Translate

domingo, 5 de abril de 2015

A ébria

Me perco em ecos do meu subconsciente
Sou um reflexo vazio diante o espelho
Não sou aquela que se apresenta diante de mim
-O que me tornei?
Uma mancha seca descascada
A poeira sobre o seu casaco
Um eco inconstante das idas e vindas do meu ser!
Meu corpo atrofiado e exausto
Se deita sobre a mesa de mármore negra
Fitando o céu amontoado de estrelas
- Pudera eu descansar!
Levanto-me e tomo um gole áspero de vinho
-Quisera morrer neste gole!
Maldito vinho de amargura,
Que me afunda, que me tortura!
Apenas mais um gole, um só!
O vinho, leva ao cigarro e o cigarro leva a ruína...
A sarjeta fria esta a minha espera
Minha querida amiga e morada!





Nenhum comentário:

Postar um comentário