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sábado, 28 de março de 2015

Inexpressiva


Não me queixo, nem me aborreço
Dos meus olhos as lágrimas já não caem
Desde o desfecho daquela historia
Aquela cuja guardo na memória
O fantasma galante que atravessa a porta,
Sugando a vida e a emoção!
Hoje eu me deito e me levanto,
Como se fosse composta por circuitos
Não sinto fome, não sinto sede
Mas porém eu vivo!
Passo a passo, dia a dia...
Arrasto-me por entre os becos 
Completamente vazia!
Eis que não sinto frio, não sinto calor
Me tornei um reflexo mudo inabalável!



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