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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Flor de amor

Talvez se sentir o cheiro da flor me compreenda
Se por ventura colher um amor,
Retire seus espinhos.
Regue a terra com teu pranto sereno
Semeie seus grãos de esperança
Acaricie as pétalas doces e delicadas...
Sorria para a eterna infância tão regozijada!
Beleza viva e cheia de brilho
Nascendo por entre as pedras e o alumínio
Nunca plena, porém renascida
A flor morta da partida
Cresce com a dor da ida
E semeia o amor do renascimento
Serena e deslumbrante
Pelos quatro cantos da terra errante!


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