Desta saudade imortal estou cansada,
Ansiosa pelo sol buscava
Repouso para a dor esmagadora
De nunca mais ser chamada namorada!
As cortinas eu ia rasgando
Para assim deixar a luz entrar,
Mas onde estava a luz?
Eu estava totalmente ensanguentada!
Oh! Pobre miserável coração
Sempre por ele padecia
Num delírio de agonia
De acordar em seus braços...
O vento sussurra no silêncio implacável
Que me amedronta, me assombra,
Tumultuosamente retira a paz de meu coração
Em pancadas constantemente doloridas.
Oh!Amor, nunca me diga
- Nunca mais!
Pois certamente castigará meu coração em pranto
Fazendo-me morrer pávida e solitária!
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