Estou escrevendo minha própria história
Vivendo a sua margem sozinha
Seguindo minhas próprias pegadas
Errando como se já não tivesse errado antes...
Impotente enfrento a solidão
Caindo na lama
Sujando meus pés...
E,,,Ainda assim lhe dou a outra face,
Bata! Sinta prazer...
Veja-me sangrar!
Sentei-me em lugares ocupados
Chorei sozinha carregada de culpa
Derramei meu sangue,
Abrindo minhas feridas...
Cuspi em meu reflexo na lama,
Desintegrado em milhões de pedaços
Eu sou a única que me entende
Sou um monstro invisível,
Cheio de caos e rutilância
E todas as vozes que ouso gritam em agonia!
E assim a solidão cresce em mim
Tento evitá-la... Tento contê-la...
Mas a esperança foge de minhas mãos...
A cada esquina...
A cada beco escuro...
A cada lágrima caída...
Estou cansada!
Estou aflita!
Sou apenas um aborto na monotonia,
Um palhaço infeliz fatigado...
Uma piada ingrata, uma estatística!
Sou o que sou,
Um alguém sem vida...
Vivo para conter meu vômito...
Sou a indiferença que cresce entre um olhar,
Entrelaçada na morbidez.
Perdi a voz, fiquei muda!
E a solidão invade meu espírito
Com fúria... Com malevolência!
Me encontro incapaz de existir,
Incapaz de sonha com mais um feixe de luz
Minha história foi escrita em um papel velho
E esta prestes a ser incinerada...
E não estou pronta o suficiente para escrever o final deste ato...
A vida fugiu,
E o que me restou foi o silêncio...
Vazio e introspectivo!
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