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domingo, 22 de março de 2015

Linhas tortas

O pesadelo eterno do meu viver
Um coração quebrado em pedaços
Lágrimas de aflição...
Cabelo revolto em desalinho
Estanca, arranca...
Eu lhe suplico!
Arranca de mim essa maldita dor, essa aflição!
Desejo o teu amor
Mas quem tu és?
Ainda não tive a honra de conhecê-lo cordialmente
Meu senhor da nevoa...
Senhor dos ventos do Oeste...
Um gole de sangue eu aceito,
Dois eu levo,
Três eu recuso!
Monte a besta,
Mas não deixe ela te montar...
Vivendo uma mentira,
Sendo afogada em lágrimas por um mentiroso...
Em uma solidão infinita,
Que dói e faz sangrar...
No silêncio que grita dentro de mim!
Dizer que te amo e tentar descrever
É como tentar descrever a beleza das flores
Com seu perfume adocicado,
Mesmo até depois de mortas...
Amor, amar, amor...
Tão calmo e tão belo
Tão cortês...
Em uma simples palavra,
Descrevo tudo o que sinto
                                      [Amor!
O despertar daquele que dorme
                                     [Um sonhador!
Ele se solta de suas correntes
E voa em liberdade...
Amargurada vida
Que o acolhe no anseio do amor!
Por que levaste o meu coração de mim?
Eu preciso dele para bombear meu sangue...
Volte por favor,
Traga-o de volta para mim!
E venha com ele, pois necessito de ti!
Meu anjo de luz
Meu amado...
Tão longe e tão perto...
Fruto do suor sagrado
A ti eu busco na escuridão
Somente a ti e mais ninguém,
Ocupa espaço no meu ser!


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