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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
O ser
Esse ser soturno indiferente,
Jamais sentiu no verão ou no inverno,
Do amor um apelo ardente!
Mas agora como outrora
Ele é triste e solitário,
Vagando pela noite com teu pano mortuário
Com uma sede enlouquecedora!
O ser que é ser
Transforma tudo em flores...
E para ironizar as próprias dores
Canta por ente as águas do dilúvio
Transformando o vazio sufocante,
Em uma nuvem tempestuosa,
Preste a partir...
Eis que se liberte dessa amargura!
Jogue fora toda essa ânsia maldita,
Junto com teu devasto poder de sedução,
Seus venenos e horrores...
Eis que não tenha medo nem desconforto,
Pois a única coisa a temer,
É o medo de se viver!
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