Translate

sexta-feira, 13 de março de 2015

Deserto vermelho II

Em uma masmorra - Leito de fogo
Borboletas vermelhas,
Com um olhar gelado
Caminham sobre meu corpo,
Nas cavernas sob o mar
Agora o deserto vermelho se abre...
Os ventos trazem água
E o cavalo transparente saúda,
A donzela com a espada em chamas
Saúda os ventos que lhe secam as lágrimas
Envolta por seu manto cerimonial.
Desapercebida...
Ela se senta em uma pilha de ossos,
Enquanto a roda gira...
O inverno é mais selvagem
Nas florestas das planícies
A lua despeja seu lamento,
O cálice derrama seu sangue vermelho viscoso
E o espaço cinza adornado por estrelas
Começa a pingar...
Gotas e gotas...
Água pura...
A qual lava a terra do sangue
E o deserto vermelho
Seca seu jardim de rosas
Ao qual a senhora de mascara
Sela o portal negro!


Nenhum comentário:

Postar um comentário