Que o dia
brilhe
Com tão
formidável fulgor
Ao abrir
seus olhos serenos
[Correntes
de minha alma clara!
Que é
sugada, pelo surto do desespero pré-potente
Melancólico
do meu coração exaltado!
Meu
pensamento bate nas paredes ásperas do teu ser
[Insulta
e apedreja
Meu ego
ereto e plausível
Nas chamas
da paixão me embriago inteiro
Porém ainda
resta a incerteza
[Incompetência,
receio de amar!
Sonho
nebuloso, agora calado
Desejo
contido e embora muitas vezes silenciado
Quero carne
a carne teu corpo inteiro
[
Tocar teu seio esplendoroso
Oh! Fonte de
eterna beleza!
Donzela da
pela branca e cabelos dourados
Seus olhos
são esferas
[Labirintos
que se perdem em minha alma!
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