilacera meu ser!
Até o livro se manchar de sangue
E as palavras profanas tomarem sentido ao seu portador.
Rosas brancas,
Amor e alegria pairam pelo ar...
Durma agora e amanheça sozinho
Noite chuvosa e soturna
Um coração em pleno voo..
Partido e destroçado.
Isso é fútil e inútil,
Coração para que te quero?
Rapaz faça-me o obséquio,
Arranca esse coração do meu peito e o jogue no mar.
Estou padecendo em frente à janela,
E as lembranças rondam minha mente
Vejo tudo mutuamente
Como em um filme em câmera lenta.
Meu nobre...
Estou envolto em meu doce pranto
Faça-me o obsequio...
Perfura minhas entranhas e arranca essa dor de mim!
Noites...E noites...
Intermináveis noites sofrendo...
Meu coração está em cacos
E estou derramando sangue ao invés de lágrimas.
Seja um cavalheiro,
Eu juro que lhe perdoarei
Basta salvar-me desse sofrimento
Que dilacera meu ser!
Plante a tua semente e colha teus frutos
Nessa terra eu semeei meus grãos
Por mais que eles nunca tenham vingado
Eu os plantei com minhas próprias mãos
Tão valente fui outrora ao ter continuado
Plantando o fruto de um infortúnio tão seguro
Tola fui derramando lágrimas em chuva na colheita
Embalsamada na esfera da cegueira
Agora vejo mais uma ilusão!
Nunca menti, nem ao menos ocultei as minhas verdades
A todas as tuas perguntas eu obtive respostas
E nem ao menos o meu coração você pode fazer repousar...
Acalma minha alma mas aflige o meu coração!
Da minha amada plantação, apenas colhi frutos podres
Indecisos frutos cobertos de magoa e maldição
Ora... Onde foi parar aquela aura dourada,
Da qual me tornou uma tola apaixonada?
Horas se passam e eu ainda penso se valeu mesmo apena
Sorrir, sofrer, chorar...
Oh...ingratidão!
Ao menos aquele afável beijo foi algo claro?
Quente e úmido...
Talvez até pudesse sentir algo pulsar em teu peito
Mas será que aquilo era um coração?
Ou apenas gazes causados pelo vinho que bebera?
Haaa! Desejo-lhe mil rosas cobertas de luxuria!
Tão lúcida e melancólica digo isso em voz aflita
Que aqueles que te amam tanto te velem
Pois deste cargo eu me demito!
Um dia fui, mas agora não sou mais!
Como pode terminar algo que nunca começou?
O mundo gira nas asas da agonia...
As flores morrem, mas sempre teremos uma nova primavera...
Espero que colhas frutos mais doces
E não se entregue a uma maldita paixão!
Por mais que eles nunca tenham vingado
Eu os plantei com minhas próprias mãos
Tão valente fui outrora ao ter continuado
Plantando o fruto de um infortúnio tão seguro
Tola fui derramando lágrimas em chuva na colheita
Embalsamada na esfera da cegueira
Agora vejo mais uma ilusão!
Nunca menti, nem ao menos ocultei as minhas verdades
A todas as tuas perguntas eu obtive respostas
E nem ao menos o meu coração você pode fazer repousar...
Acalma minha alma mas aflige o meu coração!
Da minha amada plantação, apenas colhi frutos podres
Indecisos frutos cobertos de magoa e maldição
Ora... Onde foi parar aquela aura dourada,
Da qual me tornou uma tola apaixonada?
Horas se passam e eu ainda penso se valeu mesmo apena
Sorrir, sofrer, chorar...
Oh...ingratidão!
Ao menos aquele afável beijo foi algo claro?
Quente e úmido...
Talvez até pudesse sentir algo pulsar em teu peito
Mas será que aquilo era um coração?
Ou apenas gazes causados pelo vinho que bebera?
Haaa! Desejo-lhe mil rosas cobertas de luxuria!
Tão lúcida e melancólica digo isso em voz aflita
Que aqueles que te amam tanto te velem
Pois deste cargo eu me demito!
Um dia fui, mas agora não sou mais!
Como pode terminar algo que nunca começou?
O mundo gira nas asas da agonia...
As flores morrem, mas sempre teremos uma nova primavera...
Espero que colhas frutos mais doces
E não se entregue a uma maldita paixão!
Perde-lo de novo
Eu te olhava desesperada
Não sabia o que dizer
Estava aprendendo a viver
E você me fez esquecer a dor que vivi!
Foi tão forte...
Que foi apenas te olhar por um instante que senti
O amor nascer em mim!
Teu silêncio dói mais que as suas palavras
Me confunde e me machuca por dentro!
Não sei se é algo de errado que eu fiz,
Mas os seus olhos me trazem alegria
E volto a ver a luz...
Mas o teu silêncio me faz rasgar meus pulsos
Isso é tão patético!
É tão forte o que sinto por ti
Eu acredito nisso que sinto,
Gostaria que você acreditasse também!
Senti tanta confusão,
Em te ver tão frio amor
Foi apenas um olhar e você me fez sangrar...
Sofri tanto tempo por você,
E agora que pude ter você aqui
Tão facilmente está me deixando...
Acredite em mim,
Olhe nos meus olhos...
Não quero te perder mais uma vez meu amor...
É real o que eu sinto por você
Veja o quanto minha pele se aquele quando está aqui
Sinta meu coração ele é seu!
Tanto tempo sofrendo e me bastou um segundo,
Vi seus olhos brilhando e sem poder falar
Senti teus lábios nos meus...
Me entreguei a você
Então não diga que não pertencemos ao mesmo mundo
E que não quer me amar...
Pois eu sei que você foi feito para mim!
Pois me bastou um segundo,
Um olhar... E já estava vivendo no seu mundo!
O teu silêncio dói mais que as suas palavras vazias...
Talvez seja melhor me odiar
Eu sofri tanto tempo por você
E tudo que me traz é um olhar afundado no silêncio?
Não sabia o que dizer
Estava aprendendo a viver
E você me fez esquecer a dor que vivi!
Foi tão forte...
Que foi apenas te olhar por um instante que senti
O amor nascer em mim!
Teu silêncio dói mais que as suas palavras
Me confunde e me machuca por dentro!
Não sei se é algo de errado que eu fiz,
Mas os seus olhos me trazem alegria
E volto a ver a luz...
Mas o teu silêncio me faz rasgar meus pulsos
Isso é tão patético!
É tão forte o que sinto por ti
Eu acredito nisso que sinto,
Gostaria que você acreditasse também!
Senti tanta confusão,
Em te ver tão frio amor
Foi apenas um olhar e você me fez sangrar...
Sofri tanto tempo por você,
E agora que pude ter você aqui
Tão facilmente está me deixando...
Acredite em mim,
Olhe nos meus olhos...
Não quero te perder mais uma vez meu amor...
É real o que eu sinto por você
Veja o quanto minha pele se aquele quando está aqui
Sinta meu coração ele é seu!
Tanto tempo sofrendo e me bastou um segundo,
Vi seus olhos brilhando e sem poder falar
Senti teus lábios nos meus...
Me entreguei a você
Então não diga que não pertencemos ao mesmo mundo
E que não quer me amar...
Pois eu sei que você foi feito para mim!
Pois me bastou um segundo,
Um olhar... E já estava vivendo no seu mundo!
O teu silêncio dói mais que as suas palavras vazias...
Talvez seja melhor me odiar
Eu sofri tanto tempo por você
E tudo que me traz é um olhar afundado no silêncio?
Doce assassino
Nas mais lindas flores busquei seu perfume
De todos os meus amores,
Busquei somente a ti,
Tentando afogar minhas dores
Nas frias noites sem você ao meu lado...
O inverno é mais frio,
Na casa da colina
Os pássaros não cantam por lá...
Desde que você partiu
Se tornando uma assassina...
Rasgou meu peito,
Partiu-me ao meio
Sangrei amordaçado
Enquanto você se escondia nas sombras
Sorrindo de minha dor!
Tão cautelosa foi ao me encantar...
Que por nenhum instante,
O minimo qualquer... Pude notar...
O quão tenebrosas eram as suas intenções!
Busquei a gloria de estar contigo
Meu anjo, minha libido!
O único desejo que me sufoca
Ter você! Amar você!
Ver você ao cruzar esta porta
Me querendo e desejando meu amor...
Rastejo nesse chão
Oh...Minha querida...
Minha linda... Minha paixão!
Sem ti sou como um verme,
Vivendo na imundice do lixo podre de um banheiro imundo,
De uma prisão cheia de loucos!
Eu e meu coração clamamos
Por teu amor... Por teu coração!
Tire-me dessa prisão...
Derrame em mim... Apenas mais uma vez...
Este seu doce veneno que é o seu amor...
Tirando me assim dessa prisão... Que é meu coração!
De todos os meus amores,
Busquei somente a ti,
Tentando afogar minhas dores
Nas frias noites sem você ao meu lado...
O inverno é mais frio,
Na casa da colina
Os pássaros não cantam por lá...
Desde que você partiu
Se tornando uma assassina...
Rasgou meu peito,
Partiu-me ao meio
Sangrei amordaçado
Enquanto você se escondia nas sombras
Sorrindo de minha dor!
Tão cautelosa foi ao me encantar...
Que por nenhum instante,
O minimo qualquer... Pude notar...
O quão tenebrosas eram as suas intenções!
Busquei a gloria de estar contigo
Meu anjo, minha libido!
O único desejo que me sufoca
Ter você! Amar você!
Ver você ao cruzar esta porta
Me querendo e desejando meu amor...
Rastejo nesse chão
Oh...Minha querida...
Minha linda... Minha paixão!
Sem ti sou como um verme,
Vivendo na imundice do lixo podre de um banheiro imundo,
De uma prisão cheia de loucos!
Eu e meu coração clamamos
Por teu amor... Por teu coração!
Tire-me dessa prisão...
Derrame em mim... Apenas mais uma vez...
Este seu doce veneno que é o seu amor...
Tirando me assim dessa prisão... Que é meu coração!
O ultimo adeus
Os sinos tocam
O vento sopra
Mais uma manhã sem sol,
As flores mortas no chão
Mais uma noite sem lua,
As lágrimas de uma tarde de verão!
Memórias tristes de uma vida meio a meio
Vivendo no eclipse da paixão
Suspiros e sorrisos
Pranto e lástima
Oh! Como bate amargurado o meu coração!
Ferido e sentindo...
A dor de mais uma ilusão!
As cortinas nebulosas fecharam
E assim eu pude abrir os meus olhos...
Restou-me apenas a cordial solidão
Recordo-me do teu doce beijo seco,
Seus cabelos perfumados
Sua pele de veludo
E seus dedos rosados...
Amor afogado em um lago,
Negro, profundo e lamacento...
Amor desperdiçado...
Lágrimas em vão!
Insisti...Me machuquei..Eu errei!
Erros sem perdão
Em ti busquei um abrigo
Mas tudo foi perdido
Tempo parado
Relógio quebrado
Ultimo adeus...
Sentimentos em vão
Lágrimas de perdão!
O vento sopra
Mais uma manhã sem sol,
As flores mortas no chão
Mais uma noite sem lua,
As lágrimas de uma tarde de verão!
Memórias tristes de uma vida meio a meio
Vivendo no eclipse da paixão
Suspiros e sorrisos
Pranto e lástima
Oh! Como bate amargurado o meu coração!
Ferido e sentindo...
A dor de mais uma ilusão!
As cortinas nebulosas fecharam
E assim eu pude abrir os meus olhos...
Restou-me apenas a cordial solidão
Recordo-me do teu doce beijo seco,
Seus cabelos perfumados
Sua pele de veludo
E seus dedos rosados...
Amor afogado em um lago,
Negro, profundo e lamacento...
Amor desperdiçado...
Lágrimas em vão!
Insisti...Me machuquei..Eu errei!
Erros sem perdão
Em ti busquei um abrigo
Mas tudo foi perdido
Tempo parado
Relógio quebrado
Ultimo adeus...
Sentimentos em vão
Lágrimas de perdão!
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Os cinco minutos de fama
Fazendo boca de carente,
Posando como a garota perfeita,
Nostálgica e toda sorridente!
Vida perfeita,
Curvas provocantes...
Os cartões de crédito podem comprar tudo!
Até mesmo um amor...
Abra seus olhos do sono perfeito,
Os cinco minutos estão acabando
E tudo que vai lhe restar é a lama!
Pois nada dura pra sempre,
Não existe paraíso sem inferno
Nem alegria sem angústia,
Nem sorriso sem lágrimas...
E você não se lembra não é?
A popularidade te corrompeu...
Agora você vive cercada por um muro de batom,
Sapatos, roupas e etiquetas...
O espelho está prestes a cair no chão...
Você se tornou mesquinha...Superficial...
Tem algo a dizer?
Grite o mais alto que puder...
Ou os seus cinco minutos iram se acabar...
Sua fama já está no esgoto,
Onde estão seus amigos?
Todos que outrora te amavam?
Onde?Onde?Onde?
Tudo que lhe restou agora,
Foram os ratos do asfalto...
Grite...Dance...
Antes do tempo se acabar...
O que ouve com as suas palavras?
O gato comeu sua língua?
Tão estúpida, tão comercializável...
Garota popular...
Capa de revista...
Vende seu corpo com etiquetas...
Superficial...
Cercada por um muro de batom...
Seus cinco minutos acabaram...
Boneca de porcelana
O "para sempre" ás vezes dura tão pouco tempo
E o tempo ás vezes passa depressa demais
A vida nem sempre é um jardim florido,
Mas as poucas flores que brotam
Devem ser cultivadas com carinho!
Amor...
O tempo foge depressa pelas minhas mãos...
E... Ainda tem alguma duvida?
Apague a luz agora,
Se aconchegue ao meu lado
No fogo não iremos queimar,
E isso é a única certeza que tenho!
Sou apenas uma boneca de porcelana
Posso durar para sempre,
Basta ter cuidado comigo..
Hey! Você não é tão estúpido assim!
Isso é fato,
Não me importo com a sua existência vazia...
Cuidado...Ou pode se queimar...
No fogo gelado da paixão sombria!
Tão frio que queima!
Posso ser o que eu quiser,
Basta um feche de luz me alcançar...
Não me deixe...
Não quero ser real!
Você tomou parte disso tudo,
Escreveu a historia...
E eu apenas interpretei o personagem...
Tenho medo do escuro...
E minha embalagem foi estraçalhada por cupins...
Esconda-me!
Boneca de porcelana...
Tão frágil e ainda tão tediosa...
Um descuido e se parte em pedaços...
Coração oco...
Sem sentimentos vazio...
Sem voz... Sem ação...
Sem alma...
Apenas um brinquedo...
E o tempo ás vezes passa depressa demais
A vida nem sempre é um jardim florido,
Mas as poucas flores que brotam
Devem ser cultivadas com carinho!
Amor...
O tempo foge depressa pelas minhas mãos...
E... Ainda tem alguma duvida?
Apague a luz agora,
Se aconchegue ao meu lado
No fogo não iremos queimar,
E isso é a única certeza que tenho!
Sou apenas uma boneca de porcelana
Posso durar para sempre,
Basta ter cuidado comigo..
Hey! Você não é tão estúpido assim!
Isso é fato,
Não me importo com a sua existência vazia...
Cuidado...Ou pode se queimar...
No fogo gelado da paixão sombria!
Tão frio que queima!
Posso ser o que eu quiser,
Basta um feche de luz me alcançar...
Não me deixe...
Não quero ser real!
Você tomou parte disso tudo,
Escreveu a historia...
E eu apenas interpretei o personagem...
Tenho medo do escuro...
E minha embalagem foi estraçalhada por cupins...
Esconda-me!
Boneca de porcelana...
Tão frágil e ainda tão tediosa...
Um descuido e se parte em pedaços...
Coração oco...
Sem sentimentos vazio...
Sem voz... Sem ação...
Sem alma...
Apenas um brinquedo...
Circo dos horrores
Mortes acontecerão no céu
Amanhã...
Mais uma sexta-feira sozinho
Tentando apagar as lembranças de tudo.
Sonhos de uma vida maldita
Em um circo de horrores
Onde a chuva é fria
E o sangue brilha!
Confesso sempre desejei sua morte
Você acabou com a minha vida
Me matando...
Enterrando meu corpo em um cemitério de ilusões!
A lua não brilhara esta noite...
Pois só existe ódio,
E morte no céu!
As estrelas estão caindo,
Sobre a minha cabeça...
E tudo que você faz é sorrir
Sangrando...Chorando...
Morrendo de medo...
E tudo o que você faz é sorrir!
Sou apenas um palhaço
Em um circo de horrores
Esta noite...
Você vai morrer!
Amanhã...
Mais uma sexta-feira sozinho
Tentando apagar as lembranças de tudo.
Sonhos de uma vida maldita
Em um circo de horrores
Onde a chuva é fria
E o sangue brilha!
Confesso sempre desejei sua morte
Você acabou com a minha vida
Me matando...
Enterrando meu corpo em um cemitério de ilusões!
A lua não brilhara esta noite...
Pois só existe ódio,
E morte no céu!
As estrelas estão caindo,
Sobre a minha cabeça...
E tudo que você faz é sorrir
Sangrando...Chorando...
Morrendo de medo...
E tudo o que você faz é sorrir!
Sou apenas um palhaço
Em um circo de horrores
Esta noite...
Você vai morrer!
Achados e perdidos
Enquanto a má ação está verde
O perverso se satisfaz,
Uma vez amadurecida
Ela nos traz frutos amargos.
Um lugar para cada coisa,
E cada coisa em seu lugar...
Estou vivendo em uma caixa de achados e perdidos.
Todos ficaram loucos
E por minha culpa,
Pois insisti em ficar
Quando devia ter partido!
Sou um guardião de ferro e bronze
Com a pequena caixa de Pandora entre as mãos...
Todos enlouqueceram
Vamos partir, amor?
Se não partirmos,
Nosso coração se partirá ao meio!
Estou vivendo em uma caixa de achados e perdidos...
Não quero te perder outra vez
Mas não poderei ficar e enlouquecer...
Enquanto a má ação está verde
O perverso se satisfaz...
Meu coração está quebrado
Não posso partir sem você,
Você é a bússola que me guia no deserto!
A insanidade tomará conta de mim
Precisamos partir...
Devo estar lúcida ao seu lado
Quando os frutos amargos amadurecerem...
Sou um guardião de ferro e bronze
Com a pequena caixa de Pandora entre as mãos...
Um lugar para cada coisa,
E cada coisa em seu lugar...
Por favor, venha comigo amor?
Vamos fugir para bem longe de toda essa insanidade!
O perverso se satisfaz,
Uma vez amadurecida
Ela nos traz frutos amargos.
Um lugar para cada coisa,
E cada coisa em seu lugar...
Estou vivendo em uma caixa de achados e perdidos.
Todos ficaram loucos
E por minha culpa,
Pois insisti em ficar
Quando devia ter partido!
Sou um guardião de ferro e bronze
Com a pequena caixa de Pandora entre as mãos...
Todos enlouqueceram
Vamos partir, amor?
Se não partirmos,
Nosso coração se partirá ao meio!
Estou vivendo em uma caixa de achados e perdidos...
Não quero te perder outra vez
Mas não poderei ficar e enlouquecer...
Enquanto a má ação está verde
O perverso se satisfaz...
Meu coração está quebrado
Não posso partir sem você,
Você é a bússola que me guia no deserto!
A insanidade tomará conta de mim
Precisamos partir...
Devo estar lúcida ao seu lado
Quando os frutos amargos amadurecerem...
Sou um guardião de ferro e bronze
Com a pequena caixa de Pandora entre as mãos...
Um lugar para cada coisa,
E cada coisa em seu lugar...
Por favor, venha comigo amor?
Vamos fugir para bem longe de toda essa insanidade!
O drama de minha existência
Meu corpo absorve o poder que flui do núcleo da vida
A cada respiração...
Confirmo minha comunhão com todas as vidas;
Caminho no tempo do repouso
Com um absoluto transcendente
Vivo o drama de minha existência;
Enlouqueço-me futilmente
E desapareço por completo
Mergulhando em minhas origens;
Visualizo a luz divina
Que se funde com minha essência
Tomando-me como um violino
Anestesiando meus pensamentos insanos;
Revelo-me nas trevas de meu coração
Como configurações...
Perfeitamente transparentes de minha consciência
Buscando paz;
Em três dimensões
Dissolvo-me em uma bola de luz púrpura
Realçando-me na nebulosa escuridão de meu drama;
Visualizo uma porta de poder
Da qual flutuo primordialmente radiante
Procurando retornar de volta para casa;
Perco-me na ilusão
Na qual reverencio
A assombrosa solidão!
A cada respiração...
Confirmo minha comunhão com todas as vidas;
Caminho no tempo do repouso
Com um absoluto transcendente
Vivo o drama de minha existência;
Enlouqueço-me futilmente
E desapareço por completo
Mergulhando em minhas origens;
Visualizo a luz divina
Que se funde com minha essência
Tomando-me como um violino
Anestesiando meus pensamentos insanos;
Revelo-me nas trevas de meu coração
Como configurações...
Perfeitamente transparentes de minha consciência
Buscando paz;
Em três dimensões
Dissolvo-me em uma bola de luz púrpura
Realçando-me na nebulosa escuridão de meu drama;
Visualizo uma porta de poder
Da qual flutuo primordialmente radiante
Procurando retornar de volta para casa;
Perco-me na ilusão
Na qual reverencio
A assombrosa solidão!
O ultimo suspiro
Tão belo foi meu dia
Ao abrir meus olhos me deparei com algo inusitado,
Avia um pássaro cantarolando em minha janela
Tão calmo...Tão doce...Tão belo...
E aquele canto invadiu meu espírito,
Levando-me a nostalgia!
Já de tardinha...
Quando o sol já não me aquecia com tanto fulgor,
E assim de mim se despedia...
Os pássaros cantavam tristemente,
Esperando o raiar de outro dia...
Meu pranto sereno caiu sobre as folhas do chão,
E elas então gemiam...
Ora...Tão ácidas seriam minhas lágrimas,
A ponto de machucar folhas mortas em decomposição?
Está frio...
E a noite tende a ficar mais gelada e sombria!
Sinto-me despida...
Tão pálida e atordoada em conflito com meu ser...
As minhas lágrimas descansam no chão,
Assim como pétalas de rosas mortas...
O meu ultimo suspiro,
Antes de trancafiar meu coração!
Ultimo sorriso,
Ultimo momento de conflito...
Adeus mundo cruel!
Aqui jaz minha dor,
Em um papel amassado e rasgado
Não a guarde como relíquia meu senhor!
Tão triste foi o pranto que chorei,
Tão triste foi a vida que levei,
Inconsolável é a dor que me tortura!
Sorrir? Mentir? Fingir?
É tão fácil... É tão inútil...
Tão hipócrita é a índole do ser humano!
Aqui eu me deito...
Aqui eu oro...
Derramo meu pranto...
Minhas sinceras desculpas...
Busco redenção...
Meu ultimo delírio...
Meu ultimo suspiro...
Agora eu digo adeus a injustiça...
Provei do veneno que corria em tuas veias,
E você sorria com tanta doçura!
Tão cordial fui recebida...
Oh... Maldade!
Oh... índole hipócrita da sociedade!
Cospe em meus ombros,
Mas não em minha cara!
Maldito seja aquele que semeou teus grãos!
Ultimo desatino!
Ultimo suspiro!
Ultimo delírio!
Ultima ofensa recebida!
Aqui jaz coloquialmente minha terrível dor!
Ao abrir meus olhos me deparei com algo inusitado,
Avia um pássaro cantarolando em minha janela
Tão calmo...Tão doce...Tão belo...
E aquele canto invadiu meu espírito,
Levando-me a nostalgia!
Já de tardinha...
Quando o sol já não me aquecia com tanto fulgor,
E assim de mim se despedia...
Os pássaros cantavam tristemente,
Esperando o raiar de outro dia...
Meu pranto sereno caiu sobre as folhas do chão,
E elas então gemiam...
Ora...Tão ácidas seriam minhas lágrimas,
A ponto de machucar folhas mortas em decomposição?
Está frio...
E a noite tende a ficar mais gelada e sombria!
Sinto-me despida...
Tão pálida e atordoada em conflito com meu ser...
As minhas lágrimas descansam no chão,
Assim como pétalas de rosas mortas...
O meu ultimo suspiro,
Antes de trancafiar meu coração!
Ultimo sorriso,
Ultimo momento de conflito...
Adeus mundo cruel!
Aqui jaz minha dor,
Em um papel amassado e rasgado
Não a guarde como relíquia meu senhor!
Tão triste foi o pranto que chorei,
Tão triste foi a vida que levei,
Inconsolável é a dor que me tortura!
Sorrir? Mentir? Fingir?
É tão fácil... É tão inútil...
Tão hipócrita é a índole do ser humano!
Aqui eu me deito...
Aqui eu oro...
Derramo meu pranto...
Minhas sinceras desculpas...
Busco redenção...
Meu ultimo delírio...
Meu ultimo suspiro...
Agora eu digo adeus a injustiça...
Provei do veneno que corria em tuas veias,
E você sorria com tanta doçura!
Tão cordial fui recebida...
Oh... Maldade!
Oh... índole hipócrita da sociedade!
Cospe em meus ombros,
Mas não em minha cara!
Maldito seja aquele que semeou teus grãos!
Ultimo desatino!
Ultimo suspiro!
Ultimo delírio!
Ultima ofensa recebida!
Aqui jaz coloquialmente minha terrível dor!
Inquieta
Inquietamente, inquietante
Donzela saltitante
Tão louca... Tão bela!
Serena e doce...
Pangaré batendo em disparada,
Embalado pela solidão...
Amargurada e fria
Doce coração de pedra
Sorriso de mármore...
Inquietamente, inquietante
Vaga em conflito com seu infortúnio
Adentrando na noite,
Como um morcego sobrevoando o céu altivo...
Indomável coração!
Corre como um veado pela floresta negra,
Em busca de um lugar seguro para repousar...
Boneca de porcelana,
Dura como o gesso
E sensível como uma pétala de rosa...
Nas asas da mentira,
Perturbada com o tédio do dia a dia
Memorando teu sonho de menina
Com um vasto poder de sedução,
Em um corpo esculpido por anjos...
Oh... donzela...
Por que choras?
Inquieta e sozinha...
Meus ombros permanecem aqui para ti repousar...
Sou teu eterno admirador...
Teu eterno protetor...
Sempre estarei pronto para lhe vanguardear...
Meu coração palpita por ti,
Minha amada donzela triste e inquietante!
Donzela saltitante
Tão louca... Tão bela!
Serena e doce...
Pangaré batendo em disparada,
Embalado pela solidão...
Amargurada e fria
Doce coração de pedra
Sorriso de mármore...
Inquietamente, inquietante
Vaga em conflito com seu infortúnio
Adentrando na noite,
Como um morcego sobrevoando o céu altivo...
Indomável coração!
Corre como um veado pela floresta negra,
Em busca de um lugar seguro para repousar...
Boneca de porcelana,
Dura como o gesso
E sensível como uma pétala de rosa...
Nas asas da mentira,
Perturbada com o tédio do dia a dia
Memorando teu sonho de menina
Com um vasto poder de sedução,
Em um corpo esculpido por anjos...
Oh... donzela...
Por que choras?
Inquieta e sozinha...
Meus ombros permanecem aqui para ti repousar...
Sou teu eterno admirador...
Teu eterno protetor...
Sempre estarei pronto para lhe vanguardear...
Meu coração palpita por ti,
Minha amada donzela triste e inquietante!
Leah
As filhas da loucura e a morte escura
Longo tempo chorando memoraram,
E, por memória eterna, em frente pura
As lágrimas choradas transformaram
O nome lhe puseram, que ainda dura,
Dos amores de Leah, que ali passaram
Vede fresca fonte regas as flores,
Que lágrimas são e o nome amores...
A cada orvalho da manhã sorridente
A cada gota cristalina do riacho
A cada flor do deserto do sertão
A cada lua que roda a roda,
O ciclo festivo da deusa lua
Semeando os grãos do amanhã
Molhando a terra com teu pranto...
Leah donzela taciturna
Descansa triste e esperançosa
Em teu amado santuário
Ao qual as aranhas já entraram em desespero,
A cada teia arremessada contra o espelho preto
Mórbida e solitária
Assim canta a lira das estrelas flamejantes...
Oh... Minha amada donzela...
Estou a fitar o teu retrato...
Sereia dos rios vermelhos
Vive a vida tecendo seu destino
O sol já erradia no céu escarlate,
Anunciando a tua santidade
Venha a mim, sou eu quem clama por liberdade!
Dias... e dias... amargurada...
Oh... Arcanjo de tamanha formosura...
Com lábios de camurça e cabelos dourados
Eu sou que tu tens buscado,
Na nevoa escura e no clarão do raio
Sou eu teu príncipe encantado...
Beije meus lábios e assim se despedirá de teu sudário!
Longo tempo chorando memoraram,
E, por memória eterna, em frente pura
As lágrimas choradas transformaram
O nome lhe puseram, que ainda dura,
Dos amores de Leah, que ali passaram
Vede fresca fonte regas as flores,
Que lágrimas são e o nome amores...
A cada orvalho da manhã sorridente
A cada gota cristalina do riacho
A cada flor do deserto do sertão
A cada lua que roda a roda,
O ciclo festivo da deusa lua
Semeando os grãos do amanhã
Molhando a terra com teu pranto...
Leah donzela taciturna
Descansa triste e esperançosa
Em teu amado santuário
Ao qual as aranhas já entraram em desespero,
A cada teia arremessada contra o espelho preto
Mórbida e solitária
Assim canta a lira das estrelas flamejantes...
Oh... Minha amada donzela...
Estou a fitar o teu retrato...
Sereia dos rios vermelhos
Vive a vida tecendo seu destino
O sol já erradia no céu escarlate,
Anunciando a tua santidade
Venha a mim, sou eu quem clama por liberdade!
Dias... e dias... amargurada...
Oh... Arcanjo de tamanha formosura...
Com lábios de camurça e cabelos dourados
Eu sou que tu tens buscado,
Na nevoa escura e no clarão do raio
Sou eu teu príncipe encantado...
Beije meus lábios e assim se despedirá de teu sudário!
O ser
Esse ser soturno indiferente,
Jamais sentiu no verão ou no inverno,
Do amor um apelo ardente!
Mas agora como outrora
Ele é triste e solitário,
Vagando pela noite com teu pano mortuário
Com uma sede enlouquecedora!
O ser que é ser
Transforma tudo em flores...
E para ironizar as próprias dores
Canta por ente as águas do dilúvio
Transformando o vazio sufocante,
Em uma nuvem tempestuosa,
Preste a partir...
Eis que se liberte dessa amargura!
Jogue fora toda essa ânsia maldita,
Junto com teu devasto poder de sedução,
Seus venenos e horrores...
Eis que não tenha medo nem desconforto,
Pois a única coisa a temer,
É o medo de se viver!
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Doce alma pavorosa
Que vossa alma trevosa
Vem cheia de odor de rosas,
Perdendo-se além nas distâncias
Numa caravana de ânsias.
Perdendo-se além da poeira
Das esferas da cegueira,
E de tal forma no imenso
O seu mundo se torna mais denso.
Ó alma triste e palpitante!
Quanto silêncio,
Quantas sombras vagas
No teu sonho secreto e fascinante!
Por que és assim tão melancólica?
Em vestes de mistério taciturno,
Esquecida por entre os vales
Da perpetuosa esperança?
Vem cheia de odor de rosas,
Perdendo-se além nas distâncias
Numa caravana de ânsias.
Perdendo-se além da poeira
Das esferas da cegueira,
E de tal forma no imenso
O seu mundo se torna mais denso.
Ó alma triste e palpitante!
Quanto silêncio,
Quantas sombras vagas
No teu sonho secreto e fascinante!
Por que és assim tão melancólica?
Em vestes de mistério taciturno,
Esquecida por entre os vales
Da perpetuosa esperança?
A miserável
Desta saudade imortal estou cansada,
Ansiosa pelo sol buscava
Repouso para a dor esmagadora
De nunca mais ser chamada namorada!
As cortinas eu ia rasgando
Para assim deixar a luz entrar,
Mas onde estava a luz?
Eu estava totalmente ensanguentada!
Oh! Pobre miserável coração
Sempre por ele padecia
Num delírio de agonia
De acordar em seus braços...
O vento sussurra no silêncio implacável
Que me amedronta, me assombra,
Tumultuosamente retira a paz de meu coração
Em pancadas constantemente doloridas.
Oh!Amor, nunca me diga
- Nunca mais!
Pois certamente castigará meu coração em pranto
Fazendo-me morrer pávida e solitária!
Ansiosa pelo sol buscava
Repouso para a dor esmagadora
De nunca mais ser chamada namorada!
As cortinas eu ia rasgando
Para assim deixar a luz entrar,
Mas onde estava a luz?
Eu estava totalmente ensanguentada!
Oh! Pobre miserável coração
Sempre por ele padecia
Num delírio de agonia
De acordar em seus braços...
O vento sussurra no silêncio implacável
Que me amedronta, me assombra,
Tumultuosamente retira a paz de meu coração
Em pancadas constantemente doloridas.
Oh!Amor, nunca me diga
- Nunca mais!
Pois certamente castigará meu coração em pranto
Fazendo-me morrer pávida e solitária!
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Despertar
A vida passa a não ter mais sentido,
Estou vivendo uma grande mentira
Não consigo mais fingir não saber...
Tudo não se passou de um simples sonho
Agora tudo está bem aqui na minha frente,
Já posso sentir...
Meus olhos estão fechados... Não consigo abrir...
Tenho medo do escuro,
Tenho medo do feio ser descoberto,
Tenho medo de morrer aqui no vazio...
Preciso mudar,
Não para imitar,
Mas sim parar irritar
Todos aqueles que me odeiam!
Quero poder abrir meus olhos sem medo,
Poder andar pela rua sem preocupações
Sempre vendo a luz brilhar acima da minha cabeça
Sentindo a vida brotar em mim
Ver os peixes nadando no oceano de vidro.
Meus olhos estão bem abertos...
Mal consigo enxergar um palmo a minha frente
A beleza foi descoberta
E o encanto sombrio se desfez,
Agora o feio está bem aparente,,,
Quero sentir o orvalho da manhã
Sentir o sol invadindo meu coração em ruínas
Poder sorrir sem mentiras
Sem qualquer maldita ilusão!
Acordar...Despertar do sonho...
Estou vivendo uma grande mentira
Não consigo mais fingir não saber...
Tudo não se passou de um simples sonho
Agora tudo está bem aqui na minha frente,
Já posso sentir...
Meus olhos estão fechados... Não consigo abrir...
Tenho medo do escuro,
Tenho medo do feio ser descoberto,
Tenho medo de morrer aqui no vazio...
Preciso mudar,
Não para imitar,
Mas sim parar irritar
Todos aqueles que me odeiam!
Quero poder abrir meus olhos sem medo,
Poder andar pela rua sem preocupações
Sempre vendo a luz brilhar acima da minha cabeça
Sentindo a vida brotar em mim
Ver os peixes nadando no oceano de vidro.
Meus olhos estão bem abertos...
Mal consigo enxergar um palmo a minha frente
A beleza foi descoberta
E o encanto sombrio se desfez,
Agora o feio está bem aparente,,,
Quero sentir o orvalho da manhã
Sentir o sol invadindo meu coração em ruínas
Poder sorrir sem mentiras
Sem qualquer maldita ilusão!
Acordar...Despertar do sonho...
Inconsciente razão de viver
Amargurada vida
Que me acolhe no anseio do amor
Desprezando minha alma
No súbito poder da tentação.
Gloriosos foram meus dias de alegria
Quando o sol pairava sob mim
E no amor encontrava o desejo
Que acolhia o meu humilde ser.
Vida por que me maltratas?
Aceite o meu amor!
Não me entorpeça com a tua beleza
Sacie minha sede de prazer.
Sacrifique-me em teu leito
Dissolva minha amargura,
Busque em mim a tua luxuria
Transparecendo o silêncio das flores.
Faça-me sentir o teu desprezo,
No apedrejar de tua traição!
Afogue meu coração em sombras...
Pela inconsciente razão do meu viver.
Que me acolhe no anseio do amor
Desprezando minha alma
No súbito poder da tentação.
Gloriosos foram meus dias de alegria
Quando o sol pairava sob mim
E no amor encontrava o desejo
Que acolhia o meu humilde ser.
Vida por que me maltratas?
Aceite o meu amor!
Não me entorpeça com a tua beleza
Sacie minha sede de prazer.
Sacrifique-me em teu leito
Dissolva minha amargura,
Busque em mim a tua luxuria
Transparecendo o silêncio das flores.
Faça-me sentir o teu desprezo,
No apedrejar de tua traição!
Afogue meu coração em sombras...
Pela inconsciente razão do meu viver.
Infinitude
Minha alma soturna agora dorme
Não levo de minha vida nenhum saudade
De nenhum amor sem fruto.
Estou envolta por meu manto prateado
Minha alma voa longe e o céu está cinza,
Meu corpo dorme passivo dentro do caixão.
Já não levo em meu peito morto
Nenhum coração desafortunado,
Tudo que tenho agora em mãos,
Eis que são um punhado de flores murchas!
Estou deitada nos braços da esperança,
Com meu delírio fictício de ressuscitar
Pois minha carne ainda não foi arrebatada por vermes
Assim minha alma ainda tem para onde voltar.
Morte... Como posso fugir desse teu abraço?
Como posso fugir desse teu beijo gelado?
Como ignorar a morbidez de teus olhos claros?
Pois me prometeis descanso eterno,
Apenas quero mais um momento de gozo
Nos braços de meu amado!
Não levo de minha vida nenhum saudade
De nenhum amor sem fruto.
Estou envolta por meu manto prateado
Minha alma voa longe e o céu está cinza,
Meu corpo dorme passivo dentro do caixão.
Já não levo em meu peito morto
Nenhum coração desafortunado,
Tudo que tenho agora em mãos,
Eis que são um punhado de flores murchas!
Estou deitada nos braços da esperança,
Com meu delírio fictício de ressuscitar
Pois minha carne ainda não foi arrebatada por vermes
Assim minha alma ainda tem para onde voltar.
Morte... Como posso fugir desse teu abraço?
Como posso fugir desse teu beijo gelado?
Como ignorar a morbidez de teus olhos claros?
Pois me prometeis descanso eterno,
Apenas quero mais um momento de gozo
Nos braços de meu amado!
Lesthat
Meu querido senhor,Ofereço-lhe esta rosa escarlate
Da cor do teu desejo,
Esta noite esta fria
Permaneço mergulhada nas trevas
Mostre-me a tua luz...
Guie-me na escuridão
Faça com que a aurora se anuncie
Despedaçando minha dor.
Meu grito ecoa pelo cosmos
E teu corpo gira ao redor do meu
Perfeitamente belo
Dançando através das chamas,
Vejo as veias do teu corpo pálido
Vejo o sangue fluir entre elas
Sinto o teu calor...
Envolvendo meu corpo,
Fazendo minha pele transpirar.
Sem amor... Sentada petrificada...
Você veio com tua alva face pálida
Beijou meus lábios silenciosamente
Fez-me renascer...
Como a estrela de toda manhã
Ao qual incendeia o céu azul.
A você as estrelas brilham,
A você os ventos se calam
A você as flores enfeitam seus caminhos,
Meu querido anjo que anda por entre as águas do dilúvio
Você foi meu principio,
Você será meu fim!
Ainda que escute os gritos de angústia do meu passado
Sempre sinto seus lábios a me tocar
E sua luz brilha em mim
Perdendo-me completamente em ti...
Em toda sua beleza e esplendor
Assim tomo a esperança de braços abertos
E meu coração se enche de alegria.
Da cor do teu desejo,
Esta noite esta fria
Permaneço mergulhada nas trevas
Mostre-me a tua luz...
Guie-me na escuridão
Faça com que a aurora se anuncie
Despedaçando minha dor.
Meu grito ecoa pelo cosmos
E teu corpo gira ao redor do meu
Perfeitamente belo
Dançando através das chamas,
Vejo as veias do teu corpo pálido
Vejo o sangue fluir entre elas
Sinto o teu calor...
Envolvendo meu corpo,
Fazendo minha pele transpirar.
Sem amor... Sentada petrificada...
Você veio com tua alva face pálida
Beijou meus lábios silenciosamente
Fez-me renascer...
Como a estrela de toda manhã
Ao qual incendeia o céu azul.
A você as estrelas brilham,
A você os ventos se calam
A você as flores enfeitam seus caminhos,
Meu querido anjo que anda por entre as águas do dilúvio
Você foi meu principio,
Você será meu fim!
Ainda que escute os gritos de angústia do meu passado
Sempre sinto seus lábios a me tocar
E sua luz brilha em mim
Perdendo-me completamente em ti...
Em toda sua beleza e esplendor
Assim tomo a esperança de braços abertos
E meu coração se enche de alegria.
O apodrecer do infortúnio
Debatia-me ao ermo sem esperança
Angustiada a cismar
Que nunca alguém como ti iria encontrar.
Avia perdido minha essência
E não confiava no que me tornara
Você esta me ajudando a mudar.
Razão a qual tenho agora
E agora me conformo
Pois hoje te amo
E estou sossegada.
Por ti eu ardo,
Por ti eu amo,
Em ti eu penso,
Sem ti eu morro!
Fiz apodrecer tudo aquilo que era mentira
E assim toda aquela agonia que outrora vivi
Se foi como a areia é levada pelo mar
A dor se estagnou.
Hoje arfo o peito
Respiro a vida com vontade
Sorrio para o Sol assim como sorrio para a Lua
Sou o que sou
Agora desgarrada de todo mal
Estou sem meus pregos e farpas
Longe de qualquer cruz que me pesava.
Cunho a vida sem lastima
Gero o amor para semear contigo
Escrevo o teu nome nas minhas veias
E nenhum mal irá nos separar.
Angustiada a cismar
Que nunca alguém como ti iria encontrar.
Avia perdido minha essência
E não confiava no que me tornara
Você esta me ajudando a mudar.
Razão a qual tenho agora
E agora me conformo
Pois hoje te amo
E estou sossegada.
Por ti eu ardo,
Por ti eu amo,
Em ti eu penso,
Sem ti eu morro!
Fiz apodrecer tudo aquilo que era mentira
E assim toda aquela agonia que outrora vivi
Se foi como a areia é levada pelo mar
A dor se estagnou.
Hoje arfo o peito
Respiro a vida com vontade
Sorrio para o Sol assim como sorrio para a Lua
Sou o que sou
Agora desgarrada de todo mal
Estou sem meus pregos e farpas
Longe de qualquer cruz que me pesava.
Cunho a vida sem lastima
Gero o amor para semear contigo
Escrevo o teu nome nas minhas veias
E nenhum mal irá nos separar.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
O vale dos cadáveres
Corpos entrelaçados ao vento
Imersos em uma poça de sangue pútrido,
Sobre uma rocha íngreme;
Corvos sobrevoando corpos perfurados por lanças
Corpos se dissolvendo no ódio
Com seus gritos de agonia ecoando no horizonte;
Vultos que me envolvem nas trevas de minha consciência,
Arrastando-me para essa atmosfera mórbida e tenebrosa
Onde a guerra reina.
O sangue escorre por meus braços
Sinto os seus respingos no meu rosto
Isso me faz sentir dor;
Canibais e necrofílicos
Sejam bem vindos ao vale dos cadáveres
Provem toda essa carne!
Sintam o prazer do grito de terror
Façam enlouquecer aquele que definha
Na tua imensa fúria de fazer sentir dor.
Pois estes que hoje vocês dominam,
Um dia dominaram teus corpos
Provaram da tua carne e do teu sangue amargo.
Os portais estão abertos
Entrem... Entrem... Entrem...
Os corvos também lhes esperam!
Ódio...Guerra...Destruição...
Sejam bem vindos ao teu paraíso...
Sangue jorrando da terra infrutífera.
Caos...Inundado...De loucura...
Carregue sua cruz...
Cave sua própria sepultura!
Imersos em uma poça de sangue pútrido,
Sobre uma rocha íngreme;
Corvos sobrevoando corpos perfurados por lanças
Corpos se dissolvendo no ódio
Com seus gritos de agonia ecoando no horizonte;
Vultos que me envolvem nas trevas de minha consciência,
Arrastando-me para essa atmosfera mórbida e tenebrosa
Onde a guerra reina.
O sangue escorre por meus braços
Sinto os seus respingos no meu rosto
Isso me faz sentir dor;
Canibais e necrofílicos
Sejam bem vindos ao vale dos cadáveres
Provem toda essa carne!
Sintam o prazer do grito de terror
Façam enlouquecer aquele que definha
Na tua imensa fúria de fazer sentir dor.
Pois estes que hoje vocês dominam,
Um dia dominaram teus corpos
Provaram da tua carne e do teu sangue amargo.
Os portais estão abertos
Entrem... Entrem... Entrem...
Os corvos também lhes esperam!
Ódio...Guerra...Destruição...
Sejam bem vindos ao teu paraíso...
Sangue jorrando da terra infrutífera.
Caos...Inundado...De loucura...
Carregue sua cruz...
Cave sua própria sepultura!
Objetivo
Estou caminhando, mas não me vejo sair do lugar,
Quero sorrir, mas minha musculatura está anestesiada
Quero falar, mas minha voz está abafada.
Meu coração foi trancado a sete chaves,
Em algum porão escuro e úmido,
E minha alma se perdeu na multidão.
Estou sem ação,
Engolindo minhas palavras...
Elas descem pela minha garganta como facas afiadas.
Olhe o nada em que me tornei,
Sou apenas o visco preso em uma pedra,
Na beira de um oceano de saudades.
Não consigo dormir,
Pois a cada sonho que tenho
Vejo as sombras me perseguirem.
Não consigo comer,
Pois a comida parece serragem em minha boca,
E nenhum vinho satisfaz minha sede.
Meu corpo está frio,
Minha pele é dura como o gesso,
Mal consigo sentir os respingos da chuva no meu rosto.
Não estou entre os vivos...
Pois isso não posso morrer,
Mas não estou entre os mortos...
Sou como um seixo de praia,
Vivendo a busca no cristal das ondas,
De um objetivo para viver.
Quero sorrir, mas minha musculatura está anestesiada
Quero falar, mas minha voz está abafada.
Meu coração foi trancado a sete chaves,
Em algum porão escuro e úmido,
E minha alma se perdeu na multidão.
Estou sem ação,
Engolindo minhas palavras...
Elas descem pela minha garganta como facas afiadas.
Olhe o nada em que me tornei,
Sou apenas o visco preso em uma pedra,
Na beira de um oceano de saudades.
Não consigo dormir,
Pois a cada sonho que tenho
Vejo as sombras me perseguirem.
Não consigo comer,
Pois a comida parece serragem em minha boca,
E nenhum vinho satisfaz minha sede.
Meu corpo está frio,
Minha pele é dura como o gesso,
Mal consigo sentir os respingos da chuva no meu rosto.
Não estou entre os vivos...
Pois isso não posso morrer,
Mas não estou entre os mortos...
Sou como um seixo de praia,
Vivendo a busca no cristal das ondas,
De um objetivo para viver.
Palavras Parnasianas
Seu toque suave em meus lábios gélidos
Faz calar palavras semi-formadas
Que talvez eu nunca falasse.
Teu suspiro em meu ouvido
Faz disparar meu coração
E minha pele arder.
Seria a vida curta demais para nos arrependermos?
Seria o tempo tão lento para podermos descansar?
Seria a eternidade tão longa para poder te amar?
Você está parado diante a mim
Apenas alguns centímetros
E eu procuro extrair do teu olhar respostas...
Sonho com o dia que serei tua eternamente
Espero que não seja apenas um devaneio
Uma mentira torta e maléfica.
Almas que se tocam
Histórias que se completam
Destino que se misturam.
O nosso segredo
Que vive calado de boca aberta
Fazendo caretas obscenas,
Síndrome serena de amar
Soluço sincero de provocar
Cântico de uma voz selada.
Pulsações que se cruzam derradeiramente
Produzindo paisagens proibidas
Planejando proteção para sempre.
Faz calar palavras semi-formadas
Que talvez eu nunca falasse.
Teu suspiro em meu ouvido
Faz disparar meu coração
E minha pele arder.
Seria a vida curta demais para nos arrependermos?
Seria o tempo tão lento para podermos descansar?
Seria a eternidade tão longa para poder te amar?
Você está parado diante a mim
Apenas alguns centímetros
E eu procuro extrair do teu olhar respostas...
Sonho com o dia que serei tua eternamente
Espero que não seja apenas um devaneio
Uma mentira torta e maléfica.
Almas que se tocam
Histórias que se completam
Destino que se misturam.
O nosso segredo
Que vive calado de boca aberta
Fazendo caretas obscenas,
Síndrome serena de amar
Soluço sincero de provocar
Cântico de uma voz selada.
Pulsações que se cruzam derradeiramente
Produzindo paisagens proibidas
Planejando proteção para sempre.
Solitária em multidões
Ás vezes me sinto só,
Em uma multidão
A tristeza corrompe minha barreira,
Tomando conta dos meus sentidos;
Assim me embriago em lágrimas,
E sinto meu coração apertado...
É as vezes a solidão pode doer
Ela pode nos rasgar por dentro,,
Não importa onde você estiver,
Ela está sempre ao seu lado
Transparecendo em seu olhar,
Corrompendo-te, lhe fazendo sangrar.
Posso estar cercada de pessoas,
Sorrindo por fora e sangrando por dentro,
Odiando-me a cada dia mais,
Implorando que na próxima esquina,
Alguém faça o obsequio de retirar minha vida.
Sinto um vazio impreenchível em meu coração
Sou apenas um solitário em multidões
Odiando-me a cada dia mais;
Onde lugar nenhum é meu lugar,
Vivo para guardar minha dor.
Em uma bola de vidro vejo o mundo lá fora;
Não posso sentir o perfume das flores,
Nem muito menos sentir o toque doce do ar,
Não consigo sonhar...
Ás vezes a solidão pode doer
Doer muito, te fazendo enlouquecer.
Solitária em multidões é como eu me sinto.
Ás vezes quero gritar ao mundo
Dizer que todos eles estão vivendo uma mentira,
Mas dentro da minha bola de vidro,
O som não pode sair...
Em uma multidão
A tristeza corrompe minha barreira,
Tomando conta dos meus sentidos;
Assim me embriago em lágrimas,
E sinto meu coração apertado...
É as vezes a solidão pode doer
Ela pode nos rasgar por dentro,,
Não importa onde você estiver,
Ela está sempre ao seu lado
Transparecendo em seu olhar,
Corrompendo-te, lhe fazendo sangrar.
Posso estar cercada de pessoas,
Sorrindo por fora e sangrando por dentro,
Odiando-me a cada dia mais,
Implorando que na próxima esquina,
Alguém faça o obsequio de retirar minha vida.
Sinto um vazio impreenchível em meu coração
Sou apenas um solitário em multidões
Odiando-me a cada dia mais;
Onde lugar nenhum é meu lugar,
Vivo para guardar minha dor.
Em uma bola de vidro vejo o mundo lá fora;
Não posso sentir o perfume das flores,
Nem muito menos sentir o toque doce do ar,
Não consigo sonhar...
Ás vezes a solidão pode doer
Doer muito, te fazendo enlouquecer.
Solitária em multidões é como eu me sinto.
Ás vezes quero gritar ao mundo
Dizer que todos eles estão vivendo uma mentira,
Mas dentro da minha bola de vidro,
O som não pode sair...
Poeta Apaixonado
O poeta busca inspiração
Ao som da doce lira
Que lhe faz transcrever
Palavras amargas e vazias;
Em um humilde pergaminho velho
Derrama teu pranto
Ao qual desatina tua dor
Que outrora fora guardada no íntimo de sua consciência.
Manchas de sangue na seda
Seda cara e rara
Vinda de desertos longínquos
Do mais formidável tecelão.
Com os olhos vermelhos,
Inchados de ressaca
Pele pálida e arroxeada
Rosto doce de um anjo maldito.
Sobre uma lápide,
Encontrou uma rosa,
Oh... amarga saudade!
Que aperta teu peito agora!
Quem era aquela que cativou teu coração,
Quando a viu...com teus lábios vermelhos...
Cabelos castanhos e unhas carmesim...
Perambulando pelo cemitério?
Com suas vestes escuras
E teu cabelo desgrenhado
Carregando uma rosa na mão...
Que doce é o amor!
Entorpece a alma do poeta
Como uma cantiga de roda
Que vai e vem
Fazendo-o delirar com as batidas do teu coração.
Quem é aquele anjo negro!?
Vagava pelo recinto mortuoso,
Como se vivera ali há anos...
Exalando um ar de mistério por onde quer que fosse!
Ora, quem é aquela por quem...
O coração do homem quase salta a boxa¹?
E lhe faz escrever versos insanos
Inspirados pelo choro?
Ao som da doce lira
Que lhe faz transcrever
Palavras amargas e vazias;
Em um humilde pergaminho velho
Derrama teu pranto
Ao qual desatina tua dor
Que outrora fora guardada no íntimo de sua consciência.
Manchas de sangue na seda
Seda cara e rara
Vinda de desertos longínquos
Do mais formidável tecelão.
Com os olhos vermelhos,
Inchados de ressaca
Pele pálida e arroxeada
Rosto doce de um anjo maldito.
Sobre uma lápide,
Encontrou uma rosa,
Oh... amarga saudade!
Que aperta teu peito agora!
Quem era aquela que cativou teu coração,
Quando a viu...com teus lábios vermelhos...
Cabelos castanhos e unhas carmesim...
Perambulando pelo cemitério?
Com suas vestes escuras
E teu cabelo desgrenhado
Carregando uma rosa na mão...
Que doce é o amor!
Entorpece a alma do poeta
Como uma cantiga de roda
Que vai e vem
Fazendo-o delirar com as batidas do teu coração.
Quem é aquele anjo negro!?
Vagava pelo recinto mortuoso,
Como se vivera ali há anos...
Exalando um ar de mistério por onde quer que fosse!
Ora, quem é aquela por quem...
O coração do homem quase salta a boxa¹?
E lhe faz escrever versos insanos
Inspirados pelo choro?
Recordação que jaz dor
Berço da contradição
Ferida do caos
Sol que nasce na escuridão,
O vento que sussurra no meu ouvido
A dor agonizante da perda
Dormindo entre lençóis negros,
Onde outrora dormiu alguém.
Qual o teu segredo mais obscuro?
Qual o teu maior medo?
Qual o teu sonho mais seguro?
Lábio do qual um dia perdera-me
E me deixara insana sem razão
Entorpecida pela emoção
Diante de vos fonte de minha essência
Raio de luz sob qual um dia forjou meu espírito
Refletindo meu fulgor
Na imensidão de minha alma que hoje chora.
Entretanto o que há no espólio desta recordação
Dor, angústia e saudade.
Lágrimas secas derramadas
Som áspero de desespero
Unhas que arranham minha face taciturna
Jaz assim coloquialmente minha dor!
Ferida do caos
Sol que nasce na escuridão,
O vento que sussurra no meu ouvido
A dor agonizante da perda
Dormindo entre lençóis negros,
Onde outrora dormiu alguém.
Qual o teu segredo mais obscuro?
Qual o teu maior medo?
Qual o teu sonho mais seguro?
Lábio do qual um dia perdera-me
E me deixara insana sem razão
Entorpecida pela emoção
Diante de vos fonte de minha essência
Raio de luz sob qual um dia forjou meu espírito
Refletindo meu fulgor
Na imensidão de minha alma que hoje chora.
Entretanto o que há no espólio desta recordação
Dor, angústia e saudade.
Lágrimas secas derramadas
Som áspero de desespero
Unhas que arranham minha face taciturna
Jaz assim coloquialmente minha dor!
Insanidade
Sou a brisa valente,
Que despedaça a flor do oriente...
Sou aquele que ama distante,
E leva isso em vida como um apelo ardente...
As nuvens cinzas do ontem,
Querem invadir o céu de amanhã
Temo não conseguir impedir que isso aconteça!
Não vejo a luz...
Vago pelas sombras...
Vago pelas trilhas inconsciente do teu interior
Sou o teu desejo oculto...
Sou a dor do sentimento mal compreendido,
Sou a decepção daquele que se sente só...
Sou teu anjo...Mas, porém posso ser seu demônio...
Sou as veias que carregam o sangue ao teu coração,
Sou seu olfato, seu tato e seu paladar...
Sou aquela que te faz caminhar.
Sou o teu pior pesadelo,
Sou o teu maior desejo,
Que grita sua fúria com insensatez...
Sou o beijo da noite fria, Sou a aranha que tece seu destino.
Sou a tua espada... Sou o teu escudo...
Sou o teu pergaminho...
Sou o amor... Eu sou o ódio...
Sou a fadiga...Sou o fruto do seu desanimo...
Sou um Deus... eu sou um verme...
Eu sou a tua alma insana!
Que despedaça a flor do oriente...
Sou aquele que ama distante,
E leva isso em vida como um apelo ardente...
As nuvens cinzas do ontem,
Querem invadir o céu de amanhã
Temo não conseguir impedir que isso aconteça!
Não vejo a luz...
Vago pelas sombras...
Vago pelas trilhas inconsciente do teu interior
Sou o teu desejo oculto...
Sou a dor do sentimento mal compreendido,
Sou a decepção daquele que se sente só...
Sou teu anjo...Mas, porém posso ser seu demônio...
Sou as veias que carregam o sangue ao teu coração,
Sou seu olfato, seu tato e seu paladar...
Sou aquela que te faz caminhar.
Sou o teu pior pesadelo,
Sou o teu maior desejo,
Que grita sua fúria com insensatez...
Sou o beijo da noite fria, Sou a aranha que tece seu destino.
Sou a tua espada... Sou o teu escudo...
Sou o teu pergaminho...
Sou o amor... Eu sou o ódio...
Sou a fadiga...Sou o fruto do seu desanimo...
Sou um Deus... eu sou um verme...
Eu sou a tua alma insana!
Perfeição
Queria poder ter azas brancas e longas
Gostaria de ser doce como o mel
Cabelos longo de cor púrpura
Unhas afiadas mas delicadas.
Queria poder saber tudo
Alcançar o inalcançável
Voar sobre o mar
Semear amor aos sete ventos...
Perfeição...
Gostaria de encontrar
Verdade...
Gostaria de dizer a verdade
Sem chorar...Sem fazer doer...
Amor perfeito...
Pudera eu encontrar...
Ter azas e voar...
Sobre este céu azul.
Perfeição é ter amor
É ser um anjo
E sempre poder voar
Semear amor aos sete ventos...
Gostaria de ser doce como o mel
Cabelos longo de cor púrpura
Unhas afiadas mas delicadas.
Queria poder saber tudo
Alcançar o inalcançável
Voar sobre o mar
Semear amor aos sete ventos...
Perfeição...
Gostaria de encontrar
Verdade...
Gostaria de dizer a verdade
Sem chorar...Sem fazer doer...
Amor perfeito...
Pudera eu encontrar...
Ter azas e voar...
Sobre este céu azul.
Perfeição é ter amor
É ser um anjo
E sempre poder voar
Semear amor aos sete ventos...
Pesadelo
Deitada em uma cama de prego,Com a boca costurada,
"É proibido falar!"
Com distúrbios em minha mente...
Vendo cenas terrivelmente demoníacas.
Pessoas com facas afiadas e algemas prateadas,
Caminham ao meu redor,
Quero gritar...
Mas a costura não se desfaz;
Quero correr, mas meus pés estão amarrados no meu leito de dor.
"Eles estão se aproximando"
Estou em uma câmara de tortura
"Vozes na minha cabeça..."
Gritam...Rangem...Uivam em agonia...
Como fugir, como escapar daqui?
Pessoas abomináveis rondam-me,
Com mascaras de animais selvagens,
Gritam palavras hediondas...
Agem como demônios cheios de fúria,
Fedem a carnificina!
"Facas afiadas..."
Decepam-me... Rasgam meu corpo...
"Estou sangrando..."
Isso é um pesadelo!
Acordem-me... Quero acordar...
Por favor...
"Eles estão se aproximando"
Estou em uma câmara de tortura
"Vozes na minha cabeça..."
Gritam...Rangem...Uivam em agonia.
Como fugir... Como escapar daqui?
Terríveis carniceiros,
Filhos de Lúcifer,
Querem me despedaçar...
Não! Não se aproximem...
Teu cheiro de carnificina me causa ânsia...
"Acordem-me..."
Quero abrir meus olhos e sair desse pesadelo!
Tua alma
Estou presa em uma realidade vazia
Sinto-me tão frágil
Como uma pétala de rosa caída no chão.
Sou aquela que vaga sobre as sombras,
Pois temo que a luz me petrifique.
Meus olhos estão fechados...
As portas do sentimento estão trancadas,
Estou mergulhada nas trevas do amanhã.
Penso no sonho que quero construir,
Mas me peco na trilha que devo prosseguir...
Somos o que imaginamos ser e não o que devemos ser.
Sou o sonho que se desmancha,
Como um castelo de areia na praia...
Sinto um vazio impreenchível em meu coração,
Sou apenas uma solitária em multidões
Lugar nenhum é o meu lugar;
Sorrindo por fora, mas sangrando por dentro!
Seja bem vindo a minha vida vazia,
Minha vida solitária em uma bola de vidro.
Sinto-me tão frágil
Como uma pétala de rosa caída no chão.
Sou aquela que vaga sobre as sombras,
Pois temo que a luz me petrifique.
Meus olhos estão fechados...
As portas do sentimento estão trancadas,
Estou mergulhada nas trevas do amanhã.
Penso no sonho que quero construir,
Mas me peco na trilha que devo prosseguir...
Somos o que imaginamos ser e não o que devemos ser.
Sou o sonho que se desmancha,
Como um castelo de areia na praia...
Sinto um vazio impreenchível em meu coração,
Sou apenas uma solitária em multidões
Lugar nenhum é o meu lugar;
Sorrindo por fora, mas sangrando por dentro!
Seja bem vindo a minha vida vazia,
Minha vida solitária em uma bola de vidro.
Vampira
Dance minha rosa,
Cante como o vento sopra em meus ouvidos,
Grite como o pesadelo de toda madrugada,
Caminhe como um felino,
Rasteje como uma serpente vingadora...
Venha a mim minha donzela,
Deixe-me ser seu abrigo,
Serei tua concha e você minha perola negra,
Você é o único tesouro que cativo,
Sereia dos rios vermelhos...
Vaga pela noite como um corvo pelo cemitério,
Sempre a espreita de mais uma vitima,
Posso ser seu apenas esta noite...
Posso deixar meu corpo se envolver no teu abraço,
Mas nunca deixarei que beije minha alma...
Dama da noite...
Caminhando com teu sudário por entre a nevoa densa e cintilante,
Fazendo-se de vitima e derrubando teu pranto
Por entre os jazigos de minha tempestuosa alma...
Tentando-me com teu fascínio...
A envolver-me com teu pano mortuário.
Quero me despedir de teus lábios vermelhos,
Quero nunca mais ter de sentir o teu odor mortuoso
Quero nunca mais ser tocado pelo teu corpo frio e despido,
Donzela com alma de velha...
Rainha da noite eterna.
Cante como o vento sopra em meus ouvidos,
Grite como o pesadelo de toda madrugada,
Caminhe como um felino,
Rasteje como uma serpente vingadora...
Venha a mim minha donzela,
Deixe-me ser seu abrigo,
Serei tua concha e você minha perola negra,
Você é o único tesouro que cativo,
Sereia dos rios vermelhos...
Vaga pela noite como um corvo pelo cemitério,
Sempre a espreita de mais uma vitima,
Posso ser seu apenas esta noite...
Posso deixar meu corpo se envolver no teu abraço,
Mas nunca deixarei que beije minha alma...
Dama da noite...
Caminhando com teu sudário por entre a nevoa densa e cintilante,
Fazendo-se de vitima e derrubando teu pranto
Por entre os jazigos de minha tempestuosa alma...
Tentando-me com teu fascínio...
A envolver-me com teu pano mortuário.
Quero me despedir de teus lábios vermelhos,
Quero nunca mais ter de sentir o teu odor mortuoso
Quero nunca mais ser tocado pelo teu corpo frio e despido,
Donzela com alma de velha...
Rainha da noite eterna.
Um belo dia para um coração apaixonado
Hoje nasceu um belo dia,
O céu está azul,
E o sol brilha com euforia
As nuvens tempestuosas partiram...
E deixaram-me um lindo arco-íris
Com todas as cores em perfeita harmonia;
De tão fascinado...
Até me esqueci daquele acontecimento
Que outrora me deixara triste.
Tão belo é o ritmo,
Em que o vento faz dançar as folhas das árvores,
De lá pra cá... De cá pra lá...
Tão belo é o som,
Da lira dos riachos,
Que a cada respingo se faz nascer uma canção.
Mas não há nesse universo algo tão belo...
Como aquele doce que conheci,
Andava por entre a relva da floresta colhendo flores
Mal pude resistir...
Meu coração bateu tão pausadamente,
Que pensei por um instante que morri!
Ora...Estou no céu!
Aquilo que no momento vejo é um anjo?
Ela canta... E caminha...
Saltitando por entre a mata...
E nem por um momento notou que eu estava ali.
Com um sorriso de ninfa,
Uma face pálida,
Um cabelo tão gracioso...
Há! Meu dia foi lindo!
Pudera eu vê-la novamente...
Poder ao menos conhecê-la cordialmente.
O céu está azul,
E o sol brilha com euforia
As nuvens tempestuosas partiram...
E deixaram-me um lindo arco-íris
Com todas as cores em perfeita harmonia;
De tão fascinado...
Até me esqueci daquele acontecimento
Que outrora me deixara triste.
Tão belo é o ritmo,
Em que o vento faz dançar as folhas das árvores,
De lá pra cá... De cá pra lá...
Tão belo é o som,
Da lira dos riachos,
Que a cada respingo se faz nascer uma canção.
Mas não há nesse universo algo tão belo...
Como aquele doce que conheci,
Andava por entre a relva da floresta colhendo flores
Mal pude resistir...
Meu coração bateu tão pausadamente,
Que pensei por um instante que morri!
Ora...Estou no céu!
Aquilo que no momento vejo é um anjo?
Ela canta... E caminha...
Saltitando por entre a mata...
E nem por um momento notou que eu estava ali.
Com um sorriso de ninfa,
Uma face pálida,
Um cabelo tão gracioso...
Há! Meu dia foi lindo!
Pudera eu vê-la novamente...
Poder ao menos conhecê-la cordialmente.
Ruína
Em uma noite fria
Entorpecido em lágrimas
Oprimido diante o espelho
O vento sopra além da janela fechada
Seu rosto não sai da minha memória
Você deixou suas lembranças enraizadas na minha alma
E apunhalou-me mais fundo que isso
Rastejo para fora do tapete
Onde me deixou morto, completamente arruinado
A vida mudou para todos
E ainda continuo aqui,
Parado com as portas e janelas fechadas.
Estou sozinho, no silêncio
Visto o meu manto de angústia
E pairo sobre o esquecimento
Perdido na noite escura
Adormecido no vale de lágrimas
Onde você me apunhalou
-Foi bem mais fundo que isso!
Eu lhe supliquei,
Mas você não me deu ouvidos,
Apenas sacou o seus punhal
E me afogou,,, Em meu sangue...
Que agora esfria sobre o tapete...
Tudo o que vejo agora,
É meu reflexo sombrio
No espelho pendurado na parede cinza.
Entorpecido em lágrimas
Oprimido diante o espelho
O vento sopra além da janela fechada
Seu rosto não sai da minha memória
Você deixou suas lembranças enraizadas na minha alma
E apunhalou-me mais fundo que isso
Rastejo para fora do tapete
Onde me deixou morto, completamente arruinado
A vida mudou para todos
E ainda continuo aqui,
Parado com as portas e janelas fechadas.
Estou sozinho, no silêncio
Visto o meu manto de angústia
E pairo sobre o esquecimento
Perdido na noite escura
Adormecido no vale de lágrimas
Onde você me apunhalou
-Foi bem mais fundo que isso!
Eu lhe supliquei,
Mas você não me deu ouvidos,
Apenas sacou o seus punhal
E me afogou,,, Em meu sangue...
Que agora esfria sobre o tapete...
Tudo o que vejo agora,
É meu reflexo sombrio
No espelho pendurado na parede cinza.
Frágil como a mentira
Tudo está perdido
Afogado no mar de angústia
Onde as almas desafortunadas se banham
Vivendo uma mentira
Sendo afogado em lágrimas
Por um mentiroso.
Você dança com vaidade
Cala-se... Porque se diz forte
Suando de ódio,
Nunca me dizendo a verdade
Fazendo-me engolir suas mentiras,
A cada dias mais e mais.
Seus sonhos vazios
Tornaram-se cinzas
E a lembrança que tenho de você
Se deitará em minha sepultura
Esquentando para mim o meu caixão...
Por que não tira a sua mascara?
Aceite sua culpa,
Diga a verdade!
As garrafas já estão vazias
E este é o ultimo cigarro que preenche o meu pulmão
Não reconheço mais a sua voz
Seus rosto está envelhecido na minha memória
E suas desculpas com lágrimas mentirosas
Não me tocam mais.
Você teve o dom de acender a chama no meu coração
Mas também teve o infortúnio de apagá-la
Labaredas de fogo correm por minhas veias
Fazendo meu corpo - Minha alma
Arderem unidas de ódio por você
Estou cega de raiva - Cega de dor
Surda de ódio - Muda de medo
Não consigo mais me segurar
Estou perdendo a razão
Todo o amor que lhe dei
Você deixou escapar por entre seus dedos
Me fez sorrir,
Dançando na luz calorosa da ilusão
Mas chega de imaginar flores no asfalto
Seu quadro já foi pintado de piche
Hoje sinto a mentira no seus respirar.
Afogado no mar de angústia
Onde as almas desafortunadas se banham
Vivendo uma mentira
Sendo afogado em lágrimas
Por um mentiroso.
Você dança com vaidade
Cala-se... Porque se diz forte
Suando de ódio,
Nunca me dizendo a verdade
Fazendo-me engolir suas mentiras,
A cada dias mais e mais.
Seus sonhos vazios
Tornaram-se cinzas
E a lembrança que tenho de você
Se deitará em minha sepultura
Esquentando para mim o meu caixão...
Por que não tira a sua mascara?
Aceite sua culpa,
Diga a verdade!
As garrafas já estão vazias
E este é o ultimo cigarro que preenche o meu pulmão
Não reconheço mais a sua voz
Seus rosto está envelhecido na minha memória
E suas desculpas com lágrimas mentirosas
Não me tocam mais.
Você teve o dom de acender a chama no meu coração
Mas também teve o infortúnio de apagá-la
Labaredas de fogo correm por minhas veias
Fazendo meu corpo - Minha alma
Arderem unidas de ódio por você
Estou cega de raiva - Cega de dor
Surda de ódio - Muda de medo
Não consigo mais me segurar
Estou perdendo a razão
Todo o amor que lhe dei
Você deixou escapar por entre seus dedos
Me fez sorrir,
Dançando na luz calorosa da ilusão
Mas chega de imaginar flores no asfalto
Seu quadro já foi pintado de piche
Hoje sinto a mentira no seus respirar.
Alma penada
Caminhando no escuro
Sentindo um cheiro entorpecente no ar
Rosas sepulcrais
Acompanhado de uma marcha fúnebre;
Onde está você?
Por que estou aqui sozinha ?
Onde está você?
Perdi o controle dos meus próprios passos...
Está tudo tão escuro,
Mal consigo enxergar meus pés...
Sinto frio...
Meu coração esta apertado;
Não... Não tenho nenhuma glória para mim,
Tudo que tenho é tormento
Meu sangue úmido agora escore entre seus dedos
Viscoso...Vermelho...Quente...
Nenhuma antiga falsidade se tornará verdade para mim
Nenhum dogma sufocante emperrará minha pena
Como pode a vítima dilacerada ao ermo,
Sentir amor por teu assassino,
Que sentiu prazer em arrancar membro por membro?
"Eu odeio tuas entranhas!"
Apontando o dedo sujo de sangue
Na cara do pobre pecador que se contorce no chão
"Essa é a hora de você se arrepender!"
Levantando seus machado de cinzas
Abrindo um caminho dentre a minha caveira
Como posso perdoá-lo?
Tão sujo... Tão terrivelmente macabro...
Com teu sorriso cheio de dentes estilo navalhas...
Com uma gargalhada infernal...
Homem de mente doentia
Poderia eu esse humilde defunto perdoá-lo de suas maldades?
Amar aqueles que te fazem sangrar
Colocar a coroa de espinhos e se crucificar...
Em bem de todos que apontaram o dedo sujo de sangue,
Na tua cara dizendo " Essa é a hora de você se arrepender!".
Sentindo um cheiro entorpecente no ar
Rosas sepulcrais
Acompanhado de uma marcha fúnebre;
Onde está você?
Por que estou aqui sozinha ?
Onde está você?
Perdi o controle dos meus próprios passos...
Está tudo tão escuro,
Mal consigo enxergar meus pés...
Sinto frio...
Meu coração esta apertado;
Não... Não tenho nenhuma glória para mim,
Tudo que tenho é tormento
Meu sangue úmido agora escore entre seus dedos
Viscoso...Vermelho...Quente...
Nenhuma antiga falsidade se tornará verdade para mim
Nenhum dogma sufocante emperrará minha pena
Como pode a vítima dilacerada ao ermo,
Sentir amor por teu assassino,
Que sentiu prazer em arrancar membro por membro?
"Eu odeio tuas entranhas!"
Apontando o dedo sujo de sangue
Na cara do pobre pecador que se contorce no chão
"Essa é a hora de você se arrepender!"
Levantando seus machado de cinzas
Abrindo um caminho dentre a minha caveira
Como posso perdoá-lo?
Tão sujo... Tão terrivelmente macabro...
Com teu sorriso cheio de dentes estilo navalhas...
Com uma gargalhada infernal...
Homem de mente doentia
Poderia eu esse humilde defunto perdoá-lo de suas maldades?
Amar aqueles que te fazem sangrar
Colocar a coroa de espinhos e se crucificar...
Em bem de todos que apontaram o dedo sujo de sangue,
Na tua cara dizendo " Essa é a hora de você se arrepender!".
Psicose
Complicações neurológicas que não respondem a nenhum estimulo físico,
Com sua vaidade gorda e insana
Padece como um vegetal...
Dia após dia apodrecendo em sua ignorância,
Em um mundo artificial...
Um maldito pesadelo!
Tão sublime é a tua amargura!
Gozo de sua dor... De sua tortura...
Quer uma dose de realidade,
Seu verme carregado de luxuria?
Eu sou a opressão mórbida da noite,
Eu sou o dogma da escuridão desconhecida
E vou brincar com você,
Sou o peso que afunda seus quadris,
Sou o teu pior pesadelo;
Que arrasta correntes pela noite pendurando seus membros...
Seu corpo alvejado e corroído pelo ácido de suas lágrimas
Dia após dia, na lástima do teu próprio desejo...
Quero ainda saber se você é ou não é, mais um narcisista vazio,
Escondendo sua culpa, sua derrota.
Mais um idolatra hipócrita que fede a carnificina...
Um erro médico... Uma piada suja de um escritor barato...
Você é o caos! A baderna da periferia!
O filho prodígio de Lúcifer
Mais um a quem culpar pelos meus próprios pecados...
Nada melhor que aliviar seu próprio fardo!
Se arrasta pelo dia, nas sombras da colina.
Quando noite corre pela floresta em busca de carne para tua orgia!
Oh... servo do anjo dos olhos mortos...
Sem um título... Sem um nome...
Apenas afogado no som do próprio silêncio!
Cujo sonho é navegar sobre as águas vermelhas,
E blasfemar profecias nas quatro quedas rumo ao infinito sempre verde...
Seus medos vendaram seus olhos,
E as trevas dominaram sua essência
A semente do pecado fecunda a terra ensaguentada...
Logo dali surgiram frutos...
O tempo se esvai,
Os fungos e larvas já se alojam sobe tua carne apodrecida
Não resta mais dor, nem lamento
E amanhã talvez...
Apenas lhe restem seus ossos e cabelos!
Com sua vaidade gorda e insana
Padece como um vegetal...
Dia após dia apodrecendo em sua ignorância,
Em um mundo artificial...
Um maldito pesadelo!
Tão sublime é a tua amargura!
Gozo de sua dor... De sua tortura...
Quer uma dose de realidade,
Seu verme carregado de luxuria?
Eu sou a opressão mórbida da noite,
Eu sou o dogma da escuridão desconhecida
E vou brincar com você,
Sou o peso que afunda seus quadris,
Sou o teu pior pesadelo;
Que arrasta correntes pela noite pendurando seus membros...
Seu corpo alvejado e corroído pelo ácido de suas lágrimas
Dia após dia, na lástima do teu próprio desejo...
Quero ainda saber se você é ou não é, mais um narcisista vazio,
Escondendo sua culpa, sua derrota.
Mais um idolatra hipócrita que fede a carnificina...
Um erro médico... Uma piada suja de um escritor barato...
Você é o caos! A baderna da periferia!
O filho prodígio de Lúcifer
Mais um a quem culpar pelos meus próprios pecados...
Nada melhor que aliviar seu próprio fardo!
Se arrasta pelo dia, nas sombras da colina.
Quando noite corre pela floresta em busca de carne para tua orgia!
Oh... servo do anjo dos olhos mortos...
Sem um título... Sem um nome...
Apenas afogado no som do próprio silêncio!
Cujo sonho é navegar sobre as águas vermelhas,
E blasfemar profecias nas quatro quedas rumo ao infinito sempre verde...
Seus medos vendaram seus olhos,
E as trevas dominaram sua essência
A semente do pecado fecunda a terra ensaguentada...
Logo dali surgiram frutos...
O tempo se esvai,
Os fungos e larvas já se alojam sobe tua carne apodrecida
Não resta mais dor, nem lamento
E amanhã talvez...
Apenas lhe restem seus ossos e cabelos!
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