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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Pensamentos noturnos


Todas as noites, abro as gavetasOnde meus sonhos, foram guardadosE nessas noites quando escorrem lágrimasFecho os meus olhos e volto a sonharMas mesmo assim, insisto em dobrar meus sonhosEnchendo gavetas de esperança. O sol se põe e a noite se vaiJá é hora de caminhar deixando de sonharSentindo o vento a tocar meu rostoAssim talvez eu possa voarPor entre o céu iluminado azulEsquecendo-me dessa estrada estreladaQue esta por repousar,Junto a minha dor amarrada entre folhas velhas amareladasPensamentos noturnos que preenchem o vazio de minhas gavetas.



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