Complicações neurológicas que não respondem a nenhum estimulo físico,
Com sua vaidade gorda e insana
Padece como um vegetal...
Dia após dia apodrecendo em sua ignorância,
Em um mundo artificial...
Um maldito pesadelo!
Tão sublime é a tua amargura!
Gozo de sua dor... De sua tortura...
Quer uma dose de realidade,
Seu verme carregado de luxuria?
Eu sou a opressão mórbida da noite,
Eu sou o dogma da escuridão desconhecida
E vou brincar com você,
Sou o peso que afunda seus quadris,
Sou o teu pior pesadelo;
Que arrasta correntes pela noite pendurando seus membros...
Seu corpo alvejado e corroído pelo ácido de suas lágrimas
Dia após dia, na lástima do teu próprio desejo...
Quero ainda saber se você é ou não é, mais um narcisista vazio,
Escondendo sua culpa, sua derrota.
Mais um idolatra hipócrita que fede a carnificina...
Um erro médico... Uma piada suja de um escritor barato...
Você é o caos! A baderna da periferia!
O filho prodígio de Lúcifer
Mais um a quem culpar pelos meus próprios pecados...
Nada melhor que aliviar seu próprio fardo!
Se arrasta pelo dia, nas sombras da colina.
Quando noite corre pela floresta em busca de carne para tua orgia!
Oh... servo do anjo dos olhos mortos...
Sem um título... Sem um nome...
Apenas afogado no som do próprio silêncio!
Cujo sonho é navegar sobre as águas vermelhas,
E blasfemar profecias nas quatro quedas rumo ao infinito sempre verde...
Seus medos vendaram seus olhos,
E as trevas dominaram sua essência
A semente do pecado fecunda a terra ensaguentada...
Logo dali surgiram frutos...
O tempo se esvai,
Os fungos e larvas já se alojam sobe tua carne apodrecida
Não resta mais dor, nem lamento
E amanhã talvez...
Apenas lhe restem seus ossos e cabelos!

Nenhum comentário:
Postar um comentário