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quarta-feira, 11 de março de 2015

A filha do Diabo

A paz foge de meu espírito,
Rapidamente sem olhar para trás
Onde meu corpo esta caído,
Frio sem amor.

Minha dor e aflição
São tão grandes
Que meu coração enlouqueceu
Ao mesmo tempo em que estou amando,
Subitamente estou odiando.

A noite esfria,
O crepúsculo está próximo;
A beira da loucura,
Varias feridas são cortadas;
Pedaços de carne pendentes
Esqueleto massacrado
Nenhum fôlego é poupado.

Tudo o que busco é paz...
Meu ser está afogado em lágrimas
Pois não há descanso para o ímpio,
Jamais...

Meu corpo se contorce em agonia
Se ninguém estiver olhando,
O mal se tornará contagioso!
Pois todo o mal da humanidade,
Habita dentro da minha alma
Se você quiser entrar, deixe-me saber...

A vida é uma grande libertinagem,
E a morte é a grande abstinência;
Viva como um anjo,
E morra como um demônio;
A humanidade está enfurecida,
Cheia de ódio e buscando a quem culpar...

Ajude-me a sair desse túmulo
Posso erguer o pulso do inferno e blasfemar,
Não morrerei inutilmente
Darei amor a quem merece,
E não o desperdiçarei com ingratos.

Chegou a hora de lutar,
Não adianta fugir do seu destino
Se desistir...
Não hesitarei em puxar você para baixo!

Não mostrarei misericórdia
Pois tudo o que faço
É para superar o ódio que foi marcado a ferro,
Em minha alma sem batismo.

Você me maltrata
Suga minha alma,
A levando para as profundezas,
Do seu lar abrasador
Martelando meu rosto
Até que não restem traços!


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