Acordo em mais uma manhã sombria
As aves cantam em minha janela
Um canto fúnebre e triste
Que aflige meu ser.
Acordo em mais uma manhã sozinha
Com as janelas abertas
E o vento soprando as cortinas
Fazendo desgrenhar meus cabelos negros.
Noite após noite,
Dia após dia...
Deitada na cama
Sentindo frio...
Sozinha... No silêncio...
Com o vento soprando em meus cabelos
Completamente vazia
Olhar infinito de dor...
As flores de minha escrivaninha
Estão mortas e secas
Suas pétalas caem uma a uma com leveza
Desmanchando-se... Solitárias...
Definho em meu quarto...
Sozinha... Vazia... Sombria...
Perdida no escuro entre pensamentos...
Silenciados pelo choro...
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