Sentada no meu sofá negro com as almofadas vermelhas,
Relaxo lendo um livro
Repentinamente me sobe um arrepio na espinha
Era meados de Novembro e o frio já se revelava.
Levanto-me calmamente e sigo rumo ao corredor,
Acendo a luz e sigo rumo ao quarto
Abro a gaveta da cômoda e retiro um pequeno cobertor,
Levanto-o ao ar desdobrando-o, envolvo-o sobre meus ombros
Caminho de volta para a sala apagando a luz do corredor.
Sento-me no sofá de lado, esticando as pernas sobre o encosto,
Pego o livro nas mãos e abro-o de onde parei
As horas vão saltando do relógio ao lado do vazo de flores,
em cima da mesinha no canto da sala.
Começo a perder o controle sobre os meus olhos,
Eles vão pendendo-se devagar,
Numa imensa ânsia de fechar-se
Tudo a minha frente é um borrão
E a negritude da inconsciência veda-me o espirito!
{Voei... voei... em meio os pássaros eu voei...
Eis que de repente em um salto eu volto à mim
Um ruído perturbante ecoa acima de mim,
É como um ranger de dentes,
A criatura caminha inquieta arranhando o forro,
Rangendo em fúria seus grotescos dentes
Me parece que vai cair sobre mim,
Alimentando-se de minha carne!
Que horror! Que pavoroso ser és?
Seria um odioso rato?
Ou um pequeno guaxinim?
Tenho medo de tentar descobrir,
A leitura logo me parece desinteressante
Melhor ir para o quarto repousar-me
Caminho atordoada rumo ao quarto
Por garantia eu fecho a porta
-Imagina tal criatura sobre mim a roer-me os olhos?
Apenas ao imaginar o odor de seus pelos fico desorientada
Puxo os cobertores e me adentro na segurança de meu templo
Eis que me fortaleço embaixo desse escudo de algodão!
Meu coração vai sossegando-se instantaneamente
E logo uma nevoa angelical me cobre os olhos
Vou mergulhando nesse mundo só meu,
Cujos caminhos sou eu quem crio!
{Ah... o rio... vou me aproximando... do sereno rio...
Eis que subitamente as garras demonicas se arrastam acima de mim,
Rangendo seus grotescos dentes
Meu coração disparado grita
- Que infernal criatura me tira o sossego?
Oh céus e agora o que fazer?
A minha imaginação lhe transformara em um monstro,
Sedento de sangue, tripas e nervos...
Inquieta me levanto, abro o armário e pego um par de botas,
Sento-me a beira da cama e calço-os,
Levanto-me abro uma das gavetas da comoda e pego um casaco,
Caminho até a porta do quarto abrindo-a,
Sigo rumo a lavanderia em busca de uma escada,
Não encontro a maldita escada!
Sigo rumo à garagem, e lá esta ela deitada no chão,
Um ferro vermelho envelhecido pela chuva e coberto de ferrugem...
Ergo-a e arrasto-a até a portinhola do meu magnifico sótão,
Ou melhor dizendo, meu universo do caos!
Um lugar cujo o mundo se perde e vira poeira,
Dentro de um lugar tão grande e ao mesmo tempo tão pequeno!
Escalo os degraus da escada e escancaro a portinhola
- Mas que diabos, e agora?
Puxo a corda da luminária pendurada sobre a minha cabeça,
subitamente um corredor de luzes se acendem
Meu coração me salta o peito...
Mas nada vejo, apenas entulhos e mais entulhos!
Aliviada apago a luz e fecho a portinhola, que estala um gemido cadavérico
Desço calmamente a escada, e volto para dentro de casa...
- Ai que gelo!
Retiro as botas e jogo ao chão da entrada,
Sigo rumo ao quarto no escuro e deito-me na cama.
Afundo-me nas cobertas, como em um mar de espuma
Calmamente me despeço das cortinas, das paredes roxas,
Até meus olhos perderem o foco em um borrão!
[- Ai que lindas flores, que perfume, o que é isso? hãmmmm...
- Que maldito cheiro é esse?
Desperto-me em um pulo algo passeia sobre mim,
Levanto-me desorientada e acendo a luz do quarto,
o desgraçado sumiu na treva do corredor!
- Mas que diabos, só pode estar brincando!?
Sigo rumo a sala, acendendo todas as luzes possíveis e impossíveis a minha volta
Olho em todos os cantos, embaixo do tapete, do sofá, em cima dos armários,
Mas encontro apenas o vazio!
-Seria um pesadelo? Um delírio?
Novamente... volto para cama, mas agora com a luz acesa...
- Eu preciso dormir!
Me jogo embaixo dos cobertores e tento me aconchegar neles
Me acalmar com o calor, buscar a segurança que eles sempre me fornecem...
Minhas pálpebras vão se tornando pesadas pouco a pouco,
Me perco novamente em meio ao meu santuário de algodão!
-GRRRRRRRRRRRRRRRR! NHAC! NHAC! GRRRRRRRRRRR!
- Oh céus o maldito esta sobre a minha cabeça novamente!
Obstinada, levanto-me em um pulo desengonçado, corro para a entrada da casa,
calço minhas botas, olho à minha volta em busca de uma arma de extermínio...
- A vassoura!!!
Corro até à escada e ofegante escalo seus degraus,
Rudemente escancaro a portinhola e subitamente o diabo me salta a face,
Em um gesto afoito, solto a vassoura e com as mãos tento tirar aquele ser de minha face...
A escada começa a sacolejar, com o meu movimento e meus pés se escorregam,
quando me dou conta estou face a face com o piso frio da garagem,
Não consigo me mover... E o sangue escorre fugaz por meus orifícios da face...
Em um suspiro e nada mais!
Translate
domingo, 29 de março de 2015
sábado, 28 de março de 2015
Inexpressiva
Não me queixo, nem me aborreço
Dos meus olhos as lágrimas já não caem
Desde o desfecho daquela historia
Aquela cuja guardo na memória
O fantasma galante que atravessa a porta,
Sugando a vida e a emoção!
Hoje eu me deito e me levanto,
Como se fosse composta por circuitos
Não sinto fome, não sinto sede
Mas porém eu vivo!
Passo a passo, dia a dia...
Arrasto-me por entre os becos
Completamente vazia!
Eis que não sinto frio, não sinto calor
Me tornei um reflexo mudo inabalável!
O beijo da lâmina
Ainda permaneço como um reflexo sombrio
Deixada ao esmo no áspero chão
Uma lembrança envelhecida na memória
Como as cinzas do meu cigarro.
Não sei o que bebi,
Mas desceu rasgando minha garganta
E por um instante esteve a sufocar-me
Amargo era o seu gosto...
Nas sombras eu me ergo da sarjeta
Arrumo meu cabelo cheio de folhas secas,
Bato as mãos nas calças e deixo a lama cair
Endireito meu corpo e caminho.
A noite apresenta a sua performance mistica.
As sombras dançam alegoricamente
E o vento sussurra sua loucura,
Junto as copas das árvores.
Deixe-me esquecer...
Caminhar em liberdade
Do vermelho e do negro,
E do branco profundo...
Encolho-me do lado de uma árvore colossal,
Então o beijo da lâmina fria corrói os meus pulsos,
Cravando-se em nervos e veias
O vermelho quente vai surgindo e começa a gotejar
Enquanto meu corpo vai se tornando débil
Deslizando rumo ao chão.
Um pequeno risco se faz em minhas retinas,
Meus pés vão se arroxeando,
Eu sinto frio...
A quietude é um tormento...
Nada grita tão alto que o próprio silêncio,
Negro e vazio ele me consome
Me enfraquece, me derruba na lama
- Faça barulho!
Estou entorpecido pela negritude da noite
E o branco profundo corrompe minha cabeça
Já não consigo ver...
- Estou petrificada!
Deixada ao esmo no áspero chão
Uma lembrança envelhecida na memória
Como as cinzas do meu cigarro.
Não sei o que bebi,
Mas desceu rasgando minha garganta
E por um instante esteve a sufocar-me
Amargo era o seu gosto...
Nas sombras eu me ergo da sarjeta
Arrumo meu cabelo cheio de folhas secas,
Bato as mãos nas calças e deixo a lama cair
Endireito meu corpo e caminho.
A noite apresenta a sua performance mistica.
As sombras dançam alegoricamente
E o vento sussurra sua loucura,
Junto as copas das árvores.
Deixe-me esquecer...
Caminhar em liberdade
Do vermelho e do negro,
E do branco profundo...
Encolho-me do lado de uma árvore colossal,
Então o beijo da lâmina fria corrói os meus pulsos,
Cravando-se em nervos e veias
O vermelho quente vai surgindo e começa a gotejar
Calmas são as gotas no chão,
Cavando um buraco na terraEnquanto meu corpo vai se tornando débil
Deslizando rumo ao chão.
Um pequeno risco se faz em minhas retinas,
Meus pés vão se arroxeando,
Eu sinto frio...
A quietude é um tormento...
Nada grita tão alto que o próprio silêncio,
Negro e vazio ele me consome
Me enfraquece, me derruba na lama
- Faça barulho!
Estou entorpecido pela negritude da noite
E o branco profundo corrompe minha cabeça
Já não consigo ver...
- Estou petrificada!
quinta-feira, 26 de março de 2015
A queda
Escorada no encosto da ponte de madeira,
O grande relógio badalava meia noite
Observei o concreto relutantemente,
De tão distante me pareceu atraente.
Fitei-o por alguns instantes enquanto mordia os lábios receosa,
Deslizei meus dedos por pequenos pregos que ali aviam
E acariciava a madeira fria, úmida pelo sereno da madrugada
O frio beijava meu rosto e eriçava meus pelos.
Minhas pernas ficaram tremulas,
Meus olhos castanhos se estremeciam
Enquanto aflitas lágrimas dali surgiam
Um pavor incabível me afunda o peito.
O ar esta pesado,
Sinto como se houvesse chumbo em meus pulmões
Mal consigo respirar...
Meu corpo se amolece e se contrai.
Hesitantemente mudei a direção do meu olhar,
Avistei no céu altivo uma luz de imenso fulgor
Ela brilhava cintilante freneticamente
Quase ao ponto de me consolar.
Segurei firmemente o encosto de madeira,
Enquanto escalava-o, joguei meu peso à frente
Em um suave solavanco passei para o outro lado,
Firmando os pés na madeira e segurando o encosto com as mãos.
Era como se o vento abraçasse meu espirito
Trépida voltei a observar o chão
Uma névoa envolveu meus olhos
Enfim soltei a madeira e inclinei meu corpo a frente.
O vento uivava em meus ouvidos o seu lamento
Meu corpo despencava constantemente rumo ao solo,
Em mente eu tinha a sensação de estar parada
O álgido vento dilacerava minha pele com suas garras invisíveis.
Ao sentir o cheiro do solo meu coração se tomou por arrependido,
A dor inexplicável do impacto contra o chão,
O som das minhas costelas se quebrando
E os meus pulmões se esmagando, meu coração se explodiu.
Imóvel permaneço como um reflexo vazio do inexistente,
Sinto o sangue escorrendo pela minha face
E ouço as gotas do sereno caindo sobre mim
Um ultimo suspiro dolorido, e já não logo existo!
O grande relógio badalava meia noite
Observei o concreto relutantemente,
De tão distante me pareceu atraente.
Fitei-o por alguns instantes enquanto mordia os lábios receosa,
Deslizei meus dedos por pequenos pregos que ali aviam
E acariciava a madeira fria, úmida pelo sereno da madrugada
O frio beijava meu rosto e eriçava meus pelos.
Minhas pernas ficaram tremulas,
Meus olhos castanhos se estremeciam
Enquanto aflitas lágrimas dali surgiam
Um pavor incabível me afunda o peito.
O ar esta pesado,
Sinto como se houvesse chumbo em meus pulmões
Mal consigo respirar...
Meu corpo se amolece e se contrai.
Hesitantemente mudei a direção do meu olhar,
Avistei no céu altivo uma luz de imenso fulgor
Ela brilhava cintilante freneticamente
Quase ao ponto de me consolar.
Segurei firmemente o encosto de madeira,
Enquanto escalava-o, joguei meu peso à frente
Em um suave solavanco passei para o outro lado,
Firmando os pés na madeira e segurando o encosto com as mãos.
Era como se o vento abraçasse meu espirito
Trépida voltei a observar o chão
Uma névoa envolveu meus olhos
Enfim soltei a madeira e inclinei meu corpo a frente.
O vento uivava em meus ouvidos o seu lamento
Meu corpo despencava constantemente rumo ao solo,
Em mente eu tinha a sensação de estar parada
O álgido vento dilacerava minha pele com suas garras invisíveis.
Ao sentir o cheiro do solo meu coração se tomou por arrependido,
A dor inexplicável do impacto contra o chão,
O som das minhas costelas se quebrando
E os meus pulmões se esmagando, meu coração se explodiu.
Imóvel permaneço como um reflexo vazio do inexistente,
Sinto o sangue escorrendo pela minha face
E ouço as gotas do sereno caindo sobre mim
Um ultimo suspiro dolorido, e já não logo existo!
quarta-feira, 25 de março de 2015
Em gelo fino
O suor aflito desliza pelas minhas costas
Um arrepio frio e impulsivo toma conta de mim
Apenas um passo em cima do gelo fino.
No seu mundo a vida é apenas um filme
Mas hoje eu sou a vitima e você o assassino
Impulsionando suas garras na minha garganta.
Gostaria de ver tudo de longe
Enquanto o vento brinca com seus cabelos
E a treva vai consumindo sua imagem.
Eu sou apenas eu mesmo,
Andando nas pontas dos pés
Enquanto você se afunda...
Um arrepio frio e impulsivo toma conta de mim
Apenas um passo em cima do gelo fino.
No seu mundo a vida é apenas um filme
Mas hoje eu sou a vitima e você o assassino
Impulsionando suas garras na minha garganta.
Gostaria de ver tudo de longe
Enquanto o vento brinca com seus cabelos
E a treva vai consumindo sua imagem.
Eu sou apenas eu mesmo,
Andando nas pontas dos pés
Enquanto você se afunda...
À Lua
O brilho da lua pálida e nua
Satura meu espirito sem egoismo
Salpica o sereno em minhas feridas,
Cura-me por fora assim como por dentro.
Ouço os ruídos do vento farfalhando os galhos das árvores
E deparo-me com tão vil perfeita criatura
Que com os olhos arregalados me espreitavam
Enquanto eriçava suas penas aquecendo-se .
Fitando-a magnificado com tal formosura
Fui me aproximando da tal criatura
Em um grito estridente inclinou seu corpo à frente
E ávido lançou voou junto a grande e prateada lua.
Satura meu espirito sem egoismo
Salpica o sereno em minhas feridas,
Cura-me por fora assim como por dentro.
Ouço os ruídos do vento farfalhando os galhos das árvores
E deparo-me com tão vil perfeita criatura
Que com os olhos arregalados me espreitavam
Enquanto eriçava suas penas aquecendo-se .
Fitando-a magnificado com tal formosura
Fui me aproximando da tal criatura
Em um grito estridente inclinou seu corpo à frente
E ávido lançou voou junto a grande e prateada lua.
A opressão da vida
Um pedaço de certeza me espanca,
Me arranca toda a alegria de meu ser
Por quê hoje vivo aqui na matéria,
E logo ali embaixo da terra os vermes hão de me comer!
Nessa mesma terra ingrata cujo meus pés caminham,
Dia após dia envelhecendo nessa vida?
Filha do carvão e do amoníaco,
Do enxofre e do alumínio...
De que me adianta divagar um pensamento,
Se tudo o que tenho é um pequeno sabor do lamento?
Em minhas mãos a alegria eu arrasto,
Porém aos meus pés a tristeza está arraigada!
Meu sangue ácido ficará enquanto as bactérias fazem o seu banquete
A pressão da terra sufocante em cima de mim
O odor horrendo da treva opressora
Enfim, sem glória me resta apenas a caveira!
Me arranca toda a alegria de meu ser
Por quê hoje vivo aqui na matéria,
E logo ali embaixo da terra os vermes hão de me comer!
Nessa mesma terra ingrata cujo meus pés caminham,
Dia após dia envelhecendo nessa vida?
Filha do carvão e do amoníaco,
Do enxofre e do alumínio...
De que me adianta divagar um pensamento,
Se tudo o que tenho é um pequeno sabor do lamento?
Em minhas mãos a alegria eu arrasto,
Porém aos meus pés a tristeza está arraigada!
Meu sangue ácido ficará enquanto as bactérias fazem o seu banquete
A pressão da terra sufocante em cima de mim
O odor horrendo da treva opressora
Enfim, sem glória me resta apenas a caveira!
segunda-feira, 23 de março de 2015
Aflita
Com seus cabelos ao vento
Ela caminhava desamparada
Com seu olhar desatento
Tendo seu corpo molhado pelo relento.
Seu coração palpitava,
Pelo espinho do amor sangrava
Em tristes gotas por onde caminhava
Melancolicamente ofegava.
O terror que na sua alma aflora
Impiedoso e impassível
Insulta tua força de vontade
Desprendendo-a de sua vaidade!
Álgido e fresco é o seu delírio
Se é dia ou noite já não lhe importa
Fatigada ela se ajoelha ao chão
Arrastando a terra com as mãos.
No inicio havia a morte em sua consciência,
Arrastando-se sordidamente por suas veias
Portando agora, apenas leva as mãos contra a cabeça
Sucumbindo a ânsia de descansar.
Ela caminhava desamparada
Com seu olhar desatento
Tendo seu corpo molhado pelo relento.
Seu coração palpitava,
Pelo espinho do amor sangrava
Em tristes gotas por onde caminhava
Melancolicamente ofegava.
O terror que na sua alma aflora
Impiedoso e impassível
Insulta tua força de vontade
Desprendendo-a de sua vaidade!
Álgido e fresco é o seu delírio
Se é dia ou noite já não lhe importa
Fatigada ela se ajoelha ao chão
Arrastando a terra com as mãos.
No inicio havia a morte em sua consciência,
Arrastando-se sordidamente por suas veias
Portando agora, apenas leva as mãos contra a cabeça
Sucumbindo a ânsia de descansar.
As palavras por trás do seu silêncio
Tão doce é o gosto do teu beijo
Tão suave o som da tua voz...
Mas eu não sei em que acreditar,
Seus lábios dizem sim
Mas sua boca só quis me provocar...
Arriscar? Ou fugir?
Suas palavras ainda correm em mim...
Calar-se ou trancar?
Mentindo e fugindo...
Sinto meu coração apertado,
Sinto-me presa dentro de mim mesma!
Mãos climáticas que me pressionam
Não sei mas o que me causa tanta dor,
Se é o teu sorriso, ou o teu silêncio...
Nunca escondi nada de você,
Meu desejo apenas permaneceu oculto
Por medo da rejeição
Meus dias hoje estão escuros
Gostaria de ter a mesma inocência, que tinha antes
Assim você não me faria sentir o final tão triste
Foi tudo tão sincero, um momento tão lindo...
E eu podia sentir o seu coração batendo no meu...
E assim pude sorrir, vendo o teu sorriso....
E eu estava... ali...
Lembra do quanto éramos felizes juntos?
Lembra de que não era apenas eu que estava ali?
Sem mentir... Sem calar... Sem trancar... Sem fingir...
Nada foi em vão!
Não foi apenas ilusão!
Você no fundo me amava,
E eu o amava também!
Mas seus lábios dizem sim,
E suas palavras dizem adeus!
Tão suave o som da tua voz...
Mas eu não sei em que acreditar,
Seus lábios dizem sim
Mas sua boca só quis me provocar...
Arriscar? Ou fugir?
Suas palavras ainda correm em mim...
Calar-se ou trancar?
Mentindo e fugindo...
Sinto meu coração apertado,
Sinto-me presa dentro de mim mesma!
Mãos climáticas que me pressionam
Não sei mas o que me causa tanta dor,
Se é o teu sorriso, ou o teu silêncio...
Nunca escondi nada de você,
Meu desejo apenas permaneceu oculto
Por medo da rejeição
Meus dias hoje estão escuros
Gostaria de ter a mesma inocência, que tinha antes
Assim você não me faria sentir o final tão triste
Foi tudo tão sincero, um momento tão lindo...
E eu podia sentir o seu coração batendo no meu...
E assim pude sorrir, vendo o teu sorriso....
E eu estava... ali...
Lembra do quanto éramos felizes juntos?
Lembra de que não era apenas eu que estava ali?
Sem mentir... Sem calar... Sem trancar... Sem fingir...
Nada foi em vão!
Não foi apenas ilusão!
Você no fundo me amava,
E eu o amava também!
Mas seus lábios dizem sim,
E suas palavras dizem adeus!
Enganado pelo amor
Lágrimas silenciadas pela mentira
Eu nunca amarei você novamente
Tão claro é o meu pensamento,
Que as nuvens nebulosas da ilusão
Partiram para longe,
Carregando minha magoa e desespero...
Enganei o amor...
Eu me enganei por amor...
Pensei que te amava,
Mas na realidade meu coração nunca esteve aqui...
Tão longe eu busquei,
Tantas flores eu deixei nessa trilha
Quantas lágrimas eu derramei...
-Nunca procure nos outros o que tem de achar em si mesmo!
Amar você não foi um erro,
Mas sim me deixar levar pelas aparências...
Parecia tudo tão perfeito,
E eu com os meus defeitos...
Mal pude notar,
Que você já não estava ali a suspirar!
Enganada pelo amor...
Enganada pela dor...
Enganei e fui enganada...
E agora então se foi....
Partiu através do arco-iris de tons de cinza
E no fundo de minha alma,
Mas bem lá no fundo...
Me fez sentir saudade,
De um beijo, de um olhar, de uma palavra...
Sim, um dia eu te amei!
Um dia eu estive aqui por carinho...
Um dia realmente você me fez sorrir...
Eu nunca te amarei novamente!
-E aqueles que enganam, serão enganados!
Eu nunca amarei você novamente
Tão claro é o meu pensamento,
Que as nuvens nebulosas da ilusão
Partiram para longe,
Carregando minha magoa e desespero...
Enganei o amor...
Eu me enganei por amor...
Pensei que te amava,
Mas na realidade meu coração nunca esteve aqui...
Tão longe eu busquei,
Tantas flores eu deixei nessa trilha
Quantas lágrimas eu derramei...
-Nunca procure nos outros o que tem de achar em si mesmo!
Amar você não foi um erro,
Mas sim me deixar levar pelas aparências...
Parecia tudo tão perfeito,
E eu com os meus defeitos...
Mal pude notar,
Que você já não estava ali a suspirar!
Enganada pelo amor...
Enganada pela dor...
Enganei e fui enganada...
E agora então se foi....
Partiu através do arco-iris de tons de cinza
E no fundo de minha alma,
Mas bem lá no fundo...
Me fez sentir saudade,
De um beijo, de um olhar, de uma palavra...
Sim, um dia eu te amei!
Um dia eu estive aqui por carinho...
Um dia realmente você me fez sorrir...
Eu nunca te amarei novamente!
-E aqueles que enganam, serão enganados!
Através do sono profundo
Através da chuva eu busquei por você
Através da sombra eu lamentei sua perda
Através do sonho eu criei você
Através da lembrança eu derramei meu sangue...
Além do tempo eu viajei...
Além das nuvens eu voei...
Eu sussurrei seu nome, mas você não me ouviu...
Cantei as estrelas meu amor por você
E assim minha alegria se tornou um segredo
Seu rosto escurecido na minha memória,
Me dizendo adeus
Tão triste eu chorei,
Tão solitária eu cai no sono da amargura
E derramei lágrimas de desespero...
Através do ódio eu busquei o amor
Através da amargura eu busquei alegria
Através do sonho eu busquei a realidade
Pelas estrelas eu caminhei...
Por ali minhas rosas eu deixei...
Abri meu coração e você sorriu
Sussurrei seu nome e você não ouviu
Além da chama eu busquei...
Além do tempo eu voei...
Através das pedras eu plantei minhas sementes...
E enfim do sonho eu acordei
E pude ver você sorrindo,
Tocando docemente meu coração
E assim eu senti o calor brotar em mim...
E pude ver nos seus olhos claros como a lua,
Que realmente você estava ali!
Através da sombra eu lamentei sua perda
Através do sonho eu criei você
Através da lembrança eu derramei meu sangue...
Além do tempo eu viajei...
Além das nuvens eu voei...
Eu sussurrei seu nome, mas você não me ouviu...
Cantei as estrelas meu amor por você
E assim minha alegria se tornou um segredo
Seu rosto escurecido na minha memória,
Me dizendo adeus
Tão triste eu chorei,
Tão solitária eu cai no sono da amargura
E derramei lágrimas de desespero...
Através do ódio eu busquei o amor
Através da amargura eu busquei alegria
Através do sonho eu busquei a realidade
Pelas estrelas eu caminhei...
Por ali minhas rosas eu deixei...
Abri meu coração e você sorriu
Sussurrei seu nome e você não ouviu
Além da chama eu busquei...
Além do tempo eu voei...
Através das pedras eu plantei minhas sementes...
E enfim do sonho eu acordei
E pude ver você sorrindo,
Tocando docemente meu coração
E assim eu senti o calor brotar em mim...
E pude ver nos seus olhos claros como a lua,
Que realmente você estava ali!
É o fim?
Essa é a minha vida
Chorando no escuro..
Esquecendo do sonho...
Esquecendo das minhas promessas...
- O que você vai fazer quando chegar o seu fim?
Ir até onde eu conseguir caminhar...
Até quando seu sonho vai continuar se quebrando?
-Quem é você?
De quem é esse reflexo no espelho?
Eu não sou um mentiroso!
-Fique em silêncio!
Quero sair desse pesadelo que eu mesmo criei...
Estou em uma sala fechada com um assassino...
-Eu sou você!
Essa é minha vida...
Criar um monstro para me perseguir
Esquecendo dos meus princípios,
Esquecendo dos meus sonhos....
Me perdendo em um mundo de medo...
Eu sou meu próprio assassino
Vagando por entre salas vazias
Fugindo de um mundo congelado...
Matando eu mesmo a sangue frio...
Quem é você?
- Eu sou você!
Está tão escuro nessa sala vazia...
Olhe no meu rosto
Me diga o que hoje você vê?
O ontem não importa mais...
Veja meu reflexo ele fala por mim mesmo...
O fim da minha vida está próximo...
Eu sei... E você sabe também...
Estou em perigo comigo mesmo aqui dentro!
Eu posso ser qualquer um...
Agora meu mundo está coberto de cinza!
Mistérios e dúvidas...
Que ainda terei de desvendar!
Chorando no escuro..
Esquecendo do sonho...
Esquecendo das minhas promessas...
- O que você vai fazer quando chegar o seu fim?
Ir até onde eu conseguir caminhar...
Até quando seu sonho vai continuar se quebrando?
-Quem é você?
De quem é esse reflexo no espelho?
Eu não sou um mentiroso!
-Fique em silêncio!
Quero sair desse pesadelo que eu mesmo criei...
Estou em uma sala fechada com um assassino...
-Eu sou você!
Essa é minha vida...
Criar um monstro para me perseguir
Esquecendo dos meus princípios,
Esquecendo dos meus sonhos....
Me perdendo em um mundo de medo...
Eu sou meu próprio assassino
Vagando por entre salas vazias
Fugindo de um mundo congelado...
Matando eu mesmo a sangue frio...
Quem é você?
- Eu sou você!
Está tão escuro nessa sala vazia...
Olhe no meu rosto
Me diga o que hoje você vê?
O ontem não importa mais...
Veja meu reflexo ele fala por mim mesmo...
O fim da minha vida está próximo...
Eu sei... E você sabe também...
Estou em perigo comigo mesmo aqui dentro!
Eu posso ser qualquer um...
Agora meu mundo está coberto de cinza!
Mistérios e dúvidas...
Que ainda terei de desvendar!
Obrigada pelas minhas memórias
Você me abraçou quando eu sentia frio
Você sorriu para mim quando ninguém mais sorria
Você enxugou minhas lágrimas quando eu chorava
Você abriu meus olhos quando eu estava cega de ilusão
Você sempre esteve aqui quando eu mais precisei...
Caminhando no sol da manhã
Deitados na grama de tardinha
Caminhando pela madrugada adentro
Sentados em um banco jogando conversa fora...
Você é tudo para mim!
Não sei mentir para você,
Você sabe descrever cada sorriso meu...
Você sabe ver o motivo através de cada lágrima...
Você me faz sentir especial quando eu me sinto um verme....
Você conhece tão bem o meu mundo!
Dançando no mesmo ritmo...
Cantando a mesma canção...
Voando na mesma nuvem...
Navegando no mesmo navio...
Tão doce como um sonho!
Somos as crianças do halloween,
Somos os caçadores de mistérios,
Somos sonhadores...
Somos amigos... Somos irmãos...
Nossas almas se completam!
Obrigado pelas lembranças felizes,
Obrigado pelos sonhos,
Obrigado pelas esperanças...
Obrigado pelo sorriso que coloca no meu rosto,
A toda manhã desnuda...
Você sorriu para mim quando ninguém mais sorria
Você enxugou minhas lágrimas quando eu chorava
Você abriu meus olhos quando eu estava cega de ilusão
Você sempre esteve aqui quando eu mais precisei...
Caminhando no sol da manhã
Deitados na grama de tardinha
Caminhando pela madrugada adentro
Sentados em um banco jogando conversa fora...
Você é tudo para mim!
Não sei mentir para você,
Você sabe descrever cada sorriso meu...
Você sabe ver o motivo através de cada lágrima...
Você me faz sentir especial quando eu me sinto um verme....
Você conhece tão bem o meu mundo!
Dançando no mesmo ritmo...
Cantando a mesma canção...
Voando na mesma nuvem...
Navegando no mesmo navio...
Tão doce como um sonho!
Somos as crianças do halloween,
Somos os caçadores de mistérios,
Somos sonhadores...
Somos amigos... Somos irmãos...
Nossas almas se completam!
Obrigado pelas lembranças felizes,
Obrigado pelos sonhos,
Obrigado pelas esperanças...
Obrigado pelo sorriso que coloca no meu rosto,
A toda manhã desnuda...
Escrevendo minhas tragédias
Um mundo mágico,
Cheio de sonhos e sorrisos,
Imagine, tão tolo fui...
Eu te vi passando pelos corredores da igreja,
Todos olhavam para mim...
Sim eu estava feliz!
Tudo mentira...
Meus olhos agora estão secos...
Não tenho mais lágrimas para derramar,
Deus não estava aqui...
A maior tragédia da minha vida,
Você deslumbrante caminhando...
Tão doce, tão linda...
Mas todos estavam olhando para mim
Em um baile de mascaras,
Onde meus pecados foram esquecidos
Assim eu te conheci,
Tão linda e melancólica...
Você me traiu...
Fechou aquela porta,
Quebrou meu coração!
Então que tal esse efeito?
Agora todos estão olhando para você,
O cenário foi mudado...
Estão todos rindo e dançando a minha desgraça!
Deus não estava aqui para me guardar...
Meus olhos lacrimejaram...
E meus pulsos choraram...
Mas você continuou tão linda sem mover um músculo
Eu estava tão constrangido...
Todos olhavam para mim...
No baile de mascaras no qual te conheci
Um sonho perfeito,
Embaixo da água,
Dormindo em frente ao espelho....
Agora eu sei que é você de verdade,
Posso ver seus rosto por trás da mascara...
Você não é mais tão linda assim!
Cheio de sonhos e sorrisos,
Imagine, tão tolo fui...
Eu te vi passando pelos corredores da igreja,
Todos olhavam para mim...
Sim eu estava feliz!
Tudo mentira...
Meus olhos agora estão secos...
Não tenho mais lágrimas para derramar,
Deus não estava aqui...
A maior tragédia da minha vida,
Você deslumbrante caminhando...
Tão doce, tão linda...
Mas todos estavam olhando para mim
Em um baile de mascaras,
Onde meus pecados foram esquecidos
Assim eu te conheci,
Tão linda e melancólica...
Você me traiu...
Fechou aquela porta,
Quebrou meu coração!
Então que tal esse efeito?
Agora todos estão olhando para você,
O cenário foi mudado...
Estão todos rindo e dançando a minha desgraça!
Deus não estava aqui para me guardar...
Meus olhos lacrimejaram...
E meus pulsos choraram...
Mas você continuou tão linda sem mover um músculo
Eu estava tão constrangido...
Todos olhavam para mim...
No baile de mascaras no qual te conheci
Um sonho perfeito,
Embaixo da água,
Dormindo em frente ao espelho....
Agora eu sei que é você de verdade,
Posso ver seus rosto por trás da mascara...
Você não é mais tão linda assim!
A busca infinita
De olhos fechados
Silenciosamente ela vem me buscar
Afogada na angústia
Na rendição de seus pecados
Docemente ela vem caminhando
Com seus olhos fechados
O véu da desilusão está fechado
Cortinas nebulosas de desespero
O encanto foi quebrado
O som do rizo, do gozo
Do teatro, da tragédia...
A taça de vinho tinto derramada,
No carpete cinza...
O silêncio enfim foi quebrado
Por toda a eternidade
Na minha insaciável sede busquei
Criatura tão bela e cativante
Como tu busquei!
Eu estou aqui para te acalmar,
Venha aninhe-se ao fogo
Eu preciso de você!
Mas não tanto como você precisa de mim esta noite!
Subindo aos céus
Desejos levados pelo vento...
Coração que bate em cavalgada...
O silêncio enfim foi quebrado
E assim o choro e a dor selados!
Não há algo que grita mais do que o próprio silêncio!
Silenciosamente ela vem me buscar
Afogada na angústia
Na rendição de seus pecados
Docemente ela vem caminhando
Com seus olhos fechados
O véu da desilusão está fechado
Cortinas nebulosas de desespero
O encanto foi quebrado
O som do rizo, do gozo
Do teatro, da tragédia...
A taça de vinho tinto derramada,
No carpete cinza...
O silêncio enfim foi quebrado
Por toda a eternidade
Na minha insaciável sede busquei
Criatura tão bela e cativante
Como tu busquei!
Eu estou aqui para te acalmar,
Venha aninhe-se ao fogo
Eu preciso de você!
Mas não tanto como você precisa de mim esta noite!
Subindo aos céus
Desejos levados pelo vento...
Coração que bate em cavalgada...
O silêncio enfim foi quebrado
E assim o choro e a dor selados!
Não há algo que grita mais do que o próprio silêncio!
Deixe-me em paz
Com os olhos fechados
Meu corpo fechado
Meu coração perfurado
Eu abro minhas mãos,
Eu tiro a terra do chão
Cavando calmamente...
Meu sangue está seco
A dor já se estagnou
Com minhas lágrimas esparramadas
Chorando, eu te peço,
Deixe-me em paz!
Eu arranco seus pecados
Dissolvo a angústia que tenha me causado
Esqueço... De como amei sua carne...
Esqueço... De como amei sua alma...
E agora eu enxugo suas lágrimas
E as junto com as minhas
Secos estão meus beijos
Que um dia lhe dei com amor
Com os olhos fechados
Eu te digo adeus!
Deixe-me voar...
Assim como um dia eu te deixei voar também!
Deixe-me viver a vida que ainda me resta
A ferida ainda está aberta
Mas o sangue já parou de escorrer...
Deixe-me enfim ainda continuar a respirar!
Você não seria tão cruel ao ponto de me matar?
Então deixe-me em paz!
Meu corpo fechado
Meu coração perfurado
Eu abro minhas mãos,
Eu tiro a terra do chão
Cavando calmamente...
Meu sangue está seco
A dor já se estagnou
Com minhas lágrimas esparramadas
Chorando, eu te peço,
Deixe-me em paz!
Eu arranco seus pecados
Dissolvo a angústia que tenha me causado
Esqueço... De como amei sua carne...
Esqueço... De como amei sua alma...
E agora eu enxugo suas lágrimas
E as junto com as minhas
Secos estão meus beijos
Que um dia lhe dei com amor
Com os olhos fechados
Eu te digo adeus!
Deixe-me voar...
Assim como um dia eu te deixei voar também!
Deixe-me viver a vida que ainda me resta
A ferida ainda está aberta
Mas o sangue já parou de escorrer...
Deixe-me enfim ainda continuar a respirar!
Você não seria tão cruel ao ponto de me matar?
Então deixe-me em paz!
Vida morna
Teu sorriso irradia lua
Tua voz me encanta
Sinto-me viva ao teu lado
Porém estou morta,
Naufragada ilusão
Completamente sem razão!
Naufragada em sonhos em ruínas
Sou tão fria com um Ice Berg.
Não tente buscar sentimentos em mim
Ou se perderá nas trevas do meu coração
Sou tão comum com as pedras
Então não me toque!
Eu tenho espinhos,
Não quero te fazer sangrar...
Meu sangue foi envenenado
E não quero sentir culpa,
Não quero te matar...
Sinto-me sozinha
Mas não quero você aqui do meu lado
Te amo muito
E não quero te ver sangrar - Novamente
Sua luz brilha somente em ti mesmo
Sua voz soa como um cântico angelical
E assim me sinto presa,
A mais um sonho...
Um coração despedaçado
Uma futura perda
Uma futura desilusão
Não quero... Não devo... Não posso!
Fazer você parar de sorrir
Pois se assim eu o fizer
Morrerei sozinha no escuro saturada pela culpa!
Tua voz me encanta
Sinto-me viva ao teu lado
Porém estou morta,
Naufragada ilusão
Completamente sem razão!
Naufragada em sonhos em ruínas
Sou tão fria com um Ice Berg.
Não tente buscar sentimentos em mim
Ou se perderá nas trevas do meu coração
Sou tão comum com as pedras
Então não me toque!
Eu tenho espinhos,
Não quero te fazer sangrar...
Meu sangue foi envenenado
E não quero sentir culpa,
Não quero te matar...
Sinto-me sozinha
Mas não quero você aqui do meu lado
Te amo muito
E não quero te ver sangrar - Novamente
Sua luz brilha somente em ti mesmo
Sua voz soa como um cântico angelical
E assim me sinto presa,
A mais um sonho...
Um coração despedaçado
Uma futura perda
Uma futura desilusão
Não quero... Não devo... Não posso!
Fazer você parar de sorrir
Pois se assim eu o fizer
Morrerei sozinha no escuro saturada pela culpa!
Venha para os meus braços
Fico parado vendo as horas se passarem
Mutuamente... Chuva e sol...
Os dias se passam...
Primavera... Verão... Outono... Inverno...
Dia e noite...
Pensando nos teus lábios vermelhos
Lembrando de como fitava teus olhos
Imaginando um sorriso ao me rever.
Mas você apenas sorri...
Sempre com o mesmo olhar
Por quê?
Meu maior desejo é o teu calor!
Cada abraço teu...
E como se meu coração se rasgasse...
Sinto tanto amor em meu peito
Gostaria de partilha-lo contigo!
Venha para os meus braços minha rosa
Sem teu amor não consigo mais sobreviver
O que bate em meu peito,
Apenas bate por você...
Então não chores minha donzela
Teu pranto é desnecessário,
Pois assim eu te amo
E com todas minhas forças eu te guardo!
Mutuamente... Chuva e sol...
Os dias se passam...
Primavera... Verão... Outono... Inverno...
Dia e noite...
Pensando nos teus lábios vermelhos
Lembrando de como fitava teus olhos
Imaginando um sorriso ao me rever.
Mas você apenas sorri...
Sempre com o mesmo olhar
Por quê?
Meu maior desejo é o teu calor!
Cada abraço teu...
E como se meu coração se rasgasse...
Sinto tanto amor em meu peito
Gostaria de partilha-lo contigo!
Venha para os meus braços minha rosa
Sem teu amor não consigo mais sobreviver
O que bate em meu peito,
Apenas bate por você...
Então não chores minha donzela
Teu pranto é desnecessário,
Pois assim eu te amo
E com todas minhas forças eu te guardo!
Corpo fechado
Sinto-me fraca e vazia
Minha pele arde e meu corpo queima no frio
Estou tão taciturna,
A fitar o céu negro adornado por estrelas
Que meus olhos assim permanecem pesados
A angústia apedreja minha alma...
Fechado para mim
Trancado dentro
Corpo fechado
A chave foi escondida,
Aonde devo procurar?
O segredo foi guardado,
Nem tão seguro assim pudera eu estar!
A cada instante sinto o amor de mim se afastar
Algo se agita nas profundezas do meu interior
Estou sozinha e não sei para onde caminhar
Tão fundos e chorosos estão meus olhos
Meu coração disparado grita
E assim a noite se torna um assombroso dia!
Amarrado no escuro
Onde as sombras se movem com rapidez
E algo grita com medo,
Algo grita por ajuda...
Onde estou?
A cada instante me afundo mais dentro de mim
Como areia movediça...
Não encontro um fim!
E o silêncio grita mais alto que as minhas palavras
Preciso abrir a caixa
Encontrar aquilo que tenho buscado,
Amor então por assim dizer...
Minha pele arde e meu corpo queima no frio
Estou tão taciturna,
A fitar o céu negro adornado por estrelas
Que meus olhos assim permanecem pesados
A angústia apedreja minha alma...
Fechado para mim
Trancado dentro
Corpo fechado
A chave foi escondida,
Aonde devo procurar?
O segredo foi guardado,
Nem tão seguro assim pudera eu estar!
A cada instante sinto o amor de mim se afastar
Algo se agita nas profundezas do meu interior
Estou sozinha e não sei para onde caminhar
Tão fundos e chorosos estão meus olhos
Meu coração disparado grita
E assim a noite se torna um assombroso dia!
Amarrado no escuro
Onde as sombras se movem com rapidez
E algo grita com medo,
Algo grita por ajuda...
Onde estou?
A cada instante me afundo mais dentro de mim
Como areia movediça...
Não encontro um fim!
E o silêncio grita mais alto que as minhas palavras
Preciso abrir a caixa
Encontrar aquilo que tenho buscado,
Amor então por assim dizer...
Íncubus
A última gota de sanidade
Escorreu pelo meu rosto pálido
E caiu ao chão,
Junto as minhas vestes negras.
Um calor abrasador toma conta de meu corpo nu,
Já não sinto frio...
Já não sinto dor...
Já não estou sozinha...
Você me agarra firme,
Rasgando meu corpo...
É muito mais forte,
Do que eu possa suportar...
Um demônio sedutor
Adentrou na negritude de minha alma
Fazendo-me suspirar
A cada beijo e caricia compartilhados...
Somos dois demônios solitários
Renegados de Deus,
Odiados pelo mundo
Que tal compartilharmos nossa dor?
Clamo teu nome toda noite
Procuro teu corpo nas trevas
Busco o teu cheiro no ar...
Preciso de ti Íncubos!
Sinto frio...
Meu corpo queima...
Onde está você?
Estou sozinha no escuro...
Um demônio sedutor
Drenou meu sangue
Imobilizando o meu corpo
Imaculando meu ser...
Escorreu pelo meu rosto pálido
E caiu ao chão,
Junto as minhas vestes negras.
Um calor abrasador toma conta de meu corpo nu,
Já não sinto frio...
Já não sinto dor...
Já não estou sozinha...
Você me agarra firme,
Rasgando meu corpo...
É muito mais forte,
Do que eu possa suportar...
Um demônio sedutor
Adentrou na negritude de minha alma
Fazendo-me suspirar
A cada beijo e caricia compartilhados...
Somos dois demônios solitários
Renegados de Deus,
Odiados pelo mundo
Que tal compartilharmos nossa dor?
Clamo teu nome toda noite
Procuro teu corpo nas trevas
Busco o teu cheiro no ar...
Preciso de ti Íncubos!
Sinto frio...
Meu corpo queima...
Onde está você?
Estou sozinha no escuro...
Um demônio sedutor
Drenou meu sangue
Imobilizando o meu corpo
Imaculando meu ser...
domingo, 22 de março de 2015
Linhas tortas
O pesadelo eterno do meu viver
Um coração quebrado em pedaços
Lágrimas de aflição...
Cabelo revolto em desalinho
Estanca, arranca...
Eu lhe suplico!
Arranca de mim essa maldita dor, essa aflição!
Desejo o teu amor
Mas quem tu és?
Ainda não tive a honra de conhecê-lo cordialmente
Meu senhor da nevoa...
Senhor dos ventos do Oeste...
Um gole de sangue eu aceito,
Dois eu levo,
Três eu recuso!
Monte a besta,
Mas não deixe ela te montar...
Vivendo uma mentira,
Sendo afogada em lágrimas por um mentiroso...
Em uma solidão infinita,
Que dói e faz sangrar...
No silêncio que grita dentro de mim!
Dizer que te amo e tentar descrever
É como tentar descrever a beleza das flores
Com seu perfume adocicado,
Mesmo até depois de mortas...
Amor, amar, amor...
Tão calmo e tão belo
Tão cortês...
Em uma simples palavra,
Descrevo tudo o que sinto
[Amor!
O despertar daquele que dorme
[Um sonhador!
Ele se solta de suas correntes
E voa em liberdade...
Amargurada vida
Que o acolhe no anseio do amor!
Por que levaste o meu coração de mim?
Eu preciso dele para bombear meu sangue...
Volte por favor,
Traga-o de volta para mim!
E venha com ele, pois necessito de ti!
Meu anjo de luz
Meu amado...
Tão longe e tão perto...
Fruto do suor sagrado
A ti eu busco na escuridão
Somente a ti e mais ninguém,
Ocupa espaço no meu ser!
Um coração quebrado em pedaços
Lágrimas de aflição...
Cabelo revolto em desalinho
Estanca, arranca...
Eu lhe suplico!
Arranca de mim essa maldita dor, essa aflição!
Desejo o teu amor
Mas quem tu és?
Ainda não tive a honra de conhecê-lo cordialmente
Meu senhor da nevoa...
Senhor dos ventos do Oeste...
Um gole de sangue eu aceito,
Dois eu levo,
Três eu recuso!
Monte a besta,
Mas não deixe ela te montar...
Vivendo uma mentira,
Sendo afogada em lágrimas por um mentiroso...
Em uma solidão infinita,
Que dói e faz sangrar...
No silêncio que grita dentro de mim!
Dizer que te amo e tentar descrever
É como tentar descrever a beleza das flores
Com seu perfume adocicado,
Mesmo até depois de mortas...
Amor, amar, amor...
Tão calmo e tão belo
Tão cortês...
Em uma simples palavra,
Descrevo tudo o que sinto
[Amor!
O despertar daquele que dorme
[Um sonhador!
Ele se solta de suas correntes
E voa em liberdade...
Amargurada vida
Que o acolhe no anseio do amor!
Por que levaste o meu coração de mim?
Eu preciso dele para bombear meu sangue...
Volte por favor,
Traga-o de volta para mim!
E venha com ele, pois necessito de ti!
Meu anjo de luz
Meu amado...
Tão longe e tão perto...
Fruto do suor sagrado
A ti eu busco na escuridão
Somente a ti e mais ninguém,
Ocupa espaço no meu ser!
A masmorra
Tão longas são as horas
Que passo na masmorra imunda e feia
Que só de pensar em ti
Ouço-te caminhar...
Que alegre será esse momento
Ao qual tocarei tua pele macia
E beijarei teus lábios vermelhos
Que manhã tão clara...
O mundo gira...
Sinto-me entre flores,
Com tua doce voz a sussurrar no meu ouvido
Oh... Meu amor por ti,
Cresce a cada instante
Venha a mim nessa treva turbulenta
Estanca, arranca essa terrível dor!
Busquei em ti um alivio
Extremoso mergulhei em ti
E mal consigo resistir
A dor imensa, que me cerca e mata!
Posso ver, posso sentir...
Teu perfume de absinto
Tua voz, teu riso!
Vejo teu rosto, vejo o teu sorriso
[Mas a penumbra já está presente
Conheço a ilusão
Conheço a perda
Não sei se vivo, ou morro
Apenas foge-me a vista, e caio
Movo os membros e suspiro
A violência da magoa não mais suporto!
E assim me entrego tão desolado,
A profunda ruína!
Que passo na masmorra imunda e feia
Que só de pensar em ti
Ouço-te caminhar...
Que alegre será esse momento
Ao qual tocarei tua pele macia
E beijarei teus lábios vermelhos
Que manhã tão clara...
O mundo gira...
Sinto-me entre flores,
Com tua doce voz a sussurrar no meu ouvido
Oh... Meu amor por ti,
Cresce a cada instante
Venha a mim nessa treva turbulenta
Estanca, arranca essa terrível dor!
Busquei em ti um alivio
Extremoso mergulhei em ti
E mal consigo resistir
A dor imensa, que me cerca e mata!
Posso ver, posso sentir...
Teu perfume de absinto
Tua voz, teu riso!
Vejo teu rosto, vejo o teu sorriso
[Mas a penumbra já está presente
Conheço a ilusão
Conheço a perda
Não sei se vivo, ou morro
Apenas foge-me a vista, e caio
Movo os membros e suspiro
A violência da magoa não mais suporto!
E assim me entrego tão desolado,
A profunda ruína!
Coberta por mascaras
Nos teus olhos brilha o sarcasmo
Que nessa fria noite me apavora
E tão delicada é a tua caminhada
Que cobre tuas mil faces
Que eu nem me atrevo a descrever...
Para a glória do amor,
Tão formidável tesouro
Derramo meu pranto aflito e amargurado
O céu tão gentil te deixara cair
Como uma estrela flamejante
Eu pude com toda doçura te ver brilhar!
Um lindo corpo
-Balsamo para meus olhos
Rosa celeste!
-Serpente do deserto...
Ora... Por que nessas mil faces,
Nenhuma se encontra a tua figura?
Tão amável fui contigo
Então por que não desce deste teu trono
E me saúda?
Oh... Rosa da amargura!
Ah! Tão insensível fui!
Perdoe-me...
Talvez nessa formidável beleza que te afigura,
Guarde tão taciturna,
No âmago do teu ser um coração desolado!
Que nessa fria noite me apavora
E tão delicada é a tua caminhada
Que cobre tuas mil faces
Que eu nem me atrevo a descrever...
Para a glória do amor,
Tão formidável tesouro
Derramo meu pranto aflito e amargurado
O céu tão gentil te deixara cair
Como uma estrela flamejante
Eu pude com toda doçura te ver brilhar!
Um lindo corpo
-Balsamo para meus olhos
Rosa celeste!
-Serpente do deserto...
Ora... Por que nessas mil faces,
Nenhuma se encontra a tua figura?
Tão amável fui contigo
Então por que não desce deste teu trono
E me saúda?
Oh... Rosa da amargura!
Ah! Tão insensível fui!
Perdoe-me...
Talvez nessa formidável beleza que te afigura,
Guarde tão taciturna,
No âmago do teu ser um coração desolado!
Maravilhas
De longe as montanhas parecem veludo
E o rio parece estar congelado
As pedras do riacho parecem se mover
E as folhas dançam com o vento
Sinto-me livre...
Tão leve como uma margarida pairando no vazio do horizonte
Vejo as árvores e me sinto preenchida,
Sinto-me como um lobo percorrendo a colheita...
O sol brilha com fulgor no céu azul
A alegria preenche o meu coração
Posso sentir os Silfos dançando ao meu redor,
Nas águas do rio sinto-me tão livre como um peixe
É como se a natureza e eu fossemos um só,
Um só coração pulsando freneticamente...
Posso sentir as Ondinas e Nereidas se aproximando de mim
Os Gnomos da mata vieram me visitar,
E os Duendes não param de sorrir,
Fitando-me atrás das árvores acanhados...
Hã! Quão doce é o perfume das flores...
Quão serena é a bruma dos riachos...
Ora... Por apenas um momento...
Um pequeno instante, que se tornou eterno para mim...
Pude me sentir tão livre quanto a um Canarinho
E assim tão leve como tal,
Voei nas asas da magia da floresta....
E o rio parece estar congelado
As pedras do riacho parecem se mover
E as folhas dançam com o vento
Sinto-me livre...
Tão leve como uma margarida pairando no vazio do horizonte
Vejo as árvores e me sinto preenchida,
Sinto-me como um lobo percorrendo a colheita...
O sol brilha com fulgor no céu azul
A alegria preenche o meu coração
Posso sentir os Silfos dançando ao meu redor,
Nas águas do rio sinto-me tão livre como um peixe
É como se a natureza e eu fossemos um só,
Um só coração pulsando freneticamente...
Posso sentir as Ondinas e Nereidas se aproximando de mim
Os Gnomos da mata vieram me visitar,
E os Duendes não param de sorrir,
Fitando-me atrás das árvores acanhados...
Hã! Quão doce é o perfume das flores...
Quão serena é a bruma dos riachos...
Ora... Por apenas um momento...
Um pequeno instante, que se tornou eterno para mim...
Pude me sentir tão livre quanto a um Canarinho
E assim tão leve como tal,
Voei nas asas da magia da floresta....
Tudo mentira
Sem nenhuma alegria eu vou gritar
Sem nenhum sorriso eu vou chorar
Sem nenhum sonho lúcido eu vou acordar
Sem nenhuma glória em vida eu vou morrer...
Se alguém perguntar o porquê eu vou mentir!
Se eu estiver chorando,
Ainda assim eu vou sorrir...
E continuarei a mentir... E sorrir...
Com meus olhos de ressaca eu vou mentir...
E ao acordar do pesadelo eterno que é o meu viver
Alguém ainda estará de pé,
Com os olhos tomados pelo sarcasmo virados para mim,
E seus dedos apontados na minha direção
Eu retornarei a lama
E assim cairei novamente em tentação
Como um mentiroso
Não tentarei lhe explicar,
Pois sinto seu coração pulsar
E sei o quão teus olhos são cegos de ignorância
E não compreenderão minha angústia
E o meu descontentamento!
Apenas chorarei...
Mentirei... E assim continuarei a sorrir...
Mentindo... Afogado na dor...
Sem nenhum sorriso eu vou chorar
Sem nenhum sonho lúcido eu vou acordar
Sem nenhuma glória em vida eu vou morrer...
Se alguém perguntar o porquê eu vou mentir!
Se eu estiver chorando,
Ainda assim eu vou sorrir...
E continuarei a mentir... E sorrir...
Com meus olhos de ressaca eu vou mentir...
E ao acordar do pesadelo eterno que é o meu viver
Alguém ainda estará de pé,
Com os olhos tomados pelo sarcasmo virados para mim,
E seus dedos apontados na minha direção
Eu retornarei a lama
E assim cairei novamente em tentação
Como um mentiroso
Não tentarei lhe explicar,
Pois sinto seu coração pulsar
E sei o quão teus olhos são cegos de ignorância
E não compreenderão minha angústia
E o meu descontentamento!
Apenas chorarei...
Mentirei... E assim continuarei a sorrir...
Mentindo... Afogado na dor...
Nas asas da mentira
Ao certo não sei se seria prudente acreditar em destino,
Eu sinceramente acredito desacreditando
Podemos construir e desfazer...
Podemos criar um mundo repleto de sonhos
E em um piscar de olhos tudo se desaba...
Um sonho para se sonhar,
E não para se viver...
Viva a mentira,
Sinta o medo em arriscar...
Ou quem sabe você pode morrer virando a próxima esquina...
Venha... Voe comigo nesse sonho...
Voe comigo nessa mentira aveludada e macia,
Parece ser tão saboroso esse sonho,
Venha deguste comigo essa mentira não foi criada sozinha...
Apenas fruto de uma mente doentia...
Venha meu sonho é voar contigo...
Não seria prudente da minha parte acreditar em destino,
Eu sinceramente acredito desacreditando,
Mas de alguma forma sinto que... há algo aqui... que eu jamais senti antes...
Esse mistério... Que tal desvendá-lo comigo?
Venha... vamos... voe comigo... nas asas da mentira...
Podemos construir... e desfazer...
Pisque seus olhos... levante um dedo... mova uma de suas mãos...
Crie seu sonho e viva...
Não morreremos aqui parados... Não... Não... mais uma ilusão!
Venha... Vamos voar para longe daqui...
Palácio do pecado... Infinito que não se percebe...
Vamos desfazer todas as profecias no infinito sempre-verde
Venha... voe comigo... talvez não seja... apenas mais uma mentira...
Eu sinceramente acredito desacreditando
Podemos construir e desfazer...
Podemos criar um mundo repleto de sonhos
E em um piscar de olhos tudo se desaba...
Um sonho para se sonhar,
E não para se viver...
Viva a mentira,
Sinta o medo em arriscar...
Ou quem sabe você pode morrer virando a próxima esquina...
Venha... Voe comigo nesse sonho...
Voe comigo nessa mentira aveludada e macia,
Parece ser tão saboroso esse sonho,
Venha deguste comigo essa mentira não foi criada sozinha...
Apenas fruto de uma mente doentia...
Venha meu sonho é voar contigo...
Não seria prudente da minha parte acreditar em destino,
Eu sinceramente acredito desacreditando,
Mas de alguma forma sinto que... há algo aqui... que eu jamais senti antes...
Esse mistério... Que tal desvendá-lo comigo?
Venha... vamos... voe comigo... nas asas da mentira...
Podemos construir... e desfazer...
Pisque seus olhos... levante um dedo... mova uma de suas mãos...
Crie seu sonho e viva...
Não morreremos aqui parados... Não... Não... mais uma ilusão!
Venha... Vamos voar para longe daqui...
Palácio do pecado... Infinito que não se percebe...
Vamos desfazer todas as profecias no infinito sempre-verde
Venha... voe comigo... talvez não seja... apenas mais uma mentira...
Sábado negro
O sol se foi
O céu escureceu
Os pássaros dormem
O véu de Isis se abre
E os monstros eu posso ver,
Aqueles que já dormem
Os que sonham ainda não conseguem notar...
Mas meus olhos estão abertos
Eu não durmo... Porém também não sonho...
Estou tão lúcido e transparente como um cristal...
Use seu raciocínio...
Fuja na noite do sábado negro...
Fuja... Ou será caçado como presa...
Onde estão as crianças a cantar?
Onde estão as pessoas a cantar?
A bruxa esta solta
O corvo já vem cantar
A temporada de caça esta aberta!
Talvez um urubu faminto já possa jantar...
Tão tristes... Tão sombrios...
Aqueles que dormem,
Não jazem no esquecimento
Apenas descansam... Para a noite do sábado negro...
E os sonhadores são devorados,
Por aqueles que dormem...
Que um dia eles devoraram..
O céu está cinza
A lua negra irradia seu brilho
A nevoa densa cai sobre a noite fria
Exalando seu ar de mistério...
O céu escureceu
Os pássaros dormem
O véu de Isis se abre
E os monstros eu posso ver,
Aqueles que já dormem
Os que sonham ainda não conseguem notar...
Mas meus olhos estão abertos
Eu não durmo... Porém também não sonho...
Estou tão lúcido e transparente como um cristal...
Use seu raciocínio...
Fuja na noite do sábado negro...
Fuja... Ou será caçado como presa...
Onde estão as crianças a cantar?
Onde estão as pessoas a cantar?
A bruxa esta solta
O corvo já vem cantar
A temporada de caça esta aberta!
Talvez um urubu faminto já possa jantar...
Tão tristes... Tão sombrios...
Aqueles que dormem,
Não jazem no esquecimento
Apenas descansam... Para a noite do sábado negro...
E os sonhadores são devorados,
Por aqueles que dormem...
Que um dia eles devoraram..
O céu está cinza
A lua negra irradia seu brilho
A nevoa densa cai sobre a noite fria
Exalando seu ar de mistério...
Caixa registradora
Uma vida cercada de plástico bolha
Dentro de uma caixa de papel
Amarrada dos pés a cabeça
Trancada em uma prateleira de vidro...
Código de barras em minha nuca
Tenho data de fabricação,
E data de vencimento
Produto não consumível...
Quer ser meu dono?
Venha brincar comigo?
Sou apenas uma boneca,
Venha me conduzir...
Quer ser meu dono?
Venha brincar comigo?
Digite o 666 na caixa registradora
Me liberte desta prisão de plástico, papel e vidro
Que talvez eu possa te libertar desse teu mundinho frio...
Venha brincar comigo?
Pague meu preço...
Todos tem um...
Quer ser meu dono?
Produto não consumível...
Quer ainda sim, ser meu dono?
Pague o meu preço...
Dentro de uma caixa de papel
Amarrada dos pés a cabeça
Trancada em uma prateleira de vidro...
Código de barras em minha nuca
Tenho data de fabricação,
E data de vencimento
Produto não consumível...
Quer ser meu dono?
Venha brincar comigo?
Sou apenas uma boneca,
Venha me conduzir...
Quer ser meu dono?
Venha brincar comigo?
Digite o 666 na caixa registradora
Me liberte desta prisão de plástico, papel e vidro
Que talvez eu possa te libertar desse teu mundinho frio...
Venha brincar comigo?
Pague meu preço...
Todos tem um...
Quer ser meu dono?
Produto não consumível...
Quer ainda sim, ser meu dono?
Pague o meu preço...
Ausência
Eu posso senti-lo aqui ao meu lado
Sentir o teu calor
Sentir o teu cheiro
Ver de relance o teu reflexo junto ao meu no espelho
Posso senti-lo aqui!
Como é forte isso que sinto
O céu se abriu,
E o sol irradia seu brilho
Sinto você dentro de mim
E meu coração a pulsar disparadamente
Grita por ti...
Meu corpo se aquece
E a chamas brotam em meu interior...
Sou o teu maior escravo
Seja meu... Pois eu já pertenço a você
Senhor manipulador de fantoches
Venha a mim...
Pois já sinto o teu corpo aqui,
Mesmo longe
-Está tão perto!
-Estou tão perto!
Venha a mim amor
Pois estou aqui por prazer
-Alto ele grita
-Tão alto!
-Tão doce!
-Tão melancólico
Bem distante
- Tão perto...
Eu posso senti-lo aqui!
Sentir o teu calor
Sentir o teu cheiro
Ver de relance o teu reflexo junto ao meu no espelho
Posso senti-lo aqui!
Como é forte isso que sinto
O céu se abriu,
E o sol irradia seu brilho
Sinto você dentro de mim
E meu coração a pulsar disparadamente
Grita por ti...
Meu corpo se aquece
E a chamas brotam em meu interior...
Sou o teu maior escravo
Seja meu... Pois eu já pertenço a você
Senhor manipulador de fantoches
Venha a mim...
Pois já sinto o teu corpo aqui,
Mesmo longe
-Está tão perto!
-Estou tão perto!
Venha a mim amor
Pois estou aqui por prazer
-Alto ele grita
-Tão alto!
-Tão doce!
-Tão melancólico
Bem distante
- Tão perto...
Eu posso senti-lo aqui!
De mãos vazias
Te entrego minha vida
Meu corpo, meu sangue, minha essência
Meus bens materiais, meus dogmas, meus sonhos
Eu lhe entrego meu amor, meu coração...
Tudo que tenho entrego a ti senhora da noite!
Afogado em lágrimas de ilusão
Caminho lentamente rumo a lugar nenhum
Me deparei com algo inusitado,
Tudo que outrora relutei em não viver,
Estou vivendo neste momento...
Entreguei-me as tuas chamas
Entreguei-me ao teu desejo
Entreguei-me a tua ilusão...
E agora estou ferido,
Torrado e chamuscado...
Inundado na sujeira
Afundado na angústia...
Eu sou um animador desanimado
Um palhaço cansado
Uma rosa murcha em um buquê de noiva
Eu sou o lenço que cai da embarcação na despedida
Eu sou o espelho em cacos no chão
Eu sou uma lágrima de aflição
Eu sou o pesadelo
Eu sou a voz que te atormenta
Eu sou o demônio que sempre esta a espreitar-te
Eu sou tua roupa,
Tua maquiagem...Eu sou teu véu...
Me visto categoricamente de palhaço,
Com um sorriso falso nos lábios,
Com esperança de fazer sorrir a criança que chora...
E minha dor... Minha amargura...
São afogadas em mais um sorriso gentil e inocente...
De mãos vazias...
Com os meus sapatos preto e branco...
Meu mundo é cinza
Meu canto é mudo...
Onde está? Onde está?
Aquela linda borboleta com olhar doce... Será que voou?
Por entre meus cabelos negros...
Tão mórbida... Tão gélida...
Minha senhora da noite...
Nua e tão calma...
Será que no fundo dessa tua carne rígida bate um coração?
Meus sonhos se tornaram cinzas
Meu corpo foi desintegrado
E tua boca ainda está ai, parada anestesiada, sorrindo...
Será que não sente pena,
Desse inútil ser que definha por ti?
Que pela única coisa que roga em todo universo
É um abraço afetuoso!
Eu sempre estive aqui...
Nariz vermelho, rosto pálido, olhos negros...
Sempre estive aqui para lhe amparar...
E tudo o que me restou foi um retrato, rasgado e amassado
Uma lembrança triste,
Uma palavra rude...
E um gasto par de luvas.
Meu corpo, meu sangue, minha essência
Meus bens materiais, meus dogmas, meus sonhos
Eu lhe entrego meu amor, meu coração...
Tudo que tenho entrego a ti senhora da noite!
Afogado em lágrimas de ilusão
Caminho lentamente rumo a lugar nenhum
Me deparei com algo inusitado,
Tudo que outrora relutei em não viver,
Estou vivendo neste momento...
Entreguei-me as tuas chamas
Entreguei-me ao teu desejo
Entreguei-me a tua ilusão...
E agora estou ferido,
Torrado e chamuscado...
Inundado na sujeira
Afundado na angústia...
Eu sou um animador desanimado
Um palhaço cansado
Uma rosa murcha em um buquê de noiva
Eu sou o lenço que cai da embarcação na despedida
Eu sou o espelho em cacos no chão
Eu sou uma lágrima de aflição
Eu sou o pesadelo
Eu sou a voz que te atormenta
Eu sou o demônio que sempre esta a espreitar-te
Eu sou tua roupa,
Tua maquiagem...Eu sou teu véu...
Me visto categoricamente de palhaço,
Com um sorriso falso nos lábios,
Com esperança de fazer sorrir a criança que chora...
E minha dor... Minha amargura...
São afogadas em mais um sorriso gentil e inocente...
De mãos vazias...
Com os meus sapatos preto e branco...
Meu mundo é cinza
Meu canto é mudo...
Onde está? Onde está?
Aquela linda borboleta com olhar doce... Será que voou?
Por entre meus cabelos negros...
Tão mórbida... Tão gélida...
Minha senhora da noite...
Nua e tão calma...
Será que no fundo dessa tua carne rígida bate um coração?
Meus sonhos se tornaram cinzas
Meu corpo foi desintegrado
E tua boca ainda está ai, parada anestesiada, sorrindo...
Será que não sente pena,
Desse inútil ser que definha por ti?
Que pela única coisa que roga em todo universo
É um abraço afetuoso!
Eu sempre estive aqui...
Nariz vermelho, rosto pálido, olhos negros...
Sempre estive aqui para lhe amparar...
E tudo o que me restou foi um retrato, rasgado e amassado
Uma lembrança triste,
Uma palavra rude...
E um gasto par de luvas.
A caminho da perda
Eu me levanto desse chão
Caminho rumo à luz
As sombras que me rondavam,
Apenas estavam ali por você
Suas palavras nubladas e vazias
Teu olhar sombrio e pecaminoso
Agora eu caminho
Longe da cegueira desse mundo fútil
Você está me perdendo
E a cada passo distante de você
Se torna metros incabíveis
Você está preso em um labirinto não vê?
Aonde procurar por si mesmo?
Até aonde a honestidade termina?
E sua voz sem luz,
Até aonde ela vai alcançar-me fora das trevas?
Você sorri e eu caio em tentação novamente
Estou prestes a escrever minha própria história,
E não mais viver a sua...
Seguir seus passos na escuridão
Você está me perdendo
E só quando eu já não estiver aqui, vai conseguir entender
E já será tarde demais!
No profundo vazio - Você não sente frio
Escravo de si mesmo - Das suas próprias vontades
A mentira brilha em seus olhos - Mas acima de tudo o vazio grita!
Está completamente escuro e a chuva cai
Escuro demais para notar - Mas ela brilha
Sua mente está dormindo - Você não está mais consciente
Quem é você por trás dessa mascara?
Quem é você por trás dessa capa?
Ouça meu adeus... Essa pode ser a ultima vez...
Que escutará meu lamento!
Sozinho correndo pelo tempo
Em um labirinto - Apenas flores da ilusão
O fruto amargo está quase maduro - E o podre já está no chão!
Você acredita nas suas próprias mentiras
Molhado da chuva na noite escura
Aonde vai procurar por si mesmo?
Até quando o seu corpo vai aguentar?
Toda essa fumaça dentro de si mesmo,
Toda essa mentira - Ilusões em cápsulas
Até quando?
Perdido no labirinto da convicção
Você segue as mentiras de luz deslumbrante
Se tornando alvo delas
Cegamente perdido - A mentira grita nos teus ouvidos
E eu não ouço mais sua voz na luz do dia!
Caminho rumo à luz
As sombras que me rondavam,
Apenas estavam ali por você
Suas palavras nubladas e vazias
Teu olhar sombrio e pecaminoso
Agora eu caminho
Longe da cegueira desse mundo fútil
Você está me perdendo
E a cada passo distante de você
Se torna metros incabíveis
Você está preso em um labirinto não vê?
Aonde procurar por si mesmo?
Até aonde a honestidade termina?
E sua voz sem luz,
Até aonde ela vai alcançar-me fora das trevas?
Você sorri e eu caio em tentação novamente
Estou prestes a escrever minha própria história,
E não mais viver a sua...
Seguir seus passos na escuridão
Você está me perdendo
E só quando eu já não estiver aqui, vai conseguir entender
E já será tarde demais!
No profundo vazio - Você não sente frio
Escravo de si mesmo - Das suas próprias vontades
A mentira brilha em seus olhos - Mas acima de tudo o vazio grita!
Está completamente escuro e a chuva cai
Escuro demais para notar - Mas ela brilha
Sua mente está dormindo - Você não está mais consciente
Quem é você por trás dessa mascara?
Quem é você por trás dessa capa?
Ouça meu adeus... Essa pode ser a ultima vez...
Que escutará meu lamento!
Sozinho correndo pelo tempo
Em um labirinto - Apenas flores da ilusão
O fruto amargo está quase maduro - E o podre já está no chão!
Você acredita nas suas próprias mentiras
Molhado da chuva na noite escura
Aonde vai procurar por si mesmo?
Até quando o seu corpo vai aguentar?
Toda essa fumaça dentro de si mesmo,
Toda essa mentira - Ilusões em cápsulas
Até quando?
Perdido no labirinto da convicção
Você segue as mentiras de luz deslumbrante
Se tornando alvo delas
Cegamente perdido - A mentira grita nos teus ouvidos
E eu não ouço mais sua voz na luz do dia!
Meu mundo
Não venha me dizer que me entende
Não finja nem por um segundo entender
Você não faz ideia o quanto isso me enoja!
Você não sabe o que eu penso,
Não compreende o que eu sinto
Não faz a menor ideia de quem eu sou!
Pintou o meu retrato,
E era tão lindo!
Eu construí um muro e me despi...
Lhe dei sonhos, lhe dei amor
Porém eu nunca estive ali
Trouxe-o para o meu mundo
Mas essas recordações não pertencem a mim
Livre de dogmas sufocantes,
Livre de mentiras
Eu o deixo aqui...
Essa voz é sua e não minha
Na minha frente você caiu
Um grande mentiroso!
Ilusões avistei...
No meu coração não,
Você e o seu armário não entrarão!
Olha quem está dizendo,
Finge ser quem não é
Mente para sim mesmo,
Sem uma gota de culpa!
Você pode falar - Pode ler
Pode pintar - Pode escrever
Porém sempre cairá...
Como um grande mentiroso!
Eu o trouxe para o meu mundo
Lhe dei sonhos, lhe dei amor
Lhe dei meu coração...
Porém você não pode compreender
Caiu como um grande mentiroso...
Com seus dogmas e mentiras
Estou agora livre de vozes e pensamentos
Você não sabe
Quem eu sou - Quem eu era
Quem está falando mentiras?
E quem está dizendo que eu minto?
Tudo o que eu fiz,
Foi para minha existência e não para a sua!
Construí um muro e me despi!
Livre de dogmas...
Livre de mentiras...
Você pegou meus sonhos, meu amor
E caiu sozinho na outra esquina
Portanto abra a porta sozinho
E começará a entender o porquê de tudo isso!
O mundo é frio...
De varias maneiras você tentou abrir a porta e deixar a frieza entrar
Então veja só querido,
Ela já está do seu lado e não do meu....
Você não sabe o que eu penso,
O que eu sinto
Então não venha me dizer que eu minto!
Não finja nem por um segundo entender
Você não faz ideia o quanto isso me enoja!
Você não sabe o que eu penso,
Não compreende o que eu sinto
Não faz a menor ideia de quem eu sou!
Pintou o meu retrato,
E era tão lindo!
Eu construí um muro e me despi...
Lhe dei sonhos, lhe dei amor
Porém eu nunca estive ali
Trouxe-o para o meu mundo
Mas essas recordações não pertencem a mim
Livre de dogmas sufocantes,
Livre de mentiras
Eu o deixo aqui...
Essa voz é sua e não minha
Na minha frente você caiu
Um grande mentiroso!
Ilusões avistei...
No meu coração não,
Você e o seu armário não entrarão!
Olha quem está dizendo,
Finge ser quem não é
Mente para sim mesmo,
Sem uma gota de culpa!
Você pode falar - Pode ler
Pode pintar - Pode escrever
Porém sempre cairá...
Como um grande mentiroso!
Eu o trouxe para o meu mundo
Lhe dei sonhos, lhe dei amor
Lhe dei meu coração...
Porém você não pode compreender
Caiu como um grande mentiroso...
Com seus dogmas e mentiras
Estou agora livre de vozes e pensamentos
Você não sabe
Quem eu sou - Quem eu era
Quem está falando mentiras?
E quem está dizendo que eu minto?
Tudo o que eu fiz,
Foi para minha existência e não para a sua!
Construí um muro e me despi!
Livre de dogmas...
Livre de mentiras...
Você pegou meus sonhos, meu amor
E caiu sozinho na outra esquina
Portanto abra a porta sozinho
E começará a entender o porquê de tudo isso!
O mundo é frio...
De varias maneiras você tentou abrir a porta e deixar a frieza entrar
Então veja só querido,
Ela já está do seu lado e não do meu....
Você não sabe o que eu penso,
O que eu sinto
Então não venha me dizer que eu minto!
Eu te abandono
Saindo de um sonho agitado
- Um pesadelo!
Algo queima dentro de mim...
Meus ferimentos hoje são buracos
E a costura já se desfez...
Minhas cicatrizes voltaram a sangrar...
Eu sou vitima da ansiedade
O relógio continua girando,
Não importa quão longe eu possa ir
Eu nunca poderei fugir!
Embora a alegria tenha me deixado,
Eu ainda poderei caminhar...
Palavras vazias...
Lembranças amargas...
Apenas uma imagem oculta em um livro de magia...
Eu abandono o seu coração!
Eu abandono o seu amor...
Despejo minhas lágrimas de dilúvio...
Derramo minha tristeza e trevas turbulentas...
Silenciosamente eu te abandono
Calmamente eu me deito
E aqui jazem suas lembranças em meu caixão!
Enfim eu te abandono...
Espectro de luz amaldiçoado!
Amor obsessivo
Demônio que me espreitava...
Sombra que me refugiava...
Agora jaz serena aqui a minha dor!
- Um pesadelo!
Algo queima dentro de mim...
Meus ferimentos hoje são buracos
E a costura já se desfez...
Minhas cicatrizes voltaram a sangrar...
Eu sou vitima da ansiedade
O relógio continua girando,
Não importa quão longe eu possa ir
Eu nunca poderei fugir!
Embora a alegria tenha me deixado,
Eu ainda poderei caminhar...
Palavras vazias...
Lembranças amargas...
Apenas uma imagem oculta em um livro de magia...
Eu abandono o seu coração!
Eu abandono o seu amor...
Despejo minhas lágrimas de dilúvio...
Derramo minha tristeza e trevas turbulentas...
Silenciosamente eu te abandono
Calmamente eu me deito
E aqui jazem suas lembranças em meu caixão!
Enfim eu te abandono...
Espectro de luz amaldiçoado!
Amor obsessivo
Demônio que me espreitava...
Sombra que me refugiava...
Agora jaz serena aqui a minha dor!
Construindo um muro
A mentira do nosso amor cresceu
E as palavras ecoaram no silêncio como em uma sala vazia
Dance comigo?
Puro êxtase de amor despido
Assim construímos nosso muro de Berlim...
A proximidade nos distância
Oh... Amargurada dor da saudade...
Pudera eu ao menos tê-lo aqui!
Redescobrir seu sorriso,
Sufocado na mentira
Suas palavras deslizam pela noite
Num macio véu prateado
Em uma prece de súplica,
Grito aos céus por sua liberdade!
Sua prisão é o medo
Você construiu um muro,
Me deixando do lado de fora...
Somente desejo ouvir sua voz!
Flutuando na esperança...
A espera de mais um beijo,
Cujo o gosto me lembre você!
Apenas em meus braços encontrará conforto...
A viúva negra caminha sobre o altar
Velas sepulcrais...
Canto fúnebre de estrelas...
Novamente ele se esconde atrás do muro...
Novamente!
A esperança foge com destreza de minhas mãos afáveis...
Seu amor ainda permanece como um segredo em mim
Um adeus sem fim
Eu não o reconheço mais...
A musica não chega aos meus ouvidos
E não consigo mais reconhecer sua voz na melodia...
A dor já se estagnou....
E todas as lembranças foram esquecidas...
Sinto a mentira no seu respirar...
Você não precisa dizer nada agora,
Isso é tudo o que nos restou...
Tijolos e cimento fresco,
Apenas mais uma decepção!
E as palavras ecoaram no silêncio como em uma sala vazia
Dance comigo?
Puro êxtase de amor despido
Assim construímos nosso muro de Berlim...
A proximidade nos distância
Oh... Amargurada dor da saudade...
Pudera eu ao menos tê-lo aqui!
Redescobrir seu sorriso,
Sufocado na mentira
Suas palavras deslizam pela noite
Num macio véu prateado
Em uma prece de súplica,
Grito aos céus por sua liberdade!
Sua prisão é o medo
Você construiu um muro,
Me deixando do lado de fora...
Somente desejo ouvir sua voz!
Flutuando na esperança...
A espera de mais um beijo,
Cujo o gosto me lembre você!
Apenas em meus braços encontrará conforto...
A viúva negra caminha sobre o altar
Velas sepulcrais...
Canto fúnebre de estrelas...
Novamente ele se esconde atrás do muro...
Novamente!
A esperança foge com destreza de minhas mãos afáveis...
Seu amor ainda permanece como um segredo em mim
Um adeus sem fim
Eu não o reconheço mais...
A musica não chega aos meus ouvidos
E não consigo mais reconhecer sua voz na melodia...
A dor já se estagnou....
E todas as lembranças foram esquecidas...
Sinto a mentira no seu respirar...
Você não precisa dizer nada agora,
Isso é tudo o que nos restou...
Tijolos e cimento fresco,
Apenas mais uma decepção!
Um hoje cheio de ontens
O passado distante torna-se presente outra vez
Um hoje cheio de ontens
Finalmente posso rir novamente
Naquele tempo, não!
Tomei a decisão errada,
Estou envergonhada...
Mas hoje sei a resposta daquela pergunta em questão...
Por que você está me olhando consternado?
Agora pode desfrutar do meu silêncio
As lágrimas já não doem tanto assim
E o ódio já não cai mais sobre mim!
Você pode suportar o som de mais um riso?
Seus olhos não conheciam a minha beleza
Apenas minha amargura...
Quantas vezes você caiu no chão?
Quantas vezes gritou para si mesmo?
Era um dia desnudo de medo
Mas eu senti frio nos teus braços
E já há tempos muito passados,
Meu coração congelou sem você se abater...
E as luzes calorosas arderam em meus olhos
Sendo assim o véu se abriu...
Posso enxergar agora em todas as cores...
Sem lágrimas no rosto
E agora suas mãos estão velhas, rudes e ásperas...
Assim como suas palavras
Que outrora foram esquecidas,
E agora assim são lembradas...
Um sonho para sonhar e não para se viver
Uma cicatriz...
Uma lembrança triste,
Página virada em meu diário!
A criança agora já se põe a dormir...
Não procure explicações, pois assim vai se perder em mim novamente,
Rasgue tudo o que encontrar
Pois sei que minhas lembranças ainda estão intactas na sua gaveta!
Deixe a luz entrar pela sua janela,
As trevas em seu quarto são tão frágeis que...
Os primeiro raios de sol matinal podem bani-las!
E de tão assombrosos seus olhos se tornaram cegos...
Lágrimas de anseio...
A mascara caiu...
Sem constrangimentos!
Um hoje cheio de ontens
Finalmente posso rir novamente
Naquele tempo, não!
Tomei a decisão errada,
Estou envergonhada...
Mas hoje sei a resposta daquela pergunta em questão...
Por que você está me olhando consternado?
Agora pode desfrutar do meu silêncio
As lágrimas já não doem tanto assim
E o ódio já não cai mais sobre mim!
Você pode suportar o som de mais um riso?
Seus olhos não conheciam a minha beleza
Apenas minha amargura...
Quantas vezes você caiu no chão?
Quantas vezes gritou para si mesmo?
Era um dia desnudo de medo
Mas eu senti frio nos teus braços
E já há tempos muito passados,
Meu coração congelou sem você se abater...
E as luzes calorosas arderam em meus olhos
Sendo assim o véu se abriu...
Posso enxergar agora em todas as cores...
Sem lágrimas no rosto
E agora suas mãos estão velhas, rudes e ásperas...
Assim como suas palavras
Que outrora foram esquecidas,
E agora assim são lembradas...
Um sonho para sonhar e não para se viver
Uma cicatriz...
Uma lembrança triste,
Página virada em meu diário!
A criança agora já se põe a dormir...
Não procure explicações, pois assim vai se perder em mim novamente,
Rasgue tudo o que encontrar
Pois sei que minhas lembranças ainda estão intactas na sua gaveta!
Deixe a luz entrar pela sua janela,
As trevas em seu quarto são tão frágeis que...
Os primeiro raios de sol matinal podem bani-las!
E de tão assombrosos seus olhos se tornaram cegos...
Lágrimas de anseio...
A mascara caiu...
Sem constrangimentos!
Entorpecido na lama e solidão
Estou escrevendo minha própria história
Vivendo a sua margem sozinha
Seguindo minhas próprias pegadas
Errando como se já não tivesse errado antes...
Impotente enfrento a solidão
Caindo na lama
Sujando meus pés...
E,,,Ainda assim lhe dou a outra face,
Bata! Sinta prazer...
Veja-me sangrar!
Sentei-me em lugares ocupados
Chorei sozinha carregada de culpa
Derramei meu sangue,
Abrindo minhas feridas...
Cuspi em meu reflexo na lama,
Desintegrado em milhões de pedaços
Eu sou a única que me entende
Sou um monstro invisível,
Cheio de caos e rutilância
E todas as vozes que ouso gritam em agonia!
E assim a solidão cresce em mim
Tento evitá-la... Tento contê-la...
Mas a esperança foge de minhas mãos...
A cada esquina...
A cada beco escuro...
A cada lágrima caída...
Estou cansada!
Estou aflita!
Sou apenas um aborto na monotonia,
Um palhaço infeliz fatigado...
Uma piada ingrata, uma estatística!
Sou o que sou,
Um alguém sem vida...
Vivo para conter meu vômito...
Sou a indiferença que cresce entre um olhar,
Entrelaçada na morbidez.
Perdi a voz, fiquei muda!
E a solidão invade meu espírito
Com fúria... Com malevolência!
Me encontro incapaz de existir,
Incapaz de sonha com mais um feixe de luz
Minha história foi escrita em um papel velho
E esta prestes a ser incinerada...
E não estou pronta o suficiente para escrever o final deste ato...
A vida fugiu,
E o que me restou foi o silêncio...
Vazio e introspectivo!
Vivendo a sua margem sozinha
Seguindo minhas próprias pegadas
Errando como se já não tivesse errado antes...
Impotente enfrento a solidão
Caindo na lama
Sujando meus pés...
E,,,Ainda assim lhe dou a outra face,
Bata! Sinta prazer...
Veja-me sangrar!
Sentei-me em lugares ocupados
Chorei sozinha carregada de culpa
Derramei meu sangue,
Abrindo minhas feridas...
Cuspi em meu reflexo na lama,
Desintegrado em milhões de pedaços
Eu sou a única que me entende
Sou um monstro invisível,
Cheio de caos e rutilância
E todas as vozes que ouso gritam em agonia!
E assim a solidão cresce em mim
Tento evitá-la... Tento contê-la...
Mas a esperança foge de minhas mãos...
A cada esquina...
A cada beco escuro...
A cada lágrima caída...
Estou cansada!
Estou aflita!
Sou apenas um aborto na monotonia,
Um palhaço infeliz fatigado...
Uma piada ingrata, uma estatística!
Sou o que sou,
Um alguém sem vida...
Vivo para conter meu vômito...
Sou a indiferença que cresce entre um olhar,
Entrelaçada na morbidez.
Perdi a voz, fiquei muda!
E a solidão invade meu espírito
Com fúria... Com malevolência!
Me encontro incapaz de existir,
Incapaz de sonha com mais um feixe de luz
Minha história foi escrita em um papel velho
E esta prestes a ser incinerada...
E não estou pronta o suficiente para escrever o final deste ato...
A vida fugiu,
E o que me restou foi o silêncio...
Vazio e introspectivo!
Perdido em mim
Tudo o que ouço é o vazio
Que ecoa dentro de mim...
Busquei a glória de estar contigo
E encontrei-me com a ridícula solidão!
Agora estou pairando sobre o esquecimento
Aqui sentada petrificada
Um mineral mórbido e úmido...
Quando talvez em mim,
Eu possa preencher esse maldito vazio
Completando-o com o teu fascínio?
Saturando meu espirito sombrio,
Partícula por partícula
Energizando minha essência
Com teus lábios doces de absinto?
Eu preciso do teu corpo macio,
Entrelaçado junto ao meu no esquecimento
De mais um dia conturbado.
Porque te afastas?
Sou apenas o vento contra o teu cabelo
E o desespero de mais um aflito trago,
A magoa em mais um profundo gole.
Busco a ti na treva arrebatadora,
Na frialdade dos meus lençóis
Que abrigam teu perfume quase escasso,
Por tantas vezes cheira-lo.
Me perdi em ti tantas vezes,
Que literalmente eu me perdi
E agora já me esqueço quem sou eu.
Talvez um dia eu volte a reconhecer,
Esse reflexo apático em frente ao espelho.
Que ecoa dentro de mim...
Busquei a glória de estar contigo
E encontrei-me com a ridícula solidão!
Agora estou pairando sobre o esquecimento
Aqui sentada petrificada
Um mineral mórbido e úmido...
Quando talvez em mim,
Eu possa preencher esse maldito vazio
Completando-o com o teu fascínio?
Saturando meu espirito sombrio,
Partícula por partícula
Energizando minha essência
Com teus lábios doces de absinto?
Eu preciso do teu corpo macio,
Entrelaçado junto ao meu no esquecimento
De mais um dia conturbado.
Porque te afastas?
Sou apenas o vento contra o teu cabelo
E o desespero de mais um aflito trago,
A magoa em mais um profundo gole.
Busco a ti na treva arrebatadora,
Na frialdade dos meus lençóis
Que abrigam teu perfume quase escasso,
Por tantas vezes cheira-lo.
Me perdi em ti tantas vezes,
Que literalmente eu me perdi
E agora já me esqueço quem sou eu.
Talvez um dia eu volte a reconhecer,
Esse reflexo apático em frente ao espelho.
Minhas mãos
São apenas sensíveis
Ás vezes rudes,
Podem acariciar
E também machucar...
São elas que te enlouquecem...
São elas que te atraem...
São elas que queimam ao tocá-lo...
Minhas humildes mãos
Que arrancam a terra do chão
Abrindo um buraco,
Que ali um dia irei de me deitar...
Mãos... Minhas mãos...
Quentes e pegajosas,
Ás vezes frias e vazias...
Aquecem... arranham... enlouquecem...
Fazendo a pele arder... Fazendo a pele sangrar...
Mãos rudes e doces,
Minhas mãos...
Amáveis e raivosas....
Minhas mãos...
Loucas e tolas...
Arranham e cortam a carne
Fazendo-te estremecer
Gritar em agonia
E morrer de prazer...
Em meus abraços vazios
E beijos sem amor
Minhas humildes mãos...
Ás vezes rudes,
Podem acariciar
E também machucar...
São elas que te enlouquecem...
São elas que te atraem...
São elas que queimam ao tocá-lo...
Minhas humildes mãos
Que arrancam a terra do chão
Abrindo um buraco,
Que ali um dia irei de me deitar...
Mãos... Minhas mãos...
Quentes e pegajosas,
Ás vezes frias e vazias...
Aquecem... arranham... enlouquecem...
Fazendo a pele arder... Fazendo a pele sangrar...
Mãos rudes e doces,
Minhas mãos...
Amáveis e raivosas....
Minhas mãos...
Loucas e tolas...
Arranham e cortam a carne
Fazendo-te estremecer
Gritar em agonia
E morrer de prazer...
Em meus abraços vazios
E beijos sem amor
Minhas humildes mãos...
Inferno
Preparando a fogueira
- Vamos queimar
Não restará pedra sobre pedra
- Somos terríveis!
Marcando a pele como se marca o gado
Rasgando-a como seda
Fazendo sangrar... Sangrar... E sangrar...
A mão que afaga
É a mesma que apedreja.
Corte a madeira,
Acenda a fogueira...
-Somos terríveis!
Quero ver teu corpo retorcer em agonia
Queimando nas chamas do inferno
Com o demônio sorrindo na sua cara!
Não confie em ninguém,
Não olhe para trás....
Apenas corra!
O amor é ódio
O ódio é o amor...
-Como podem ser tão parecidos?
Assim são ditas as leis do Inferno...
-Faça o que quiser... As escolhas são tuas!
Preparando a fogueira
-Vamos queimar!
Cavando nossa própria sepultura...
Arrastando-nos até nossa cova fria...
Para dormir... Com as roupas sujas de sangue...
Em um buraco profundo e imundo
- Faça tuas próprias leis!
As chamas lambendo os teus ossos,
Assim eu vejo os portais do Inferno!
- Vamos queimar
Não restará pedra sobre pedra
- Somos terríveis!
Marcando a pele como se marca o gado
Rasgando-a como seda
Fazendo sangrar... Sangrar... E sangrar...
A mão que afaga
É a mesma que apedreja.
Corte a madeira,
Acenda a fogueira...
-Somos terríveis!
Quero ver teu corpo retorcer em agonia
Queimando nas chamas do inferno
Com o demônio sorrindo na sua cara!
Não confie em ninguém,
Não olhe para trás....
Apenas corra!
O amor é ódio
O ódio é o amor...
-Como podem ser tão parecidos?
Assim são ditas as leis do Inferno...
-Faça o que quiser... As escolhas são tuas!
Preparando a fogueira
-Vamos queimar!
Cavando nossa própria sepultura...
Arrastando-nos até nossa cova fria...
Para dormir... Com as roupas sujas de sangue...
Em um buraco profundo e imundo
- Faça tuas próprias leis!
As chamas lambendo os teus ossos,
Assim eu vejo os portais do Inferno!
terça-feira, 17 de março de 2015
Oh... Virgem é por ti que suspiro!
Um canto santo de fervente amor
Estanca, arranca a terrível dor
Teremos tempo suficiente,
Para sentir o sabor amargo do arrependimento?
Quando alta noite flutua
Pálida e nua... Não sabia...
Que é por ti virgem,
Que a todo tempo meu coração suspira?
Existe muita tristeza
Que meu rosto jamais aflora
Guardando nas profundezas
De minha alma que chora.
Irei retirar todos os teus vícios
Preencher todo o teu vazio
Realizando teus sonhos e fantasias
Acalmando enfim a tua agonia.
Posso ser teu sonho
E também teu pesadelo,
Depende do que me fez sentir
Nesses últimos momentos...
Estanca, arranca a terrível dor
Teremos tempo suficiente,
Para sentir o sabor amargo do arrependimento?
Quando alta noite flutua
Pálida e nua... Não sabia...
Que é por ti virgem,
Que a todo tempo meu coração suspira?
Existe muita tristeza
Que meu rosto jamais aflora
Guardando nas profundezas
De minha alma que chora.
Irei retirar todos os teus vícios
Preencher todo o teu vazio
Realizando teus sonhos e fantasias
Acalmando enfim a tua agonia.
Posso ser teu sonho
E também teu pesadelo,
Depende do que me fez sentir
Nesses últimos momentos...
A dama
A nebulosidade ameaçadora
Urde amplas teias de carvões sombrios
Extraordinariamente atordoadora;
A planetária escuridão se anexa
Brilhando com um fulgor sinistro
Dentro da treva omnimoda e complexa;
Passa a dama atordoada
Com sua veste desgrenhada
E o seu cabelo revolto em desalinho;
Em seu assombroso passado
Houve um drama de amor misterioso
O mistério da dor que a traz penada;
Sim! Não ter um coração profundo
É ter os olhos fechados para o mundo,
Ficar inútil nos amargos trilhos;
Essa angústia de amar a crucifica,
Chorando e contemplando o céu altivo
Da convulsão do teu soluço aflito!
Urde amplas teias de carvões sombrios
Extraordinariamente atordoadora;
A planetária escuridão se anexa
Brilhando com um fulgor sinistro
Dentro da treva omnimoda e complexa;
Passa a dama atordoada
Com sua veste desgrenhada
E o seu cabelo revolto em desalinho;
Em seu assombroso passado
Houve um drama de amor misterioso
O mistério da dor que a traz penada;
Sim! Não ter um coração profundo
É ter os olhos fechados para o mundo,
Ficar inútil nos amargos trilhos;
Essa angústia de amar a crucifica,
Chorando e contemplando o céu altivo
Da convulsão do teu soluço aflito!
Boneco de cera
Boneco de cera diante do fogo...
Seus traços se desvaneceram,
Os olhos se aprofundaram nas órbitas,
O nariz desapareceu...
Depois os membros cederam
E todo o seu corpo se abateu
Como um edifício que se desmorona
Não restou mais que sua cabeça,
Derretendo sobre o tapete velho.
O molde largado sobre a mesa
Cria vida...
Roubando a força vital do pobre boneco de cera
Em meio ao fluxo de energia demoníaca
Gravado as aquisições de sua alma.
A vida vai e vem...
Somos como um envelope sutil
Um corpo ordinário
Que se desgasta e morre...
Seus traços se desvaneceram,
Os olhos se aprofundaram nas órbitas,
O nariz desapareceu...
Depois os membros cederam
E todo o seu corpo se abateu
Como um edifício que se desmorona
Não restou mais que sua cabeça,
Derretendo sobre o tapete velho.
O molde largado sobre a mesa
Cria vida...
Roubando a força vital do pobre boneco de cera
Em meio ao fluxo de energia demoníaca
Gravado as aquisições de sua alma.
A vida vai e vem...
Somos como um envelope sutil
Um corpo ordinário
Que se desgasta e morre...
As mãos
O cérebro pensa, as mãos vão agindo
O pensamento se oculta nas palavras, mas se trai na ação
As mãos registram este mesmo pensamento,
Sem disfarce, assim como ele é.
Tudo inconscientemente,
Sem muita importância
Todos os seus sonhos e frustrações
Em palavras vazias
Escritas por minhas mãos...
Toda a sua experiência de vida
A sua essência,
Sendo tomada nas palmas de minhas mãos
O seu passado e o seu futuro
Deixaram de ser um segredo para mim
Nos sulcos de suas mãos
Posso ver os negativos de sua alma
Vejo o seu caráter aqui
Sinto os seus medos,
Suas alegrias e tristezas...
Tudo em suas mãos....
O pensamento se oculta nas palavras, mas se trai na ação
As mãos registram este mesmo pensamento,
Sem disfarce, assim como ele é.
Tudo inconscientemente,
Sem muita importância
Todos os seus sonhos e frustrações
Em palavras vazias
Escritas por minhas mãos...
Toda a sua experiência de vida
A sua essência,
Sendo tomada nas palmas de minhas mãos
O seu passado e o seu futuro
Deixaram de ser um segredo para mim
Nos sulcos de suas mãos
Posso ver os negativos de sua alma
Vejo o seu caráter aqui
Sinto os seus medos,
Suas alegrias e tristezas...
Tudo em suas mãos....
Em rumo ao paraíso
Diante do espelho negro
Vejo a porta para outros mundos
A cortina foi aberta
E todas as maldições foram quebradas
Vênus está seguindo o seu curso
E sinto sua energia correndo através de mim
Encerrando todos os meus pensamentos triviais
Estou calma em contato com minha essência
Posso sentir o amor
Ardendo em brasas incandescentes
No âmago do meu interior
Fluindo... Tão quente!
Apareceram diante de ti
Uma alcateia de lobos
Toma-os como irmãos
Pois eles o conhecem...
Eles te conduziram pelas florestas
Em uma estrada plena
Até que reconheça suas origens
Assim podendo enxergar o Paraíso.
Vejo a porta para outros mundos
A cortina foi aberta
E todas as maldições foram quebradas
Vênus está seguindo o seu curso
E sinto sua energia correndo através de mim
Encerrando todos os meus pensamentos triviais
Estou calma em contato com minha essência
Posso sentir o amor
Ardendo em brasas incandescentes
No âmago do meu interior
Fluindo... Tão quente!
Apareceram diante de ti
Uma alcateia de lobos
Toma-os como irmãos
Pois eles o conhecem...
Eles te conduziram pelas florestas
Em uma estrada plena
Até que reconheça suas origens
Assim podendo enxergar o Paraíso.
Um lindo rapaz
Sou uma mulher pela paixão dominada
E dela uma ávida e ardente escrava
Minha alegria é como uma chama
Que pelo meu coração se alastra
Quando se ama
O sangue é quente
E o coração dispara
O que mais uma mulher pode querer além do amor?
Um lindo rapaz
Um lindo botão de rosa
Quanto fascínio
Em um simples olhar!
Seja tomando café,
Ou dançando
Sentado na janela,
Ou em pé na escada
Há algo nele
Que perfuma o ar
Que me faz delirar
Um lindo rapaz
Sua figura
Permanece em minha memória
E o seu olhar...
Eternamente me faz suspirar!
Seja soprando uma vela
Ou passando gel no cabelo
Sempre tão doce e cativante
Um lindo rapaz!
Quando ele vai embora,
Até mesmo quando desaparece
De algum modo ele permanece
Em meu coração...
Seja no espelho,
No jardim... Sonhando...
Escrevendo uma carta,
Ou até cantarolando...
Faz minha alma eternamente cantar
É o paraíso
Sempre assim a relembrar,
Um lindo rapaz!
E dela uma ávida e ardente escrava
Minha alegria é como uma chama
Que pelo meu coração se alastra
Quando se ama
O sangue é quente
E o coração dispara
O que mais uma mulher pode querer além do amor?
Um lindo rapaz
Um lindo botão de rosa
Quanto fascínio
Em um simples olhar!
Seja tomando café,
Ou dançando
Sentado na janela,
Ou em pé na escada
Há algo nele
Que perfuma o ar
Que me faz delirar
Um lindo rapaz
Sua figura
Permanece em minha memória
E o seu olhar...
Eternamente me faz suspirar!
Seja soprando uma vela
Ou passando gel no cabelo
Sempre tão doce e cativante
Um lindo rapaz!
Quando ele vai embora,
Até mesmo quando desaparece
De algum modo ele permanece
Em meu coração...
Seja no espelho,
No jardim... Sonhando...
Escrevendo uma carta,
Ou até cantarolando...
Faz minha alma eternamente cantar
É o paraíso
Sempre assim a relembrar,
Um lindo rapaz!
Banhado em lágrimas
Tudo mentira
Fui serva de um fantasma
E agora estou na ruína
Você foi como um herege
E este foi meu ultimo grito de socorro!
Estou fechada agora com a minha dor
Segure sua tocha
E não esquive seus olhos com medo
Essas são as lágrimas de minha existência.
Estamos eternamente separados
E meus gritos agora foram silenciados
Através da noite e da inundação
Mais uma noite na eternidade...
Apenas sonhando
Este foi o meu castigo por te amar
Com meu relógio biológico destruído
A desesperança se tranca em meu coração
A solidão é minha sombra
Canto a dor da tua indiferença
Olhares passageiros de piedade
Lágrimas de anseio de amor
Suas palavras deslizam pela minha mente
E este é o fim do meu silêncio
Juntos e sozinhos
Ao teu lado sinto dor!
Matar-lhe de minhas lembranças foi difícil!
Expectativas cobertas de esperança
E no final sempre existia nos dois
Eu sou vitima da ansiedade!
Estou abandonado seu coração hoje
Agora eu sei identificar as cores,
Meu mundo está cinza...
Mergulhada nas profundezas da noite.
O ponto decisivo
E você cairá como um mentiroso
Apenas uma copia barata
Mascarado e mentiroso!
Um sonho vazio
Um cálice cheio de veneno
Meu corpo desintegrado
Ferido... Queimado e chamuscado!
Meus olhos cegos não podem ver
O dia nascer novamente
Hoje sou apenas um chacal
Herança do sol...
Este é meu ultimo adeus
Por favor, morra!
A festa acabou...
E eu não vou adorá-lo novamente!
Memórias esmagadas pela dor
Uma chama ao vento
Meus lábios tremem, sem esperança saturados
Quero fechar meus olhos...
Acordar para viver mais uma vez
E esfaquear seu coração orgulhoso
Ver você se deitar
E te libertar - Meu inimigo insano!
A escuridão esta próxima
E este é apenas seu primeiro dia,
Na manhã seguinte meu sofrimento aumentará o dobro
Meu sangue escorrerá como uma cachoeira...
Fui serva de um fantasma
E agora estou na ruína
Você foi como um herege
E este foi meu ultimo grito de socorro!
Estou fechada agora com a minha dor
Segure sua tocha
E não esquive seus olhos com medo
Essas são as lágrimas de minha existência.
Estamos eternamente separados
E meus gritos agora foram silenciados
Através da noite e da inundação
Mais uma noite na eternidade...
Apenas sonhando
Este foi o meu castigo por te amar
Com meu relógio biológico destruído
A desesperança se tranca em meu coração
A solidão é minha sombra
Canto a dor da tua indiferença
Olhares passageiros de piedade
Lágrimas de anseio de amor
Suas palavras deslizam pela minha mente
E este é o fim do meu silêncio
Juntos e sozinhos
Ao teu lado sinto dor!
Matar-lhe de minhas lembranças foi difícil!
Expectativas cobertas de esperança
E no final sempre existia nos dois
Eu sou vitima da ansiedade!
Estou abandonado seu coração hoje
Agora eu sei identificar as cores,
Meu mundo está cinza...
Mergulhada nas profundezas da noite.
O ponto decisivo
E você cairá como um mentiroso
Apenas uma copia barata
Mascarado e mentiroso!
Um sonho vazio
Um cálice cheio de veneno
Meu corpo desintegrado
Ferido... Queimado e chamuscado!
Meus olhos cegos não podem ver
O dia nascer novamente
Hoje sou apenas um chacal
Herança do sol...
Este é meu ultimo adeus
Por favor, morra!
A festa acabou...
E eu não vou adorá-lo novamente!
Memórias esmagadas pela dor
Uma chama ao vento
Meus lábios tremem, sem esperança saturados
Quero fechar meus olhos...
Acordar para viver mais uma vez
E esfaquear seu coração orgulhoso
Ver você se deitar
E te libertar - Meu inimigo insano!
A escuridão esta próxima
E este é apenas seu primeiro dia,
Na manhã seguinte meu sofrimento aumentará o dobro
Meu sangue escorrerá como uma cachoeira...
Assinar:
Comentários (Atom)




.jpg)

.jpg)
.jpg)





.jpg)


.jpg)
.jpg)








.jpg)




.jpg)
.jpg)







.jpg)
