Oh... Amor assassino que me mata pouco a pouco
De uma forma tão doce e insana
Corroendo meu coração e o fazendo sangrar...
Vivo em um pesadelo
Que nunca se acaba,
Preciso acordar!
Unhas parecem não doer ao rasgar a carne,
As frutas apodrecem,
Antes que eu possa tocá-las
Meu coração padece,
Sem que eu possa fazer nada;
Poderia eu,
Encontrar um anestésico para essa dor que me consome?
Oh... Maldito amor assassino!
Cada lágrima caída,
É como uma adaga que perfura meu coração!

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