Talvez se
sentir o cheiro da flor me compreenda
Se por
ventura colher um amor,
Retire seus
espinhos.
Regue a
terra com teu pranto sereno
Semeie seus
grãos de esperança
Acaricie as
pétalas doces e delicadas...
Sorria para
a eterna infância tão regozijada!
Beleza viva
e cheia de brilho
Nascendo por
entre as pedras e o alumínio
Nunca plena,
porém renascida
A flor morta
da partida
Cresce com a
dor da ida
E semeia o
amor do renascimento
Serena e
deslumbrante
Pelos quatro
cantos da terra errante!
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